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Cargos de coordenador e diretor executivo da Defesa Civil passa a ser computado como de ‘efetivo serviço’ no CBMAC

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Com a aprovação da nova lei, hoje (11/12), em plenário, pelos deputados, essa ‘falha’ será corrigida. A matéria já foi aprovada nas comissões.

O coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil será nomeado pelo governador, dentre os integrantes do posto de Coronel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Acre (CBMAC)

O governador Gladson Cameli (PP) resolveu fazer alterações na lei que trouxe à Coordenação da Defesa Civil para a Governadoria, retirando-a do guarda-chuva do Corpo de Bombeiros.

A alteração é simples

A lei aprovada este ano na Assembleia não assegurava que o tempo de serviço prestado pelos ocupantes dos cargos de coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil e diretor Executivo de Proteção e Defesa Civil fosse computado como tempo efetivo de serviço no Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Acre. Com a aprovação da nova lei, hoje (11/12), em plenário, pelos deputados, essa ‘falha’ será corrigida. A matéria já foi aprovada nas comissões.

Lei em vigor

A lei que está em vigor afirma que o coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil será nomeado pelo governador, dentre os integrantes do posto de Coronel do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Acre (CBMAC). Atualmente, a Defesa Civil tem como coordenador o coronel Carlos Batista.

O cargo de diretor Executivo de Proteção e Defesa Civil também será nomeado pelo governador, dentre os militares do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Acre (CBMAC), preferencialmente dentre integrantes de posto de oficial superior.

O cargo de diretor Executivo de Proteção e Defesa Civil também será nomeado pelo governador, dentre os militares do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Acre (CBMAC)

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Viana diz ter "esperança" de extensão da CPMI após fala de Alcolumbre

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HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
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O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse nesta terça-feira (3/3) que tem “esperança” na prorrogação dos trabalhos do colegiado após se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

O prazo de funcionamento da CPMI termina em 28 de março, um sábado. A previsão é que, sem prorrogação, os trabalhos encerrem em 26 de março. Viana tentava um encontro com Alcolumbre desde o fim de 2025, mas o parlamentar amapaense não o respondia. O senador chegou a ameaçar recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir a extensão dos trabalhos.

“Conversei com ele rapidamente e ele me disse que ainda não tomou uma decisão. ⁠[Davi] ouviu meus argumentos, quantidade de documentos, habeas corpus e me disse que em breve dará um posicionamento. Vou aguardar mais uns dias para entrar com um mandado de segurança no STF. Fiquei muito esperançoso com a fala do presidente Davi”, declarou Viana a jornalistas.

Decisão sobre Lulinha

Em derrota para o governo, Alcolumbre manteve a decisão da CPMI que quebrou os sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Alcolumbre justificou que os argumentos apresentados pelos governistas não foram suficientes para confirmar a “suposta violação das normas regimentais e constitucionais” do colegiado.

A base de apoio a Lula queria que o presidente do Senado anulasse o requerimento aprovado contra Lulinha na última quinta-feira (26/2). Parlamentares governistas contestaram a votação e acusaram Viana de irregularidade na apuração dos votos. No ano passado, o colegiado não havia alcançado apoio suficiente para aprovar outro pedido envolvendo o filho do presidente.

Ao proclamar o resultado, Viana afirmou que havia sete votos contrários entre os governistas. Integrantes da base, porém, disseram que as imagens da transmissão ao vivo indicavam pelo menos 14 manifestações contrárias, o que representaria maioria entre os 21 parlamentares presentes no momento da deliberação.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Alcolumbre após manter decisão sobre Lulinha: "Consciência tranquila"

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Reprodução/redes sociais
Davi Alcolumbre presidente do Senado

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta terça-feira (3/3) que está com a “consciência tranquila” depois de decidir rejeitar um recurso de governistas e manter a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, aprovada pela CPMI do INSS.

Em sessão do Senado, Alcolumbre afirmou aos colegas que a decisão foi embasada em pareceres de órgãos do Senado Federal. Segundo ele, a Casa precisa “manter as prerrogativas das comissões”.

“A decisão proferida foi com base na Advocacia do Senado, de servidores concursados do Senado que servem ao Poder Legislativo; na Secretaria-Geral da Mesa; na Polícia Legislativa, que recepcionou todas as imagens veiculadas. E estou com a consciência tranquila de que cumpri com as minhas obrigações com base na Constituição brasileira, nas leis e no regimento interno”, declarou.

