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Candidatos à Presidência da República nas eleições de 2018: veja quem são
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8 anos atrásem
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G1
Prazo para realizar convenções termina neste domingo (5). Nomes escolhidos devem ser registrados até o dia 15, segundo calendário do TSE.
Alvaro Dias (Podemos)

O senador Alvaro Dias, candidato do Podemos à Presidência, durante a convenção do partido (Foto: Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo)
O Podemos confirmou o senador Alvaro Dias como candidato à Presidência em convenção neste sábado (4), em Curitiba. O vice da chapa é o economista Paulo Rabello de Castro, do PSC, que desistiu de ter candidatura própria.
Dias cumpre o quarto mandato de senador (três consecutivos desde 1999 e um de 1983 a 1987). Entre 1987 e 1991, foi governador do Paraná. Começou a carreira política no PMDB. Depois passou por PST e PP, até se filiar ao PSDB, em 1994.
Em 2001, foi expulso por agir contra orientações do partido, mas retornou em 2003 e voltou a sair em janeiro de 2016, para entrar no PV. No ano seguinte foi para o Podemos, antigo PTN, partido pelo qual anunciou a pré-candidatura à Presidência da República em novembro, durante evento no Rio de Janeiro.
Cabo Daciolo (Patriota)
O Patriota oficializou a escolha de Cabo Daciolo como o candidato da sigla à Presidência da República em sua convenção nacional neste sábado (4). A vice na chapa é a pedagoga Suelene Balduino Nascimento, também filiada ao Patriota.
Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, de 42 anos, foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro nas eleições de 2014. Ele disputará a Presidência pela primeira vez.
Ciro Gomes (PDT)

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, durante convenção do partido no dia 20 de julho (Foto: Walterson Rosa/Framephoto/Estadão Conteúdo)
O PDT definiu o nome de Ciro Gomes como candidato à Presidência em convenção partidária em 20 de julho, em Brasília. O candidato a vice ainda não foi definido.
Atual vice-presidente do partido, Ciro Gomes foi ministro da Fazenda entre setembro de 1994 e janeiro de 1995, período do final do governo de Itamar Franco e início do governo Fernando Henrique Cardoso. Foi também ministro da Integração Nacional, entre janeiro de 2003 e março de 2006, no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.
Disputou a Presidência duas vezes (1998 e 2002, derrotado em ambas). Foi governador do Ceará, prefeito de Fortaleza e deputado estadual e federal pelo Ceará. Já se filiou a sete partidos (PDS, PMDB, PSDB, PPS, PSB, PROS e PDT).
Geraldo Alckmin (PSDB)

O ex-governador de SP Geraldo Alckmin durante convenção do PSDB, em Brasília (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
O PSDB confirmou a condidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República em sua convenção nacional neste sábado (4). A candidata a vice é a senadora Ana Amélia (PP).
Médico de formação, Geraldo Alckmin começou a carreira pública em Pindamonhangaba, onde se elegeu vereador em 1973. Depois, foi prefeito da cidade e deputado estadual e federal por São Paulo. Em 1986, se elegeu deputado constituinte federal. Em 1988, deixou o PMDB, partido que integrava até então, para fundar o PSDB. Em 2001, assumiu o governo de São Paulo após a morte do então governador Mário Covas. Se reelegeu em 2002.
Em 2006, Alckmin disputou a Presidência e perdeu para o então presidente Lula. Em 2010, elegeu-se novamente para o governo de São Paulo, reeleito em 2014. Em dezembro de 2017, foi eleito presidente nacional do PSDB e anunciou a pré-candidatura para o Palácio do Planalto.
Guilherme Boulos (PSOL)
O PSOL confirmou em convenção nacional em 21 de julho, em São Paulo, a escolha de Guilherme Boulos como candidato à Presidência da República. A candidata a vice-presidente é a ativista indígena Sônia Guajajara, também do PSOL.
Boulos tem 36 anos e é coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST). Ele disputará a Presidência pela primeira vez. Antes de se tornar líder do MTST, Boulos foi militante estudantil na União da Juventude Comunista e se formou em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP).
Filiou-se em março ao PSOL. No mesmo mês, foi lançado como pré-candidato após receber maioria dos votos em disputa com outros três nomes do partido.
Henrique Meirelles (MDB)
O MDB oficializou a candidatura de Henrique Meirelles nesta quinta-feira (2), em convenção em Brasília. O partido ainda não definiu o candidato a vice.
Ex-ministro da Fazenda do governo Michel Temer, Meirelles fez carreira como executivo da área financeira. Ocupou a presidência do Bank of Boston no Brasil entre 1984 e 1996, quando foi escolhido para presidente mundial da companhia.
Em 2002, Meirelles se elegeu deputado federal pelo PSDB de Goiás. Em 2003, assumiu a presidência do Banco Central, escolhido pelo então presidente Lula. Comandou o BC até 2010, quando terminou o governo Lula. Em abril deste ano, trocou o PSD pelo MDB. Voltou a integrar o governo em 2016, como ministro da Fazenda, convidado Temer, que assumiu após o afastamento e posterior impeachment de Dilma Rousseff.
Jair Bolsonaro (PSL)

