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Brasília recebe o Festival Música Transforma em junho

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Brasília recebe o Festival Música Transforma em junho
Redação GPS

Brasília recebe o Festival Música Transforma em junho

Entre os dias nove e 15 de junho, o Distrito Federal será tomado pela música instrumental com a terceira edição do Festival Música Transforma. Este ano, o evento, que é o maior desde sua criação em 2018, oferece 12 apresentações gratuitas, reunindo talentos emergentes e consolidados de diversas regiões brasileiras.

Os shows acontecerão em diferentes locais do Plano Piloto, incluindo a Escola de Música de Brasília, TETA Cheese Bar, Clube do Choro, Teatro Garagem, Infinu e Eye Patch Panda.

A programação diversificada do festival inclui uma variedade de gêneros musicais, desde o erudito ao popular, passando pelo jazz e brasilidades. Com apresentações que vão desde momentos mais intimistas até shows que prometem fazer o público dançar, o evento deste ano celebra os seis anos de história do projeto.

A abertura do festival no dia nove de junho contará com a pianista candanga Ligia Moreno, que se apresentará no Teatro da Escola de Música de Brasília, local onde iniciou sua carreira. No dia seguinte, o Trio Aretê, também do DF, trará um jazz brasileiro intimista ao TETA Cheese Bar.

O Clube do Choro será o palco de estreias na terça-feira (11), com apresentações da harpista Arícia Ferigato Quarteto e da pianista Iara Gomes Quarteto, lançando seus novos trabalhos, ‘Pequenas Voltas’ e ‘Coisas Inúteis’. A quarta-feira (12) trará uma colaboração entre o paraibano Salomão Soares e os candangos Lucas Rodrigues e Renato Galv Santos no Teatro SESC Garagem, com uma apresentação de jazz brasileiro e muitas improvisações.

Na quinta-feira (13), a Infinu receberá a Real Gang, banda de punk jazz do DF, e o saxofonista paulista Vinicius Chagas, seguidos por um show solo inédito do trompetista Moisés Alves. Na sexta-feira (14), Zé Krishna apresentará sua fusão de influências musicais do Brasil e da Índia no Eye Patch Panda.

O encerramento do festival no sábado (15) será uma grande celebração no pátio da Escola de Música de Brasília, começando com apresentações dos alunos da escola. O cavaquinista Léo Benon e Regional (DF) tocarão choro, seguidos pelo Adriana Losi Quarteto (GO) com um show dedicado a compositoras mulheres. O saxofonista Esdras Nogueira e o guitarrista paraense Manoel Cordeiro prometem um espetáculo dançante, combinando jazz e guitarrada. Fechando o evento, a Foli Griô Orquestra do Rio de Janeiro trará a energia do afrobeat com seus sopros e tambores.

Serviço

FESTIVAL MÚSICA TRANSFORMA 2024 (3a EDIÇÃO)
Quem se apresenta: Ligia Moreno, Trio Aretê, Arícia Ferigato Quarteto, Iara Gomes Quarteto, Salomão Soares, Lucas Rodrigues, Renato Galv Santos, Real Gang, Vinicius Chagas, Moisés Alves, Zé Krishna, Alunos da EMB, Leo Benon e Regional, Adriana Losi Quarteto, Esdras Nogueira, Manoel Cordeiro, Foli Griô Orquestra
Quando: Dia 9 de junho, às 19h; 10 a 14 de junho, às 20h; e 15 de junho, às 15h
Onde: Escola de Música de Brasília, TETA Cheese Bar, Clube do Choro, Teatro Garagem, Infinu e Eye Patch Panda
Mais informações: @ festivalmusicatransforma | festivalmusicatransforma.com .

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Fonte: Nacional

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Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

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Reprodução/El Treze
Imagem colorida, Ré por injúria racial, advogada argentina diz que "não teve intenção" - Metrópoles

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.

Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.


Entenda o caso

  • O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
  • Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
  • Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
  • Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
  • A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.

Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina

Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.

“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.

A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.

Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.

O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Estado se reúne com Banco Interamericano de Desenvolvimento para tratar sobre avanços na gestão e sustentabilidade fiscais

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O Profisco 3 terá um investimento de 35,2 milhões de dólares, que gira em torno de mais de R$ 180 milhões, e tem a proposta de ser o pilar da modernização fiscal e financeira do Estado

Intenção das tratativas é seguir avançando na modernização da gestão e sustentabilidade fiscais. Foto: Aleff Matos/Sefaz

Diante do atual cenário macroeconômico nacional e estadual e da crescente necessidade de implementar modernizações na gestão fiscal, financeira e patrimonial na esfera pública, bem como de integrar o fisco estadual com outros níveis de governo e aprimorar o ambiente de negócios, o governo do Acre segue avançando em modernização da gestão e da sustentabilidade fiscais.

