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Câmara Municipal de Rio Branco define membros das comissões permanentes

Os vereadores da Câmara Municipal de Rio Branco definiram, na tarde desta quarta-feira (5 de fevereiro), a composição das 13 comissões permanentes da Casa, incluindo os membros titulares e suplentes.
Agora, os parlamentares deverão eleger os presidentes de cada comissão nos próximos dias. Entre os grupos mais estratégicos estão a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a Comissão de Orçamento, Finanças e Tributação (COFT).
A ausência de representantes do União Brasil e do PL — partidos ligados à prefeitura — nessas duas comissões chama atenção e pode influenciar os debates sobre projetos do Executivo.

Confira a composição das comissões:
(Lista completa das comissões e seus membros a seguir.)
Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final (CCJ)
Titulares:
Aiache
Samir Bestene
André Kamai
Zé Lopes
Bruno Moraes
Suplente:
Neném Almeida
Comissão de Orçamento, Finanças e Tributação (COFT)
Titulares:
Márcio Mustafá
Neném Almeida
Fábio Araújo
Bruno Moraes
Elzinha Mendonça
Suplentes:
Samir Bestene
André Kamai
Comissão de Urbanismo, Infraestrutura e Transporte (CUIT)
Titulares:
Bruno Moraes
Samir Bestene
Eber Machado
Mateus Paiva
Márcio Mustafá
Suplentes:
Lucilene Vale
Neném Almeida
Comissão de Educação, Cultura e Desporto (CEDU)
Titulares:
Elzinha Mendonça
Lucilene Vale
André Kamai
Mateus Paiva
Zé Lopes
Suplentes:
Neném Almeida
Eber Machado
Comissão de Saúde e Assistência Social (CSAS)
Titulares:
Lucilene Vale
Aiache
Neném Almeida
João Paulo
Bruno Moraes
Suplentes:
Eber Machado
Elzinha Mendonça
Comissão de Meio Ambiente (CMA)
Titulares:
Lucilene Vale
Eber Machado
Moacir Jr.
André Kamai
Bruno Moraes
Suplentes:
Aiache
Samir Bestene
Comissão de Direitos Humanos (CDH)
Titulares:
Elzinha Mendonça
Eber Machado
Zé Lopes
André Kamai
Bruno Moraes
Suplentes:
João Paulo
Lucilene Vale
Comissão de Esporte
Titulares:
Samir Bestene
Neném Almeida
Márcio Mustafá
André Kamai
Bruno Moraes
Suplentes:
Eber Machado
Aiache
Comissão de Legislação Participativa (CLP)
Titulares:
Aiache
Lucilene Vale
Eber Machado
André Kamai
João Paulo
Suplentes:
Neném Almeida
Bruno Moraes
Comissão de Cultura
Titulares:
Samir Bestene
Elzinha Mendonça
Lucilene Vale
André Kamai
Fábio Araújo
Suplentes:
Neném Almeida
Bruno Moraes
Comissão de Fiscalização e Controle
Titulares:
Bruno Moraes
Elzinha Mendonça
Eber Machado
André Kamai
Fábio Araújo
Suplentes:
Neném Almeida
Samir Bestene
Comissão de Defesa da Mulher
Titulares:
Elzinha Mendonça
Samir Bestene
André Kamai
Lucilene Vale
Eber Machado
Suplentes:
João Paulo
Aiache
Comissão de Ética
Titulares:
Elzinha Mendonça
Samir Bestene
Fábio Araújo
Moacir Jr.
Neném Almeida
Suplentes:
João Paulo
Márcio Mustafá
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Acusado de homicídio é condenado a 52 anos de prisão pelo Tribunal do Júri em Rio Branco
Conselho de Sentença absolve segundo réu por falta de provas; crime ocorreu em 2020 no Conjunto Jacarandá

