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Caso Rayres: Homem é condenado a 32 anos de prisão por homicídio e ocultação de cadáver em Brasileia

Juscelino Romeu de Almeida foi sentenciado pelo assassinato da jovem Rayres Silva Ferreira em 2023 – Foto: Alexandre Lima
O julgamento de Juscelino Romeu de Almeida, 46, acusado do homicídio e ocultação do cadáver da jovem Rayres Silva Ferreira, 23, foi concluído nesta sexta-feira (18) no fórum da Comarca de Brasiléia. A sessão foi presidida pelo juiz de Direito Clovis de Souza Lodi, que sentenciou o réu a 32 anos de prisão em regime fechado.
O crime ocorreu em agosto de 2023, quando Rayres, mãe de um bebê de oito meses, desapareceu após um encontro com Juscelino. Buscas foram realizadas no rio Acre por três dias, mas apenas a bicicleta e algumas peças de roupa foram encontradas. A polícia suspeita que Juscelino tenha esquartejado o corpo da jovem e jogado partes no rio para ocultar o crime.

Corpo da vítima nunca foi encontrado, apesar de buscas intensas no rio Acre.
A investigação revelou que Juscelino mantinha um relacionamento abusivo com a vítima e não aceitava o fim do romance. Ele teria premeditado o crime, levando Rayres para a casa de seu pai, onde a matou enquanto ela dormia, e em seguida ocultou o corpo.
Após o crime, o acusado fugiu para a Bolívia e, posteriormente, para o estado do Amazonas, onde foi capturado pela Polícia Civil de Brasiléia, em uma operação coordenada pelo delegado Erick Maciel.

Crime premeditado foi motivado por fim de relacionamento abusivo, diz investigação.
Durante o julgamento, familiares de Rayres acompanharam o caso e expressaram indignação com a postura do réu, que tentou desqualificar a vida da vítima. Eles afirmaram acreditar que a justiça foi feita ao final da sentença.
Juscelino, que já possuía antecedentes criminais, foi transferido para o presídio estadual Francisco de Oliveira Conde (FOC), onde aguardava julgamento desde o ano passado.
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Pescadores do Alto Acre denunciam bloqueio de carteiras durante período de defeso
Segundo a colônia da categoria, mais de 100 trabalhadores estariam com documentos bloqueados e sem acesso ao benefício
O presidente da Colônia de Pescadores do Alto Acre, Sebastião Damasceno, denunciou o cancelamento e o bloqueio de carteiras de pescadores justamente durante o período do defeso, fase em que a pesca é proibida e os trabalhadores dependem do benefício para garantir o sustento das famílias.
De acordo com o representante da categoria, a situação tem gerado preocupação entre os profissionais da região, que alegam não ter recebido explicações claras sobre os motivos dos bloqueios.
Sebastião afirma que a colônia busca esclarecimentos junto aos órgãos responsáveis, principalmente sobre as análises que resultaram no cancelamento das carteiras. Segundo ele, muitos dos atingidos são pescadores experientes, que vivem exclusivamente da atividade.
“Estamos querendo entender os motivos dessas carteiras canceladas. Temos pescadores veteranos, que sempre viveram da pesca, e agora estão impedidos de trabalhar. Sem a carteira regularizada, qualquer atividade se torna ilegal”, afirmou.
Um dos casos citados é o do pescador Rodrigo, que relata estar enfrentando dificuldades após ter o benefício suspenso.
“É uma situação muito crítica. O benefício foi bloqueado e essa é a renda que a gente tem nesse período para sobreviver. Eu apresentei documentos, provas de que trabalho com pesca, mas mesmo assim o pedido foi negado”, disse.
Segundo ele, os pescadores estão dispostos a receber fiscalizações para comprovar que exercem a atividade regularmente.
A colônia estima que mais de 100 pescadores da região estejam enfrentando o mesmo problema. De acordo com Sebastião Damasceno, além do cancelamento das carteiras, há também casos de documentos que permanecem em análise sem resposta.
Diante da situação, a entidade pede que a Superintendência da Pesca reveja os casos e analise com mais atenção a realidade dos trabalhadores que dependem da atividade para sobreviver.
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Senador protocola pedido para criar CPI contra Moraes e Toffoli

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) conseguiu nesta segunda-feira (9/3) as assinaturas necessárias para protocolar o pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no caso do Banco Master.
Segundo o parlamentar, o requerimento já foi protocolado e recebeu apoio de 35 senadores, acima das 27 assinaturas necessárias. Agora, cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), fazer a leitura do pedido em plenário para que a comissão seja formalmente criada.
A chance, entretanto, é considerada baixa, já que Alcolumbre tem ignorado pedidos do tipo. Um exemplo é a comissão mista solicitada pelo deputado Carlos Jordy (PL-RJ) para investigar o Banco Master, que também depende do aval da presidência do Congresso.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Seleção de Brasiléia conquista a SuperTaça de Futsal após final emocionante
Equipe empatou com Tarauacá por 2 a 2 e garantiu o título pelo saldo de gols na competição
A Seleção de Brasiléia conquistou, neste sábado (8), o título da SuperTaça de Futsal, após uma final emocionante contra a equipe de Tarauacá. A decisão terminou empatada em 2 a 2, mas Brasiléia ficou com o troféu graças ao melhor saldo de gols na competição, além de garantir a premiação de R$ 10 mil.
O campeonato foi realizado pelo Governo do Estado do Acre e contou com a presença do secretário de Esportes, Ney Amorim, que acompanhou de perto as partidas e destacou a importância do incentivo ao esporte no estado, sem a presença do prefeito Carlinho do Pelado.
Durante a competição, os confrontos foram marcados por jogos equilibrados e muita emoção. Nas fases anteriores, os resultados foram:
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Cafu Autos Peças (Rio Branco) 2 x 3 Tarauacá
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Cafu Autos Peças (Rio Branco) 0 x 6 Brasiléia
Antes da decisão masculina, também foi realizada a final feminina. A equipe Real Sociedade, de Rio Branco, venceu o Cruzeiro do Sul por 2 a 1 e ficou com o título, levando para casa a premiação de R$ 10 mil.
Na grande final masculina, Brasiléia e Tarauacá empataram em 2 a 2, resultado suficiente para garantir o título à equipe de Brasiléia, que terminou a competição com saldo de gols superior.
A conquista reforça a força do futsal de Brasiléia, que demonstrou organização, garra e qualidade dentro de quadra para levantar o troféu da SuperTaça.







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