Alcolumbre frustrou parlamentares aliados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e decidiu manter a deliberação da CPMI do INSS que quebrou sigilos do filho do petista. Na decisão, o senador afirmou que os argumentos, apresentados por governistas em um recurso contra as quebras, não foram suficientes para confirmar a “suposta violação das normas regimentais e constitucionais” do colegiado.

Poucos minutos depois de anunciar que a deliberação da CPMI estava mantida, Davi Alcolumbre voltou a se pronunciar no plenário e a defender a medida.

“Nós nunca nos pautamos pelos ataques e pelas ofensas. Por isso que, nesse caso concreto e em todos os outros, eu me submeto aos servidores da Casa para amparar a decisão, que não pode ser só política ou institucional. Tem que ser legal. Dentro da legalidade do que há — não só de precedentes — na história do Senado, nós precisamos e deveremos manter as prerrogativas das comissões da Casa, porque, senão, nós mesmos num futuro bem próximo nos curvaremos a outras agressões, outros ataques”, afirmou.

Quebra dos sigilos de Lulinha

As quebras foram aprovadas na quinta-feira (26/2), em sessão marcada por tumultos. Os pedidos haviam sido apresentados pelo relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). A votação ocorreu de forma simbólica, sem registro nominal dos votos.

  • Ao abrir a deliberação, o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG) pediu que os parlamentares contrários se manifestassem. Ele contabilizou sete votos contra os requerimento — afirmando ter considerado apenas os membros titulares e desconsiderado suplentes — e declarou que os pedidos estavam aprovados.
  • O governo defende que a contagem foi feita de forma incorreta e que eles tinham 14 votos contrários à quebra dos sigilos.

Em recurso contra a votação, os parlamentares da base de Lula argumentaram que as medidas aprovadas na última quinta deveriam ser suspensas e apontaram supostas irregularidades de Carlos Viana na condução dos trabalhos. O presidente da CPMI negou qualquer irregularidade.

Ao analisar o pedido dos governistas, Davi Alcolumbre afirmou que, ainda que fossem considerados os parlamentares apontados pelo governo, não haveria maioria para rejeitar a quebra dos sigilos.

“O número de votos contrários não seria suficiente para a configuração da maioria. Isso, porque o quórum de presença do momento, mostrado no painel e verificado na votação anterior, era de 31 parlamentares. A maioria, com esse quórum, portanto, equivale a 16 parlamentares”, disse.

Suspeitas

Lulinha passou a ser alvo da CPMI após investigados por desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mencionarem um suposto vínculo dele com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Como revelou o Metrópoles, na coluna de Tácio Lorran, o filho de Lula é citado como possível sócio oculto de Antunes em negócios na área da saúde junto ao governo federal. Uma das iniciativas mencionadas previa o fornecimento de cannabis em larga escala ao Ministério da Saúde.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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"Nos curvamos", diz Randolfe após Alcolumbre manter quebra de sigilo

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Metrópoles
O líder do governo Lula no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP)

O líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), disse que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá aceitar a decisão de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) sobre manter a votação da CPMI que aprovou a quebra de sigilo de Fábio Luiz Lula da Silva, o “Lulinha”. O parlamentar ainda descartou judicializar a questão.

Alcolumbre disse não haver embasamento para intervir e anular a decisão do colegiado da última quinta-feira (26/02), que em uma votação simbólica – sem o registro nominal dos votos – aprovou por 14 votos a 7 as quebras de sigilo telemático e bancário do filho do presidente.

Depois da decisão, o líder do governo passou a alegar que a “raiz” do conflito teria sido a recusa do presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), em pautar requerimentos de interesse do governo, como a convocação da sócia de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e quebras de sigilo do Clava Bank, fintech do pastor evangélico bolsonarista André Valadão.

“Nos rendemos e nos curvamos ao entendimento pacificado no dia de hoje (…) Da nossa parte, essa questão está encerrada e o que esperamos da direção da CPMI é que na próxima quinta-feira os nossos 25 requerimentos sejam pautados”, disse Randolfe.

O líder do governo ainda afirmou que, caso os requerimentos dos governistas tivessem sido pautados juntos aos que miravam Lulinha, teriam votado a favor “com certeza”. Randolfe negou que a decisão de Alcolumbre prejudica a relação com o governo Lula.

Careca

Lulinha passou a ser alvo da CPMI após as investigações por desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mencionarem um suposto vínculo dele com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Os requerimentos foram capitaneados pela oposição e se deram dias depois se ser tornado público que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça ter autorizado a quebra de sigilo do filho do presidente em janeiro.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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