Foto: Reprodução
Rogério Furtado dos Santos, conhecido como “Solução”, de 33 anos, foi condenado nesta terça-feira (10) a 52 anos de reclusão em regime fechado pelo crime de homicídio qualificado. A decisão foi proferida pelo Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri, em julgamento realizado no Fórum Criminal de Rio Branco e presidido pelo juiz Fábio Farias.
No mesmo julgamento, o Conselho absolveu Vagner de Aguiar Moraes, conhecido como “Latrô”, por falta de provas.
Rogério foi acusado pela execução de Jair de Figueiredo Castelo Filho, de 23 anos, crime ocorrido em 2020. Ele já havia sido condenado, em outubro do ano passado, a 42 anos de prisão por outro homicídio.
O crime
O assassinato julgado ocorreu na madrugada de 28 de janeiro de 2020. Conforme a denúncia, dois homens em uma motocicleta invadiram uma residência no Conjunto Jacarandá, no Segundo Distrito de Rio Branco. Dentro do imóvel, efetuaram diversos disparos contra Jair de Figueiredo Castelo Filho, que morreu no local.
Após o crime, os suspeitos fugiram levando o celular da vítima, na tentativa de dificultar as investigações. Dias depois, investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) identificaram Rogério Furtado e Valber Aguiar como suspeitos. À época, ambos haviam fugido do presídio local poucos dias antes do homicídio.
Os dois foram recapturados, indiciados e denunciados à Justiça. No julgamento realizado nesta terça-feira, o Conselho de Sentença decidiu pela condenação de Rogério Furtado e pela absolvição de Valber Aguiar por insuficiência de provas.
Com a nova condenação, Rogério soma 94 anos de reclusão, considerando também a pena de 42 anos imposta anteriormente pela morte de Wesley Santos Barbosa, de 19 anos, ocorrida em 2016, no Residencial Rosalinda.
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PCAC participa de operação da FICCO que mira esquema de tráfico interestadual e bloqueia até R$ 5 milhões em bens

Investigação identificou grupo estruturado responsável por movimentar grandes quantidades de drogas pelo país. Foto: Emerson Lima/ PCAC
A Polícia Civil do Acre (PCAC) participou, nesta quarta-feira, 11, de uma operação integrada deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre (FICCO/AC), com o objetivo de desarticular um esquema criminoso de tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro.
A ação cumpre cinco mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco, nas cidades de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no Acre, e em Aracaju, no estado de Sergipe. Além disso, a Justiça autorizou o sequestro de bens e o bloqueio de valores até o limite de R$ 5 milhões, com o objetivo de descapitalizar o grupo investigado.
As investigações apontam que a organização criminosa atuava de forma estruturada e permanente, movimentando grandes quantidades de entorpecentes e utilizando mecanismos sofisticados para ocultar o patrimônio obtido de forma ilícita. Para dissimular a origem dos recursos, os investigados recorriam ao uso de pessoas interpostas e empresas de fachada.
Ao longo da apuração, foram identificados pelo menos cinco eventos principais relacionados ao tráfico de drogas, que resultaram na apreensão de aproximadamente 350 quilos de cocaína em diferentes estados do país, incluindo Pará, Goiás e Acre.
Segundo a investigação, um dos líderes do grupo, oriundo de uma conhecida família acreana, exercia papel central na coordenação das atividades criminosas, sendo responsável por articular negociações e a logística de transporte dos entorpecentes entre os estados.
Os suspeitos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, além de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.
A FICCO/AC é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal do Estado do Acre. A operação reforça o compromisso das forças de segurança pública no enfrentamento ao tráfico de drogas e ao crime organizado, buscando atingir não apenas a atividade criminosa em si, mas também a estrutura financeira dos grupos investigados.
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Homem é condenado a mais de 7 anos por roubo de celular dentro de cemitério em Rio Branco
Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, já tinha outras condenações e praticou o crime usando tornozeleira eletrônica; juiz nega liberdade para recorrer

Lelândio Lopes e um comparsa, ainda não identificado, invadiram o cemitério, no início da tarde do dia 10 de novembro do ano passado. Foto: captada
Pela terceira vez, Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, foi condenado pela Justiça do Acre — agora por roubar o celular de um funcionário do Cemitério São João Batista, em Rio Branco, em novembro do ano passado. O juiz da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da capital julgou procedente a denúncia do Ministério Público e aplicou pena de 7 anos, 4 meses e 16 dias de reclusão em regime semiaberto.
O crime ocorreu no início da tarde do dia 10 de novembro, quando Lelândio e um comparsa ainda não identificado invadiram o cemitério, renderam um funcionário que trabalhava em uma obra e levaram o aparelho celular. As imagens de câmeras de segurança mostraram a ação e a fuga dos criminosos, perseguidos pela vítima.
Investigadores da Delegacia de Crimes de Roubo e Extorsão (DCORE) identificaram Lelândio por meio das gravações e constataram que ele usava tornozeleira eletrônica no momento do crime. Dados do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) confirmaram sua presença no local, e a vítima o reconheceu na sede da polícia.
O réu não poderá recorrer em liberdade, pois cometeu o delito enquanto cumpria pena por outro crime.

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