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Brasil

Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 6

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Mães de bebês de até seis meses recebem adicional de R$ 50

A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira (24) a parcela de novembro do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 6. Pelo segundo mês seguido, o benefício tem um adicional para mães de bebês de até seis meses de idade.

Chamado de Benefício Variável Familiar Nutriz, o adicional corresponde a seis parcelas de R$ 50 para garantir a alimentação da criança. Com o novo acréscimo, que destina R$ 16,8 milhões a 349 mil mães neste mês, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome informa que está concluída a implementação do novo Bolsa Família.

Além do novo adicional, o Bolsa Família paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício está em R$ 677,88. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 21,18 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,26 bilhões.

De 11 a 15 de outubro, ocorreu a segunda etapa da qualificação automática de dados do Cadastro Único, que integra os dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, 571,34 mil famílias foram excluídas do programa em novembro por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS.

Em compensação, outras 260 mil famílias passaram a fazer parte do programa em novembro. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício. Desde março, 2,66 milhões de famílias passaram a fazer parte do Bolsa Família.

Regra de proteção

Cerca de 2,54 milhões de famílias estão na regra de proteção em novembro. Em vigor desde junho, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 372,52.

Reestruturação

Desde o início do ano, o programa social voltou a chamar-se Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu o gasto de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos neste ano, dos quais R$ 70 bilhões estão destinados a custear o benefício.

O pagamento do adicional de R$ 150 começou em março, após o governo fazer um pente-fino no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), para eliminar fraudes.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

 

Calendário do Bolsa Família
Calendário do Bolsa Família – Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em dezembro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência no recebimento da verba, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Edição: Aline Leal

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Brasil

Waack questiona “missão divina” de Mendonça no STF em meio a avanço do caso Master e divide opiniões

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Jornalista contrasta convicções religiosas do ministro com exigência de imparcialidade na Corte; internautas resgatam profecia de 28 anos sobre trajetória do magistrado

O jornalista, conhecido pelo tom ácido, destacou que o cenário jurídico atual é delicado, sugerindo que a busca pela verdade tornou-se um exercício coletivo de esperança. Foto: captada 

Uma análise feita pelo jornalista William Waack, durante a abertura do programa WW, na CNN Brasil, colocou sob holofotes a postura do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). O comentário ocorreu em meio ao avanço da investigação que culminou na prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Fé e Justiça em debate

Waack questionou a associação frequente que Mendonça faz entre sua atuação na Corte e uma suposta “missão” recebida de Deus. Em artigo recente, o jornalista afirmou que o ministro, “homem de profunda convicção religiosa, teria imediatamente se recolhido em orações ao saber que fora sorteado como novo relator do caso Master”.

O jornalista, conhecido pelo tom ácido, destacou que o cenário jurídico atual é delicado, sugerindo que a busca pela verdade tornou-se um exercício coletivo de esperança, dado o peso das denúncias envolvendo figuras de alto escalão do mercado financeiro e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os pontos levantados pelo jornalista na abertura do programa incluem:

  • A gravidade das provas que sustentam a Operação Compliance Zero.

  • O contraste entre as convicções religiosas do ministro e a exigência de imparcialidade no STF.

  • As críticas direcionadas à lentidão ou omissão da Procuradoria-Geral da República.

Atuação no caso Master

Especialistas apontam que Mendonça, ao assumir a relatoria do caso Master, tem demonstrado postura diferente da do relator anterior, ministro Dias Toffoli. Em decisões recentes, Mendonça restabeleceu a autonomia da Polícia Federal nas investigações e permitiu que o Congresso Nacional exerça seu poder investigativo, contrastando com medidas anteriores adotadas por Toffoli. O caso já gerou mais de trinta procedimentos na Polícia Federal.

Analistas jurídicos consideram que Mendonça, por não integrar grupos políticos específicos dentro do STF, pode aproveitar a oportunidade para mostrar protagonismo na condução do processo.

