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Casa de mulher com medida protetiva é incendiada por ex-marido no Segundo Distrito de Rio Branco

Ex-companheiro suspeito de atear fogo no imóvel rompeu tornozeleira eletrônica e está foragido.
Vizinhos relataram ter visto o homem dentro da casa antes do início do incêndio
A casa de Rosimeire Garcia de Aquino foi completamente destruída por um incêndio criminoso na madrugada deste domingo (15), na Rua Machado de Assis, com acesso pelo Ramal Bom Jesus, no bairro Vila Acre, região do Segundo Distrito de Rio Branco.
De acordo com a Polícia Militar, o principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima, Jheter Plant Cavalcante Alves, com quem ela teria se desentendido horas antes do incêndio.
Briga antecedeu o incêndio
Segundo testemunhas, durante o sábado (14), houve uma discussão acalorada entre Jheter e Rosimeire, que resultou no furto do celular da vítima por parte do ex-marido.

Na madrugada de domingo, moradores relataram ter visto Jheter entrando na casa de Rosimeire e, logo depois, deixando o local apressadamente. Minutos após a saída dele, as chamas começaram a consumir o imóvel.
Os vizinhos ainda conseguiram salvar uma televisão e um sofá antes que o fogo se espalhasse por toda a casa. No entanto, o restante dos móveis e a estrutura do imóvel foram completamente destruídos.
Vítima já tinha medida protetiva contra o suspeito
Rosimeire possui uma medida protetiva contra o ex-marido, que está proibido de se aproximar dela. Além disso, ele deveria estar monitorado por uma tornozeleira eletrônica, mas, segundo as autoridades, Jheter rompeu o equipamento, o que facilitou sua movimentação e, supostamente, a execução do crime.

A situação expõe a vulnerabilidade das vítimas de violência doméstica, mesmo sob proteção judicial. O descumprimento de medidas protetivas é um crime previsto pela Lei Maria da Penha, que pode resultar em prisão preventiva do agressor.
O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado para combater as chamas, mas, ao chegar ao local, o fogo já havia consumido grande parte da casa. Os bombeiros realizaram o rescaldo do imóvel e retiraram materiais destruídos pelo incêndio.
A Polícia Militar também esteve no local e ouviu depoimentos de vizinhos e amigos de Rosimeire. No entanto, nem o suspeito nem a vítima estavam presentes no momento da chegada das autoridades. Um boletim de ocorrência foi registrado e o caso será investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), que poderá adotar novas medidas para garantir a proteção da vítima.
A Polícia Civil já está à procura de Jheter Plant Cavalcante Alves, que está foragido. Informações que possam levar ao paradeiro do suspeito podem ser fornecidas anonimamente à polícia.
- Ex-companheiro suspeito de atear fogo no imóvel rompeu tornozeleira eletrônica e está foragido.
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Duas brasileiras são presas em Cobija com cocaína ao tentar retornar para Epitaciolândia
Droga estava escondida em bolsa durante abordagem na Avenida Internacional; suspeitas foram transferidas para presídio na Bolívia

Uma das mulheres foi intensificada como Eliza B. dos Santos, as duas foram abordadas na Avenida Internacional após atitude suspeita. Foto: captada.
Duas mulheres de nacionalidade brasileira foram presas na tarde desta terça-feira (3) na Avenida Internacional, em Cobija, na Bolívia, quando tentavam atravessar para o lado brasileiro com destino à cidade de Epitaciolândia, no Acre. Com elas, os policiais encontraram cocaína escondida dentro de uma das bolsas.
A informação foi confirmada pelo comandante departamental da polícia, coronel Erland Mosterio. Segundo as autoridades, as suspeitas — uma delas identificada como Eliza B. dos Santos — apresentaram atitude suspeita durante patrulhamento na tranca que divide os dois países, o que motivou a abordagem.
A revista pessoal foi realizada por agentes femininas, que localizaram pacotes contendo uma substância branca em uma das bolsas. O material foi submetido a teste de campo pela Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico (FELCN), que confirmou resultado positivo para cocaína base.