Na tarde desta segunda-feira, 9, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) se reuniu com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em uma reunião virtual de engajamento do Programa de Apoio à Gestão Fiscal (Profisco III/AC).

A intenção é modernizar e consolidar a gestão e a sustentabilidade fiscais no estado, com um plano alinhado às diretrizes do governo, simplificando serviços ao contribuinte e tornando o governo mais digital.

Dando ênfase ao caráter sociobioeconômico no desenvolvimento sustentável implementado pelo governo do Estado, a agenda também contou com a presença da Companhia de Desenvolvimento e Serviços Ambientais (CDSA).

“Isso implica adaptar a Sefaz às exigências da nova Reforma Tributária sobre o Consumo (RTC), impulsionar a transformação digital, além de garantir eficiência administrativa e sustentabilidade fiscal”, disse o diretor de Governança Estratégica da Sefaz, Adriano Magalhães.

O Profisco 3 terá um investimento de 35,2 milhões de dólares, que gira em torno de mais de R$ 180 milhões, e tem a proposta de ser o pilar da modernização fiscal e financeira do Estado.

“Os investimentos em modernização visam, sobretudo, proteger os interesses da população e do Estado, alinhados às propostas do banco [BID], possibilitando a otimização do gasto público e contribuindo para a simplificação de procedimentos, facilitando a vida do cidadão, do contribuinte”, afirmou o gestor.

Apoio do BID

Na área fiscal, os estados brasileiros têm contado com o apoio do BID, a fim de promover o crescimento econômico e reduzir a desigualdade e a pobreza. Nesse sentido, a instituição financeira tem apoiado o fortalecimento das finanças públicas no Brasil por mais de 20 anos, com programas fiscais. O primeiro programa foi direcionado à modernização da Receita Federal, finalizado em 1995. Agora, nos estados, ele apoia o terceiro ciclo de modernização fiscal, com o Profisco.

Proposta é que o Profisco se torne o pilar da modernização fiscal e financeira do Estado. Foto: internet

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PF registra apreensão recorde de R$ 9,5 bilhões do crime organizado

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Divulgação/PF
Foto colorida de policial federal de colete

A Polícia Federal fechou o ano de 2025 com R$ 9,5 bilhões em bens apreendidos de organizações criminosas. A informação consta do balanço de ações apresentado pelo diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, nesta terça-feira (10/2), e foi classificado como um “recorde” para a coorporação.

Rodrigues afirmou que o valor, que ainda pode aumentar com a consolidação de novos dados da PF, corresponde ao que foi “encontrado e retirado do crime organizado”. Segundo ele, o montante compreende apreensões de dinheiro em espécie, imóveis, aeronaves e veículos.

Em coletiva de imprensa, o diretor da PF classificou o resultado como um “recorde”. Nos últimos anos, de acordo com Andrei Rodrigues, o total confiscado do crime organizado ficou entre R$ 1 bilhão e R$ 6 bilhões.

“Isso é dinheiro encontrado e retirado do crime organizado. A gente vem numa crescente, num grande esforço de enfrentar o crime organizado. Para tirar poder do crime organizado, tem que enfrentar o poder econômico”, afirmou.

Andrei Rodrigues também saiu em defesa da integração de forças de segurança — uma das bandeiras do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tenta avançar, no Congresso, com uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria mecanismos para ampliar a colaboração entre as polícias.

Um dos exemplos de integração, segundo Rodrigues, é o avanço de investigações da PF sobre fraudes financeiras no Banco Master. O diretor da PF atribuiu o avanço no caso à “coragem” do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em compartilhar informações com a corporação.

Em outro momento, Andrei Rodrigues também apresentou dados da participação da PF em Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficcos), outro modelo de integração adotados pela Polícia Federal. Em 2025, foram 253 operações das Ficcos e mais de R$ 169 milhões em apreensões.

“A integração é prática. Nós estamos no dia a dia exercitando esse processo. Isso anda e funciona, e os resultados estão aí”, afirmou Rodrigues.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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