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Acre

Casa Rosa Mulher: onde as mulheres vítimas de violência encontram ajuda e cuidado

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Local surgiu da necessidade do Poder Público Municipal oferecer atendimento adequado às mulheres vítimas de violência (Foto: Evandro Derze/Assecom)

Para enfrentar a violência doméstica e escapar das ameaças de feminicídio, as mulheres de Rio Branco vítimas dessa situação têm onde procurar a ajuda e o cuidado da Prefeitura de Rio Branco. Como parte das políticas públicas de direitos humanos da atual gestão, a Casa Rosa Mulher dispõe de uma equipe técnica multidisciplinar com assistente social, advogadas, psicólogas e pessoal de apoio, toda preparada para acolher e prestar o devido atendimento aos mais diversos casos de violência sofrida por mulheres.

“A mulher muitas vezes é vítima de todos os tipos de violência não só a física psicológica a moral é uma das que mais maltrata psicologicamente emocionalmente as mulheres e agora que está crescendo muito também junto a todas essas violências é a patrimonial porque antes geralmente era o homem que saía da casa e agora é a mulher que fica sem teto sem abrigo, sem ter para onde ir e a Casa Rosa Mulher faz essa ponte de acolhimento”, explicou a psicóloga da Casa Rosa Mulher, Margarida Souza.

A Casa Rosa Mulher surgiu da necessidade do Poder Público Municipal oferecer atendimento adequado às mulheres vítimas de violência. Criada ainda nos anos 90 é até hoje o principal Centro de Referência do Município, já tendo realizado somente este ano 1.764 atendimentos.

(Foto: Evandro Derze/Assecom)

Ao entrar por este portão, mais do que orientações necessárias para romper com o ciclo de violência em que vivem, as mulheres que aqui chegam em busca de ajuda encontram esperança e motivação para o recomeço, uma nova vida.

“Eu estava bastante depressiva. Eu geralmente chorava muito e meu comportamento também era totalmente antissocial. Então esse tratamento está sendo muito ótimo para mim, aqui a terapia junto com os psicólogos a equipe toda da Casa Rosa são excelentes, não só a parte psicológica mas também elas procuram sempre estar nos ajudando a arrumar um emprego e também não só essa parte de psicoterapia, mas também do jeito que elas têm de ajudar né a gente em todos os sentidos”, expressou F.S.G, assistida pela Casa Rosa Mulher.

O atendimento é realizado individualmente ou em grupo, desde a assistência social ao jurídico por meio do qual são tiradas as dúvidas sobre os direitos da mulher e feitos os devidos encaminhamentos para a polícia ou para a Justiça, de acordo com o caso.

A ajuda psicológica nas rodas de conversa tem sido fundamental para ajudá-las a superar o medo e devolver a vontade de seguir em frente.
Enquanto recebem atendimento, as que são mães tem um local seguro para deixarem suas crianças na companhia das auxiliares da brinquedoteca.

Para aquelas que chegam precisando de roupas e calçados, na Casa existe um bazar onde os itens são oferecidos gratuitamente.
Também são ministrados diversos cursos como corte e costura, manicure e pedicure, cuidador de idoso, cuidador infantil, entre outros.

(Foto: Evandro Derze/Assecom)

“Não adianta a gente fortalecer essa mulher e essa mulher ser dependente do companheiro ou então do ex- companheiro porque o que acontece no ciclo da violência é que a mulher fica presa ao homem porque a maioria das vezes a mulher não tem uma renda e os nossos cursos são cursos rápidos que geram renda rápida para essa mulher. Tipo de manicure assim que ela termina o curso ela já consegue fazer uma unha. O de corte e costura assim que ela termina ela já consegue fazer um conserto de uma roupa de alguma forma ela já tem uma renda todo dia”, disse a  coordenadora da Casa Rosa Mulher Danielle Santana

A Casa Rosa Mulher está localizada no bairro Cidade Nova, em frente à praça da juventude. O horário de atendimento é das 7 horas da manhã até as 5 horas da tarde e não precisa de agendamento. Para mais informações o número de contato é o (68) 3224 5117.

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Acre

Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira

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Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364

Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.

Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.

Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.

O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.

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Acre

Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB

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Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada 

O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.

Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.

Contexto da articulação:
  • Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);

  • O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;

  • A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.

Outros nomes femininos em evidência:

Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:

  • Socorro Neri

  • Antônia Lúcia

  • Fernanda Hassem

  • Márcia Bittar

  • Vanda Milani

  • Perpétua Almeida

  • Shirley Torres

  • Charlene Lima
Análise política:

A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.

As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.

A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.

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Acre

Sena Madureira registra aumento de internações por pneumonia nos primeiros dias de 2026

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Hospital local contabilizou seis pacientes internados, incluindo crianças; casos mais graves foram transferidos para Rio Branco

Pneumonias bacterianas geralmente exigem antibióticos, enquanto as virais podem demandar apenas acompanhamento médico e cuidados de suporte. Casos mais graves podem necessitar de internação hospitalar. Foto: captada 

Os primeiros dez dias de janeiro de 2026 registraram um aumento preocupante de internações por pneumonia em Sena Madureira, no interior do Acre. Segundo dados do Hospital João Câncio Fernandes, ao menos seis pessoas — entre adultos e crianças — foram internadas para tratamento da doença, com alguns casos sendo transferidos para o Pronto-Socorro de Rio Branco para atendimento especializado.

O cenário reforça a importância da vacinação contra a grive, disponível nas unidades básicas de saúde do município, como medida preventiva para evitar complicações respiratórias. A pneumonia é uma infecção que atinge os pulmões e pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos, sendo mais grave em crianças, idosos, gestantes e pessoas com imunidade baixa.

O tratamento varia de acordo com a causa da doença, podendo incluir o uso de antibióticos em casos bacterianos ou apenas suporte clínico em infecções virais. Casos mais severos exigem internação. Além da vacinação, medidas como higiene frequente das mãos, evitar o tabagismo e manter hábitos saudáveis são recomendadas para prevenção.

A direção do hospital orienta que a população procure atendimento médico ao apresentar sintomas como febre alta, tosse com secreção, falta de ar e dor no peito, para que o diagnóstico e o tratamento adequados sejam iniciados rapidamente.

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