A informação foi confirmada pelo comandante departamental da polícia, coronel CLN Erland Mosterio. Foto: captada
As duas mulheres foram ouvidas no local e, em seguida, apreendidas e colocadas à disposição das autoridades competentes. Elas vão ser transferidas para a Penitenciária Villa Busch, onde permanecerão à disposição da Justiça boliviana para os procedimentos legais cabíveis.
Veja vídeo reportagem com TV SPC:
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Acusados de matar sobrinho-neto de Marina Silva são condenados a 23 e 12 anos de prisão
André Oliveira da Silva, autor dos disparos, e Denis Tavares, dono da arma, foram julgados pelo assassinato de Cauã Nascimento, morto em fevereiro de 2024 após “tribunal do crime” em Rio Branco

O juiz Fábio Farias fixou a pena de 23 anos e 3 meses de prisão para André Oliveira e 12 anos de prisão para Denis Tavares, identificado como proprietário da arma utilizada no crime. Foto: captada
O Tribunal do Júri de Rio Branco condenou, na tarde desta terça-feira (3), André Oliveira da Silva, o “Smith”, e Denis da Rocha Tavares pelo assassinato de Cauã Nascimento da Silva, de 19 anos, sobrinho-neto da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O julgamento ocorreu no plenário da 1ª Vara do Tribunal do Júri, no Fórum Criminal da capital acreana.
Por maioria absoluta de votos, o Conselho de Sentença reconheceu a prática dos crimes de homicídio e participação em organização criminosa. O juiz Fábio Farias fixou a pena de 23 anos e 3 meses de prisão para André Oliveira, apontado como autor dos disparos, e 12 anos de reclusão para Denis Tavares, identificado como proprietário da arma utilizada no crime. Ambos deverão cumprir a pena em regime fechado e tiveram negado o direito de recorrer em liberdade.
O crime
De acordo com a denúncia do Ministério Público e as investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime ocorreu em 6 de fevereiro de 2024, no bairro Taquari, em Rio Branco. André Oliveira invadiu a residência da tia da vítima, localizada na Rua Baguari, e efetuou diversos disparos contra Cauã Nascimento, que morreu no local.
As investigações apontaram que a vítima teria sido flagrada pichando muros de residências e postes de energia com a sigla de uma facção rival à que dominava o bairro à época. Conforme apurado, Cauã foi submetido a um chamado “tribunal do crime” e recebeu sentença de morte. A execução ocorreu dois dias após essa decisão.
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Objetos estranhos na rede elétrica causaram mais de 150 ocorrências no Acre em 2025
Mais de 61 mil clientes foram atingidos ano passado
Segundo levantamento realizado pela Energisa Acre, cerca de 150 ocorrências foram registradas no estado em 2025 por objetos estranhos na rede elétrica, afetando mais de 61 mil
Entre os materiais encontrados na rede estão tênis, correias metálicas, sacolas e outros objetos levados pelos ventos ou lançados intencionalmente, que se torna um ato criminoso, considerado dano ao patrimônio público, além de ser uma ação muito perigosa, que oferece risco à vida.
Quando entram em contato com a fiação, podem provocar curtos-circuitos, rompimento de cabos, danos a equipamentos do sistema elétrico, incêndios, choques fatais, além de comprometer o fornecimento de energia da região.
O Gerente de Operação da Energisa Acre, Loureman Azevedo, reforça que a tentativa de retirada desses materiais é extremamente perigosa.
“Quando um objeto entra em contato com a rede elétrica, ele pode ficar energizado e se transformar em um ponto de choque. O risco aumenta quando alguém tenta retirar esse material usando varas, escadas ou qualquer outro recurso improvisado. A orientação é clara: jamais tente remover objetos da rede elétrica. Ao identificar essa situação, mantenha distância e acione imediatamente a Energisa pelos canais de atendimento”, alerta o gerente.
A recomendação da Energisa é simples e pode evitar acidentes
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Não jogue objetos sob ou sobre a rede elétrica;
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Nunca tente retirar materiais presos à fiação;
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Não se aproxime de fios partidos ou cabos no chão;
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Não toque em pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede;
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Não solte pipas, balões ou até mesmo fogos de artifício próximo a rede.
Em caso de ocorrência, registre pelos canais de atendimento:
WhatsApp Gisa: (68) 99233-0341
Aplicativo Energisa On
Telefone: 0800 647 7196








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