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, durante a convenção do partido (Foto: Ian Cheibub/Agif/Estadão Conteúdo)
O PSL confirmou o deputado federal Jair Bolsonaro como candidato da legenda à Presidência da República em 22 de julho, no Rio de Janeiro. O candidato a vice ainda não foi definido.
Militar da reserva, Bolsonaro cumpre o sétimo mandato consecutivo como deputado. Em 5 de janeiro, o parlamentar deixou o Partido Social Cristão (PSC) e anunciou que se filiaria ao PSL. Pouco depois, anunciou que pela sigla seria pré-candidato à Presidência, nona legenda à qual se filiou.
Atualmente o parlamentar é réu em ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF) por suposto crime de apologia ao estupro e injúria, por afirmar que não estupraria a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela “não merece”. A defesa nega que Bolsonaro tenha feito apologia ao estupro.
João Amoêdo (Novo)

O candidato à Presidência pelo Partido Novo, João Amôedo (Foto: Bruno Rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo)
O Partido Novo oficializou a candidatura de João Amoêdo à Presidência da República neste sábado (4). Ele terá como candidato a vice o professor universitário Christian Lohbauer, de 51 anos.
O empresário carioca de 55 anos fez carreira como executivo de empresas e, em novembro do ano passado, foi anunciado como pré-candidato a presidente do Partido Novo. Amoêdo é um dos fundadores da sigla, que presidiu entre setembro de 2015 e julho de 2017, quando se afastou por causa da pré-candidatura.
Formado em Engenharia Civil e Administração, teve a maior parte da atuação profissional em instituições financeiras. Foi vice-presidente do Unibanco e membro do conselho de administração do Itaú-BBA. Em 2011, passou a integrar o Conselho de Administração da construtora João Fortes. No mesmo ano, participou da fundação no Partido Novo.
José Maria Eymael (DC)
O DC confirmou em convenção nacional em 28 de julho, em São Paulo, a escolha de José Maria Eymael como candidato à Presidência da República. O candidato a vice-presidente é o pastor Helvio Costa.
Presidente nacional do DC, Eymael já disputou quatro vezes a Presidência da República (1998, 2006, 2010 e 2014, derrotado em todas). Deputado federal constituinte em 1988, o candidato exerceu dois mandatos na Câmara dos Deputados (entre 1987 e 1995).
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Lula discursa no sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo em foto de janeiro de 2018 (Foto: Leonardo Benassatto/Reuters)
O PT confirmou em convenção nacional neste sábado (4), em São Paulo, a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. O candidato a vice ainda não foi definido.
O metalúrgico e ex-sindicalista é lançado como candidato à Presidência pela sexta vez. Ele ocupou o cargo por dois mandatos consecutivos (2003-2006 e 2007-2010).
Lula está preso desde o começo de abril, condenado em segunda instância no caso do triplex em Guarujá, a doze anos e um mês de prisão, o que, de acordo com a lei da ficha limpa, o torna inelegível. Mas a questão precisa ser decidida pelo TSE e só pode ser julgada depois do registro oficial.
Manuela D’Ávila (PCdoB)

PC do B oficializa candidatura de Manuela D’Ávila à Presidência (Foto: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo)
O PCdoB oficializou em convenção, nesta quarta-feira (1º), em Brasília, a candidatura de Manuela D’Ávila à Presidência da República. Será a primeira vez que o partido tem candidatura própria desde 1989. Até então, o PCdoB tinha integrado coligações encabeçadas pelo PT. O candidato a vice ainda não foi definido.
Jornalista, Manuela tem 36 anos e iniciou a carreira política no movimento estudantil. Foi vice-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) em 2003. Em 2004, se elegeu vereadora em Porto Alegre.
Dois anos depois, em 2006, foi eleita deputada federal, reeleita em 2010. Desde 2015, é deputada estadual no Rio Grande do Sul. A pré-candidatura à Presidência da República foi anunciada em 5 de novembro de 2017 pelo PCdoB. Ela disputou ainda duas vezes a prefeitura de Porto Alegre, em 2012 e 2016, mas não foi eleita.
Marina Silva (Rede)

