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Colômbia bate a Alemanha em amistoso e aumenta a crise dos europeus

OGol
A Colômbia agregou um capítulo na crise germânica. Nesta terça-feira, a seleção sul-americana venceu a Alemanha fora de casa por 2 a 0 e impôs o quarto jogo sem vencer para os comandados por Hans Flick. Luís Diaz e Cuadrado foram os responsáveis pelo triunfo dos colombianos.
A seleção sul-americana chegou aos 11 jogos de invencibilidade, sendo cinco deles neste ano. Do outro lado, os alemães encerraram a Data FIFA com duas derrotas na conta, em dois amistosos.
Colômbia dificulta a vida dos alemães
Em mais uma oportunidade para mostrar evolução no trabalho de Hans Flick, a Alemanha apresentou um futebol previsível, lento e de pouca agressividade. Em casa, a seleção europeia encontrou dificuldades para atacar a Colômbia.
Sem referência dentro da área, a seleção alemã foi presa fácil para a defesa colombiana. Os raros momentos de criatividade do meio-campo germânico careceram de um artilheiro para completar dentro da área. Sem Kimmich no time titular, Gundogan tentou carregar o piano sozinho, mas ficou distanciado de Musiala e Emre Can.
Sem compromisso com os problemas alemães, a Colômbia se aproveitou da oportunidade para ser aguda e criar problemas para Ter Stegen. Aos 23, Borré ganhou por cima e testou firme para defesa segura do goleiro do Barça. Aos 30, no lance mais perigoso, Yerry Mina acertou um canhão, que tinha o ângulo como destino, antes do arqueiro alemão desviar com a ponta dos dedos.
Perto do fim, foram novamente os visitantes que quase tiraram o zero do placar. Após roubada no meio de campo, Cuadrado puxou contra-ataque e serviu Luís Diaz, que foi desequilibrado por Thiaw e chutou para fora.
Superioridade efetivada
O intervalo da partida foi melhor utilizado pela seleção colombiana, que voltou ainda mais aguda, e desta vez efetiva. Na primeira investida, Jhon Arias finalizou da entrada da área e mandou perigosamente por cima.
No mesmo ritmo, os visitantes seguiram pressionando até inaugurar o placar. Aos nove, Cuadrado carregou livre pelo lado direito, levantou a cabeça e cruzou na medida para Luis Díaz apenas desviar com precisão, sem chances para Ter Stegen.
Somente após sofrer a desvantagem, Hans Flick modificou o ataque alemão. Fullkrug foi o selecionado para resolver os problemas da seleção dentro da área. No início, a mudança aumentou a ofensividade dos donos da casa e deu amostras de uma tentativa de reação. Porém, foram novamente os colombianos que aproveitaram as brechas na defesa para fechar o placar.
Aos 37, Machado cruzou e a bola parou no braço de Kimmich. O árbitro marcou pênalti, que foi confirmado pelo VAR. Na batida, Juan Cuadrado tirou Ter Stegen da foto e confirmou a vitória colombiana.
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Acre registra aumento de hospitalizações por influenza A, aponta Fiocruz
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. Foto: captada
O Acre continua registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira, 22.
O avanço dos casos no estado vem sendo impulsionado principalmente pela influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações em crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.
A análise tem como base a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também aponta situação semelhante no Amazonas. Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus foi de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.
Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas de proteção pela população, como o uso de máscaras em postos de saúde e em locais fechados com grande circulação de pessoas. Ela também reforça a importância da vacinação.
“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.
Situação em outros estados e capitais
Em estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe, as hospitalizações por influenza A apresentam sinal de interrupção do crescimento ou início de queda. Na Paraíba, há um leve aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório, ainda sem reflexo no crescimento de casos de SRAG em crianças pequenas.
Até a Semana Epidemiológica 2, apenas três das 27 capitais brasileiras apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).
Incidência, mortalidade e dados de 2026
Em nível nacional, os dados indicam estabilidade ou leve queda dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, associadas à baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios. A exceção é a influenza A, que, apesar de apresentar baixa circulação na maior parte do país, tem impulsionado o aumento dos casos no Acre e no Amazonas.
A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm maior impacto nos extremos etários. A incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre os idosos. Casos associados à influenza A e ao Sars-CoV-2 apresentam maior incidência em crianças pequenas e idosos, com mortalidade mais acentuada na população idosa.
Em relação ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 1.765 casos de SRAG no país. Desses, 399 (22,6%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 611 (34,6%) apresentaram resultado negativo e 615 (34,8%) ainda aguardam resultado.
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Menino de 6 anos aguarda há mais de 2 semanas por otorrino no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul
Criança tem infecção com pus e dor constante; mãe denuncia que, mesmo com especialista no hospital, atendimento só tem sido feito por clínico geral

De acordo com a mãe da criança, o ouvido do menino apresenta pus visível, dor constante e não responde aos medicamentos prescritos por médicos clínicos gerais. Foto: captada
Há mais de duas semanas, um menino de 6 anos enfrenta uma infecção no ouvido com pus, dor persistente e sem resposta ao tratamento prescrito por clínicos gerais no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. A mãe da criança denuncia que, apesar de várias idas à UPA e ao hospital, o garoto ainda não foi avaliado por um médico otorrinolaringologista.
Segundo ela, o quadro não melhora com os medicamentos receitados, e os pedidos por um especialista foram respondidos com a informação de que “o atendimento não funciona dessa forma”. Na última quarta-feira, a criança passou a tarde inteira no hospital sem ser atendida pelo otorrino, mesmo havendo um profissional disponível na unidade.
A família teme o agravamento da infecção e busca visibilidade para o caso na expectativa de que a criança receba o atendimento especializado necessário. A Secretaria de Saúde do Acre ainda não se pronunciou sobre a situação.
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Lucas Sanchez sofre fratura e está fora do Campeonato Estadual

Foto Glauber Lima: O prazo de recuperação para Lucas Sanchez é de 45 dias
O atacante Lucas Sanchez, do Santa Cruz, sofreu uma fratura na clavícula esquerda durante o confronto contra o Humaitá nessa quinta, 22, na Arena da Floresta, e está fora do Campeonato Estadual Sicredi de 2026.
O atleta foi atendido no Pronto Socorro de Rio Branco e o prazo de recuperação para a lesão é de 45 dias.
Volta aos treinos
O elenco do Santa Cruz volta aos treinos nesta sexta, 23, no CT do Cupuaçu, para um trabalho de recuperação física e inicia a preparação para o confronto contra o Vasco programado para o dia 31, no Tonicão.
Aumentar a pressão
A derrota para o Humaitá deve aumentar a pressão no Santa Cruz para o duelo da 3ª rodada. A equipe ainda não venceu no Estadual e ganhar do Vasco transformou-se em obrigação para manter as boas chances de classificação para as semifinais.

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