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Caseiro confessa ter matado mulher a pedido do marido com tiro no pescoço
Policia prendeu os suspeitos para finalizar as investigações. A mulher foi morta com um tiro no pescoço na zona rural de Espigão D’Oeste (RO).

Maria José de Jesus Hoffmann — Foto: Reprodução/redes sociais
Por Luciana Kuster, g1 RO
Um caseiro confessou ter matado uma mulher identificada como Maria José de Jesus Hoffmann, com disparo de arma de fogo no pescoço, na zona rural de Espigão D’Oeste (RO), na última semana de maio. O marido de Maria está sendo investigado por ser o mandante do crime.
De acordo com a polícia que investiga o caso, os suspeitos do crime foram presos nesta última semana. O caseiro confessou o crime e contou que o marido da vítima havia oferecido cerca de 55 mil reais para tirar a vida de Maria.
O caseiro disse que o marido contou que Maria pretendia se separar e ele não queria a separação. Por esse motivo, ofereceu o dinheiro para que o homem cometesse o homicídio, pois não tinha coragem de cometer o crime com as “próprias mãos”.
O marido deu outra versão, negou ser o mandante e disse não ter oferecido dinheiro para matar a esposa. A arma usada no crime pode ser uma das três armas apreendidas na fazenda no dia do crime, mas isso só será comprovado após o laudo da perícia técnica.
A Polícia Civil de Espigão D’Oeste investiga o caso como homicídio. Os suspeitos estão presos provisoriamente, para que as investigações sejam finalizadas.
Entenda o caso:
Maria José de Jesus Hoffmann foi morta após ser atingida no pescoço por um disparo de arma de fogo, na zona rural de Espigão D’Oeste (RO).
De acordo com o boletim de ocorrência, o funcionário da fazenda disse que não viu o autor dos disparos, só ouviu o barulho vindo da casa dos proprietários da propriedade.
O esposo de Maria relatou à polícia que, no horário do crime, estava assistindo televisão enquanto a esposa estava arrumando a casa para dormir e, quando ela foi fechar a cortina da janela, foi atingida por um único tiro no pescoço e morreu no local.
O homem também não soube informar quem foi o autor nem o que teria motivado o crime. Na casa do caseiro, foram apreendidas duas armas que pertenciam ao esposo da vítima. Na casa da vítima, foi apreendida uma terceira arma, todas do tipo espingarda.
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Criança morre após ser atendida em UPA no interior do Pará
Uma menina de apenas um ano e oito meses, identificada como Sofia Gabriela, morreu na noite desta quinta-feira (3) após ser atendida na Unidade de Pronto Atendimento.
(UPA) do Icuí, em Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém. A criança havia dado entrada na unidade de saúde com sintomas de diarreia e vômito. A morte foi confirmada pela família por volta das 20h30. Houve confusão na porta da unidade de saúde.
A Polícia Militar e a Guarda Municipal foram acionadas.De acordo com relatos da família, a pequena Sofia começou a passar mal ainda pela manhã. Por volta das 9h, os pais a levaram até a UPA do Icuí, onde ela recebeu medicação e foi liberada para retornar para casa. No entanto, segundo o pai da menina, o mecânico Matheus do Remédios dos Santos, de 22 anos, o estado de saúde da criança piorou logo após o retorno.
Diante do agravamento do quadro, a família retornou com a criança à UPA. Lá, ela foi medicada novamente e levada para a sala vermelha, área destinada a pacientes em estado grave, mas, segundo os familiares, sem o acompanhamento de nenhum responsável.
Sofia Gabriela era asmática, mas considerada uma criança saudável e ativa pela família. Os parentes afirmam não entender o que, de fato, aconteceu dentro da unidade de saúde.
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Idoso de 72 anos é preso por estupro de duas filhas após 13 anos foragido
Crimes ocorreram em Minas Gerais quando vítimas tinham 13 e 15 anos; operação conjunta entre MG e TO prendeu suspeito no Tocantins
Um homem de 72 anos foi preso nesta quinta-feira (3) em Araguaína (TO), acusado de estupro de vulnerável contra suas duas filhas, então com 13 e 15 anos. Os crimes ocorreram em Gurinhatã (MG) em 2010, e o suspeito estava foragido desde então.
A captura foi realizada por meio de compartilhamento de informações entre as Polícias Civis de Minas Gerais e Tocantins, no âmbito da Operação Protetor. O mandado de prisão preventiva foi expedido pela Vara da Infância e da Juventude de Ituiutaba (MG).
Detalhes do caso
- O nome do acusado não foi divulgado para preservar a identidade das vítimas
- Ele foi localizado no norte do Tocantins e levado para a Unidade Penal de Araguaína
- Agora, aguarda transferência para Minas Gerais para responder à Justiça
O caso choca pela violência prolongada e pelo tempo de fuga do acusado, que finalmente foi alcançado pelas forças de segurança.
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Roraima: Justiça quer intensificar fiscalização de combustível de aviação
A pedido do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal concedeu decisão liminar obrigando a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a apresentar, no prazo de 30 dias, cronograma detalhado de fiscalização de revendedores e pontos de abastecimento de combustíveis de aviação em Roraima.
Conforme a decisão, proferida pelo juízo da 1ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária de Roraima, a autarquia deve suspender as autorizações de funcionamento de todas as pessoas jurídicas que estejam operando em desconformidade com a legislação vigente ou fornecendo apoio logístico à atividade ilegal de mineração no estado.
De acordo com ação, a ANP negligenciou a fiscalização do Mapa de Movimentação de Combustível de Aviação (MMCA), deixou de promover rastreabilidade nas vendas de gasolina de aviação (AVGAS) e manteve registros de postos que sequer existiam fisicamente. Mesmo após autuações, empresas reincidentes continuaram operando sem impedimentos, em alguns casos rompendo lacres de interdição e adquirindo grandes volumes de combustível. A revendedora Pioneiro Combustíveis Ltda., por exemplo, foi citada como uma das empresas que continuaram em atividade mesmo após sanções administrativas.
Além da liminar já deferida, o MPF requer, no mérito da ação, a condenação da ANP à adoção de medidas estruturantes, incluindo: implementação de mecanismos de rastreabilidade de combustíveis de aviação; criação de sistema informatizado e transparente de controle de vendas; imposição de sanções proporcionais às infrações apuradas; atuação preventiva e não apenas reativa na repressão às irregularidades; e o pagamento de R$ 100 mil por dano moral coletivo, valor a ser revertido ao Fundo Nacional de Reparação dos Direitos Difusos.
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