A ex-senadora Marina Silva é oficializada pela Rede candidata à Presidência (Foto: Tiago Hardman/Futura Press/Estadão Conteúdo)
A Rede Sustentabilidade oficializou a candidatura de Marina Silva à presidência da República pela sigla em sua convenção nacional neste sábado (4). O partido também confirmou Eduardo Jorge (PV) como candidato a vice.
Marina foi deputada estadual no Acre (1991-1994) e senadora pelo mesmo estado por dois mandatos (1995 a 2010). Ela se licenciou do Senado de 2003 a 2008, quando ocupou o cargo de ministra do Meio Ambiente no governo Luiz Inácio Lula da Silva.
Filiada ao PT desde 1986, deixou a legenda em 2009 para se filiar ao PV, partido pelo qual concorreu à Presidência em 2010, mas não conseguiu chegar ao segundo turno. Em 2014, se candidatou novamente, desta vez pelo PSB.
Vera Lúcia (PSTU)
A candidatura de Vera Lúcia pelo PSTU foi confirmada em 20 de julho em convenção do partido. O professor Hertz Dias, da rede pública do Maranhão, foi anunciado como vice na chapa. Não haverá coligação no PSTU.
Vera Lúcia tem 50 anos e militou no PT, mas foi expulsa do partido em 1992 junto com integrantes do grupo político Convergência Socialista, que anos depois fundou o PSTU. Ela foi candidata a prefeita de Aracaju em 2012 e é graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Sergipe (UFS).
Hertz Dias, de 47 anos, é militante do movimento negro e integrante do grupo Gíria Vermelha, que compõe canções de protesto.
Datas das convenções
| Data | Partido | Candidato | Cidade |
| 20/7 | PDT | Ciro Gomes | Brasília (DF) |
| 20/7 | PSC | Apoio a Álvaro Dias | Brasília (DF) |
| 20/7 | PSTU | Vera Lúcia | São Paulo (SP) |
| 21/7 | PCB | Apoio a Guilherme Boulos | Rio de Janeiro (RJ) |
| 21/7 | PSOL | Guilherme Boulos | São Paulo (SP) |
| 21/7 | Avante | Sem pré-candidato | Belo Horizonte (MG) |
| 21/7 | PMN | Sem pré-candidato | Brasília (DF) |
| 22/7 | PSL | Jair Bolsonaro | Rio de Janeiro (RJ) |
| 28/7 | Democracia Cristã | José Maria Eymael | São Paulo (SP) |
| 28/7 | PTB | Apoio a Geraldo Alckmin | Brasília (DF) |
| 28/7 | PV | Sem pré-candidato | Brasilia (DF) |
| 28/7 | PSD | Apoio a Geraldo Alckmin | São Paulo (SP) |
| 28/7 | SD | Apoio a Geraldo Alckmin | São Paulo (SP) |
| 1/8 | PCdoB | Manuela D’Ávila | Brasília (DF) |
| 1/8 | PRP | Apoio a Álvaro Dias | Rio Preto (SP) |
| 1/8 | PRB | Apoio a Geraldo Alckmin | Brasília (DF) |
| 2/8 | MDB | Henrique Meirelles | Brasília (DF) |
| 2/8 | DEM | Apoio a Geraldo Alckmin | Brasília (DF) |
| 2/8 | PP | Apoio a Geraldo Alckmin | Brasília (DF) |
| 2/8 | PHS | Sem pré-candidato | Brasília (DF) |
| 4/8 | Patriota | Cabo Daciolo | Barrinha (SP) |
| 4/8 | PT | Luiz Inácio Lula da Silva | São Paulo (SP) |
| 4/8 | PSDB | Geraldo Alckmin | Brasília (DF) |
| 4/8 | Novo | João Amoêdo | São Paulo (SP) |
| 4/8 | Rede | Marina Silva | Brasilia (DF) |
| 4/8 | Podemos | Álvaro Dias | Curitiba (PR) |
| 4/8 | PPS | Apoio a Geraldo Alckmin | Brasília (DF) |
| 4/8 | PR | Apoio a Geraldo Alckmin | Brasília (DF) |
| 5/8 | PRTB | Levy Fidelix | São Paulo (SP) |
| 5/8 | PSB | Ainda sem definição | Brasília (DF) |
| 5/8 | PPL | João Goulart Filho | São Paulo (SP) |
| 5/8 | PTC | Sem pré-candidato | Rio de Janeiro (RJ) |
| 5/8 | PMB | Sem pré-candidato | Brasília (DF) |
(ATUALIZAÇÃO: O economista Paulo Rabello de Castro chegou a ser oficializado candidato à Presidência pelo PSC em 20 de julho, mas retirou a candidatura em 1º de agosto).
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Vazamento de óleo deixa trecho da BR-364 escorregadio e mobiliza equipes em Cruzeiro do Sul
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60 minutos atrásem
23 de março de 2026Por
Keliton Diogo
Ação conjunta da PRF e Bombeiros evitou acidentes; pista foi liberada após quase duas horas de trabalho
Um vazamento de óleo foi registrado na BR-364, em Cruzeiro do Sul, na noite desse domingo (22), mobilizando equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Corpo de Bombeiros.