Profecias e trajetória pública

Após a repercussão da fala de Waack, internautas resgataram o relato de André Mendonça sobre uma profecia recebida há 28 anos, na qual sua trajetória seria marcada por um propósito maior no serviço ao país. O ministro já declarou publicamente, durante pregações, ser “um instrumento de Deus no Supremo”.

O uso dessa narrativa por parte do magistrado tem sido alvo de debates intensos, dividindo opiniões entre aqueles que veem coerência com seus princípios e críticos que apontam risco à laicidade do Judiciário.

A tensão entre a narrativa religiosa do ministro e a condução de casos de corrupção bilionária coloca o STF em uma posição de constante vigilância pelo debate público. Até o momento, o gabinete de Mendonça não se manifestou sobre as críticas feitas durante a transmissão.

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Brasil

Corpo de "Sicário", o espião de Vorcaro, é liberado pelo IML de BH

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Material cedido ao Metrópoles
Sicário

O corpo de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, 43 anos, conhecido como “Sicário”, chegou ao Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IML), em Belo Horizonte, na tarde deste sábado (7/3). Ao Metrópoles, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que o cadáver foi liberado após exames para a família dar prosseguimento ao velório e ao sepultamento. Ele morreu nessa sexta-feira (6/3) após dois dias internado em um hospital da capital mineira.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, havia suspeita de morte cerebral. O óbito foi declarado às 18h55 após o encerramento do protocolo de morte encefálica, iniciado por volta das 10h15 do mesmo dia. A defesa disse que não há informação sobre o enterro de Sicário. 

A Polícia Federal relatou que Luiz Phillipi tentou suicídio na Superintendência Regional da PF depois de ser preso na terceira fase da operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraude no Banco Master.

Luiz Phillipi é apontado como um dos contratados da “milícia pessoal” do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, também preso na força-tarefa. A investigação aponta que o Sicário exercia papel central na coordenação operacional de um grupo denominado “A Turma”. Eles atuavam na coleta de informações, monitoramento e intimidação de pessoas consideradas adversárias, como autoridades, ex-funcionários e jornalistas.

O homem tem uma extensa ficha criminal, com passagens por furto qualificado, ameaças e crimes de trânsito. Ele também já tinha sido investigado por estelionato e associação criminosa.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Datafolha: Lula tem 46% de rejeição contra 45% de Flávio Bolsonaro

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Carla Sena/ Arte Metrópoles
Lula x Flávio Bolsonaro

A primeira pesquisa do Instituto Datafolha em 2026, divulgada neste sábado (7/3), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 46% de rejeição, contra 45% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A última pesquisa do instituto, realizada entre 2 e 4 de dezembro de 2025, foi divulgada um dia depois de o Metrópoles noticiar que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) escolheu Flávio como candidato do bolsonarismo nas eleições presidenciais de 2026. À época, foi mostrado que Lula era rejeitado por 44% e Flávio, por 38%.

Hoje, os rivais registram índices semelhantes de eleitores que afirmam não votar neles de forma alguma.

Depois deles, na lista de rejeição, aparecem Fernando Haddad com 27%; Ratinho Jr. com 19%; Tarcísio de Freitas, com 18%; Romeu Zema, com 17%; Eduardo Leite, com 15%; Renan Santos e Ronaldo Caiado, ambos com 14%; e Aldo Rebelo, com 12%.

O levantamento foi realizada entre 3 e 5 de março e entrevistou 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, em 137 cidades brasileiras.

A margem de erro de dois pontos percentuais, tanto para mais quanto para menos. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral com o código BR-03715/2026.

2º turno

Sobre as intenções de voto, Lula aparece na frente em todas as possibilidades de primeiro turno. No entanto, a pesquisa mostra que Flávio teve um aumento na candidatura, e, no segundo turno, há uma disputa equilibrada entre os dois.

O filho “01” do ex-presidente Jair Bolsonaro marca 43%, e Lula, 46%.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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