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Colégio Militar D. Pedro II realiza a entrega de alamares aos estudantes

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O Colégio Militar D. Pedro II, que é dirigido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC) realizou nesta sexta-feira, 12, em Rio Branco, a entrega de alamares e de certificados de mérito desportivo para mais de 500 alunos da instituição.

Da solenidade de entrega dos alamares e dos certificados participaram o secretário adjunto de ensino da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (SEE), professor Tião Flores, o secretário adjunto de esportes, Carlão Gouveia, o comandante do CBM, coronel Charles Santos e o diretor da instituição, tenente-coronel Valdemar Fernandes.

Mais de 500 alunos receberam alamares e certificados. Foto: Mardilson Gomes

O colégio tem 1.027 alunos matriculados e alamar é uma promoção dos estudantes que se destacam com as melhores notas e também com os melhores comportamentos. Já os certificados de mérito desportivo foram entregues para 21 alunos que participaram, no ano passado, de competições em nível nacional representando o D. Pedro II.

Secretário adjunto Tião Flores destacou os investimentos na educação. Foto: Mardilson Gomes

O secretário adjunto Tião Flores fez questão de destacar a alegria dos pais pela conquista dos filhos e citou os mais de R$ 100 milhões em investimentos que estão sendo realizados pelo governo do Estado na educação, como o prato extra, o kit fardamento, os kits escolares, os computadores para os professores e agora os tablets para os alunos de toda a rede pública.

“O compromisso da nossa equipe é melhorar o ensino em nosso Estado oferecendo aulas de qualidade e condições para que os professores transmitam da melhor forma o conhecimento, pois assim saberemos que a educação do Acre está no caminho certo e vocês podem chegar onde vocês quiserem”, afirmou.

Capitã Priscila Siqueira: “melhor coisa foi ter colocado ele no colégio militar”. Foto: Mardilson Gomes

Entre os alunos que receberam o alamar está Eduardo Castro, do primeiro ano, para quem receber a honraria é muito gratificante. A mãe do Eduardo, a capitã da PM Priscila Siqueira, disse que “a melhor coisa foi ter colocado ele no Colégio Militar, tenho muito orgulho e satisfação”, disse.

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Polícia Civil de Tarauacá ouve testemunhas para investigar naufrágio que matou jogador de futsal

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Jonatas Fadell Neves, 36 anos, morreu após barco bater em balseiro no Rio Tarauacá na última terça (13); delegado afirma que ainda é cedo para apontar falhas ou excesso de passageiros

Jonatas desapareceu no último dia 13 após o naufrágio da embarcação em que viajava com outros cinco jogadores do time Nápoles, a caminho do município de Jordão, onde a equipe participaria da Copa São Sebastião. Foto: captada 

A Polícia Civil de Tarauacá está colhendo depoimentos para esclarecer as circunstâncias do naufrágio que matou o jogador de futsal Jonatas Fadell Neves, de 36 anos, na última terça-feira (13). O acidente ocorreu quando a embarcação que transportava a equipe bateu em um balseiro (tronco à deriva) no Rio Tarauacá, a caminho de uma competição em Jordão.

O delegado José Ronério informou que já foram ouvidos o motorista do barco e alguns jogadores, mas ainda falta ouvir o dono do time. Ele ressaltou que o caso é muito recente e que ainda não é possível confirmar se houve falhas na embarcação ou excesso de passageiros.

Polícia Civil de Tarauacá apura fatores que levaram ao acidente do qual Jonatas Fadell Neves, de 36 anos, foi vítima. O motorista do barco, cinco jogadores e o dono do time devem ser ouvidos. Foto: captada 

A morte do atleta, conhecido como “Poeta”, gerou comoção no município e na região. O corpo foi resgatado com ajuda de moradores e encaminhado ao IML. A investigação segue em andamento para determinar responsabilidades e condições de segurança da viagem fluvial.

O tenente João Gonzaga, do Corpo de Bombeiros de Tarauacá, disse que o cadáver estava parcialmente enterrado às margens do rio. Foto: captada 

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Justiça marca júri popular de acusados por morte de sobrinho-neto da ministra Marina Silva no Acre

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André de Oliveira e Denis Tavares serão julgados em 3 de março; crime ocorreu em fevereiro de 2024 dentro de casa da vítima, em Rio Branco

Os acusados teriam arrombado a porta e efetuado três disparos de arma de fogo. André foi preso na posse de uma pistola calibre 40, a mesma utilizada no crime. Os envolvidos foram presos sete meses após o crime.

A Justiça do Acre definiu para 3 de março a data do júri popular de André de Oliveira da Silva e Denis da Rocha Tavares, acusados de matar Cauã Nascimento Silva, de 19 anos, sobrinho-neto da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O crime ocorreu em fevereiro de 2024, dentro do quarto da vítima em Rio Branco.

Os acusados foram pronunciados a júri em outubro de 2025. Segundo as investigações, eles arrombaram a porta e efetuaram três disparos. André foi preso com uma pistola calibre 40, mesma arma usada no crime. A polícia apurou que o motivo seria uma disputa entre facções, embora Cauã não tivesse passagem policial.

O delegado Cristiano Bastos afirmou na época que a vítima “não era de facção até então, mas passou a andar com o pessoal que tinha tomado a região” e acabou sendo alvo. A prisão preventiva dos dois foi mantida na audiência de custódia de maio de 2025. O julgamento ocorrerá quase dois anos após o homicídio.

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Polícia Civil cumpre mandado em investigação sobre desvio de medicamentos da rede estadual de saúde

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A Polícia Civil do Acre (PCAC) deu continuidade, nesta quarta-feira, 21, às investigações que apuram o desvio de medicamentos e insumos hospitalares da rede estadual de saúde. Durante a ação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em uma residência localizada no bairro Universitário, em Rio Branco, pertencente a um servidor terceirizado da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre).

Polícia Civil do Acre cumpriu mandado de busca e apreensão em residência no bairro Universitário, em Rio Branco, durante investigação sobre desvio de medicamentos da rede estadual de saúde. Foto: assessoria/ PCAC

Além da residência, a equipe policial também esteve no almoxarifado da Divisão de Assistência Farmacêutica (DAF) da Sesacre, setor onde o servidor atua. A diligência no local foi realizada com autorização da própria instituição, reforçando a colaboração entre os órgãos no esclarecimento dos fatos.

investigação, conduzida por força-tarefa da Polícia Civil, apura um esquema de desvio de medicamentos da rede pública e já resultou no cumprimento de cinco ordens judiciais. Foto: assessoria/ PCAC

A ação integra uma investigação mais ampla, iniciada há alguns meses a pedido do secretário de Estado de Saúde e conduzida por meio de uma força-tarefa da Polícia Civil. Com o cumprimento do mandado desta quarta-feira, já são cinco ordens judiciais executadas no âmbito da apuração.

As investigações seguem em andamento e têm como objetivo identificar todos os envolvidos no esquema criminoso, bem como apurar o destino final dos medicamentos desviados da rede pública de saúde.

Equipes da Polícia Civil também realizaram diligências no almoxarifado da Divisão de Assistência Farmacêutica da Sesacre, com autorização da própria instituição. Foto: assessoria/ PCAC








Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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