O incidente deixou a pista bastante escorregadia em um trecho próximo ao Rio Cigana, provocando riscos aos motoristas e a formação de fila de veículos durante o atendimento da ocorrência.
De acordo com as autoridades, cerca de 300 metros da rodovia foram contaminados pelo óleo, a partir da ponte do Rio Cigana, no sentido Liberdade. A suspeita é de que o vazamento tenha sido causado por uma falha mecânica em um caminhão, possivelmente pelo rompimento de uma mangueira de óleo.
Para conter o risco de acidentes, as equipes utilizaram aproximadamente 4 mil litros de água com jato de alta pressão para realizar a limpeza da pista. Também foram empregados cerca de 50 litros de serragem para absorver o óleo nos pontos de maior concentração.
Durante a operação, a PRF atuou no controle e balizamento do trânsito, garantindo a segurança dos condutores. A ocorrência durou cerca de 1 hora e 50 minutos, e, após a conclusão dos trabalhos, o tráfego foi totalmente liberado na rodovia.
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Conflito familiar termina com dois presos e homem esfaqueado em Cruzeiro do Sul
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3 horas atrásem
23 de março de 2026Por
Da Redação
Caso de violência doméstica evoluiu para agressão com faca; vítima foi atendida na UPA antes de ser levada à delegacia
Um caso de violência doméstica registrado neste domingo (22), na BR-307, em Cruzeiro do Sul, terminou com dois homens presos e um ferido após um conflito familiar.
A Polícia Militar foi acionada para atender à ocorrência, onde o patriarca da família relatou que seu filho, Eliomar, costuma ingerir bebida alcoólica e ir até a residência dos pais para fazer ameaças de forma recorrente. Na ocasião, ele chegou embriagado, ameaçando os familiares e causando danos no interior do imóvel.
Durante a confusão, o sobrinho do autor, João Vitor, interveio na situação, o que resultou em agressões físicas. No confronto, ele desferiu um golpe de faca nas costas de Eliomar.
Diante dos fatos, a Polícia Militar deu voz de prisão a Eliomar pelos crimes relacionados à violência doméstica e familiar, e a João Vitor por lesão corporal e tentativa de homicídio.
O homem ferido foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para receber cuidados médicos e, em seguida, ambos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.
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TJAC mantém condenação do Banco do Brasil por fraude via Pix e garante indenização a cliente
Publicado
3 horas atrásem
23 de março de 2026Por
Da Redação
Tribunal reconhece falha na prestação de serviço e determina ressarcimento integral, além de danos morais
O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) manteve, nesta segunda-feira (23), a condenação do Banco do Brasil ao ressarcimento integral de R$ 12.998,98 e ao pagamento de R$ 4 mil por danos morais a uma consumidora vítima de fraude via Pix. A decisão foi proferida pela Primeira Câmara Cível, com relatoria do desembargador Elcio Mendes.
O banco recorreu da sentença de primeiro grau, que havia julgado procedente o pedido da autora, alegando ausência de responsabilidade da instituição financeira e solicitando a exclusão ou redução da indenização por danos morais. No entanto, os argumentos foram rejeitados pelo colegiado.
Na decisão, foi reconhecida a responsabilidade do banco com base na teoria do risco do empreendimento, enquadrando a fraude como fortuito interno — situação em que o prejuízo decorre de falhas relacionadas à própria atividade da instituição, como fraudes bancárias.
O tribunal entendeu que houve falha na prestação do serviço e que, comprovados os danos, o Banco do Brasil tem o dever de indenizar a cliente, incluindo compensação pelo abalo psicológico sofrido.






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