Acre
Brasiléia tenta inibir o comércio ilegal de bolivianos na cidade

Rua é fechada todos os domingos por barracas para a venda de produtos ilegais feitos por bolivianos – Foto: captura
Alexandre Lima
O problema é antigo deixado pela administração anterior e as reclamações feitas pelos comerciantes e vereadores de Brasiléia, já vem se acumulando em todos os setores, desde a esfera municipal, estadual e federal.
Desde janeiro do ano corrente, o atual prefeito vem tentando junto ao setor jurídico, encontrar uma solução para o problema que, além de ser ilegal, traz prejuízos àqueles que pagam seus impostos exigidos pelas leis do Brasil.
Ao contrário dos bolivianos que teimam em fazer vendas de produtos de origem duvidosa, sem o desembaraço fiscal que deveria ser feito pela Receita Federal do Brasil. Mesmo com fiscalização esporádicas, é comum a entrada na cidade e prática do comércio pelas ruas tranquilamente.
Outro problema a olhos vistos praticado a cerca de uma década, se pode ver todos os domingos na feira livre municipal, ao lado do cemitério. Sem nenhum constrangimento, cerca de 24 barracas são levantadas e fecham o tráfego na Rua Domingos Lopes.
Segundo foi apurado, até dezembro do 2012, os bolivianos pagavam uma taxa de que não chegava a R$ 10 reais, para que pudessem vender seus produtos pelas ruas da cidade de Brasiléia. Assim, causava um mal estar entre os comerciantes que pagam seus tributos.
“Desde janeiro de 2013, nenhum outro boliviano conseguiu a liberação para vender aqui na feira. A questão está no jurídico da Prefeitura que está procurando uma forma de acabar com esse comércio ilegal que foi deixado pela administração passada e que não traz nenhum benefício para o Município de Brasiléia”, disse Francisco Moraes, gerente municipal da feira.
Também não informado, se o fechamento da Rua tem o pedido protocolado no setor municipal e na Polícia Militar. Caso não tenha, está indo de encontro à Constituição Federal no que se refere ao direito de ir e vir do cidadão brasileiro.
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Acre
Acre ocupa 13ª posição nacional em menor proporção de presos provisórios, aponta ranking do CLP
Levantamento do CLP com base no Depen mostra que 22,8% da população carcerária acreana aguarda julgamento; índice fica abaixo da média nacional

A análise permite avaliar o funcionamento da justiça criminal e o tempo de resposta dos processos, além de indicar possíveis gargalos estruturais que impactam a gestão do sistema penitenciário. Foto: captada
O Acre ocupa a 13ª posição no ranking nacional de estados com menor proporção de presos sem condenação definitiva no sistema prisional. O dado consta no levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP), com base em informações do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), divulgado no Ranking de Competitividade dos Estados na última quinta-feira (5).
De acordo com o estudo, 22,8% da população carcerária do Acre é formada por presos provisórios — pessoas que estão privadas de liberdade enquanto aguardam julgamento ou a conclusão do processo judicial.
Dados do Acre:
- Taxa de presos provisórios: 22,8%
- Posição no ranking: 13º lugar
- Base: Dados do Depen/CLP 2026
- População carcerária total: Inclui provisórios, sentenciados e medidas de segurança
O indicador mede a proporção de presos sem condenação definitiva em relação ao total de pessoas no sistema prisional. A análise permite avaliar o funcionamento da justiça criminal e o tempo de resposta dos processos, além de indicar possíveis gargalos estruturais que impactam a gestão do sistema penitenciário.
Os números no Acre
Segundo o estudo:
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22,8% da população carcerária do Acre é composta por presos provisórios;
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Essas pessoas estão privadas de liberdade enquanto aguardam julgamento ou a conclusão do processo judicial;
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O percentual coloca o estado em posição intermediária no cenário nacional.
O que mede o indicador
O índice analisa:
- Proporção de presos sem condenação definitiva em relação ao total do sistema prisional;
- Funcionamento da justiça criminal;
- Tempo de resposta dos processos judiciais;
- Possíveis gargalos estruturais que afetam a gestão penitenciária.
No ranking nacional, os estados com menor percentual de presos provisórios são Rondônia (10,4%), Paraná (12,4%) e Roraima (14,5%). Já as maiores proporções foram registradas na Bahia (42,8%), Piauí (41,7%) e Pernambuco (39,4%).
Segundo a metodologia do levantamento, a população prisional é composta por presos provisórios, presos sentenciados — que cumprem pena em regimes fechado, semiaberto ou aberto — e pessoas submetidas a medidas de segurança, como internação ou tratamento ambulatorial.
Composição da população prisional
De acordo com a metodologia do levantamento, o sistema prisional é formado por:
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Presos provisórios (aguardando julgamento);
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Presos sentenciados (cumprindo pena nos regimes fechado, semiaberto ou aberto);
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Pessoas submetidas a medidas de segurança (internação ou tratamento ambulatorial).
O que os números indicam
Especialistas apontam que:
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Quanto menor a taxa de presos provisórios, mais eficiente tende a ser o sistema de justiça;
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O índice reflete a capacidade de resposta do Judiciário;
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A posição do Acre indica equilíbrio em comparação com outros estados da região.
O resultado coloca o Acre em situação mais favorável que a média das regiões Norte e Nordeste, embora ainda haja espaço para avanços na celeridade processual e na gestão do sistema prisional. O dado serve como termômetro para políticas públicas voltadas à eficiência da justiça criminal no estado.

Os estados com menor percentual de presos provisórios são Rondônia (10,4%), Paraná (12,4%) e Roraima (14,5%). Já as maiores proporções foram registradas na Bahia (42,8%), Piauí (41,7%) e Pernambuco (39,4%). Foto: assessoria
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Acre
Campanha contra violência à mulher ganha apoio do futebol acreano
Federação e clubes firmam parceria com secretaria estadual para levar mensagens de conscientização aos gramados e torcedores
A campanha de combate à violência contra a mulher ganhou o reforço do futebol acreano após a assinatura de um termo de cooperação entre a Federação de Futebol do Acre e a Secretaria de Estado da Mulher do Acre (Semuher), durante reunião realizada nesta quinta-feira, em Rio Branco.
O encontro contou com a presença do presidente da Federação, Adem Araújo, além de representantes de praticamente todos os clubes do estado, que aderiram à iniciativa e assumiram o compromisso de ajudar a ampliar a divulgação da campanha dentro e fora dos gramados.
Segundo Adem Araújo, o futebol possui grande alcance social e pode contribuir diretamente para a conscientização da população sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres.
Segundo o presidente da Federação Adem Araújo, “O futebol é uma ferramenta muito forte de comunicação com a sociedade. A Federação e os clubes assumem esse compromisso de apoiar essa campanha e ajudar a combater qualquer tipo de violência contra a mulher.”
A presidente do Náuas Futebol Clube, Janete, única mulher à frente de um clube no futebol acreano, destacou a importância da mobilização conjunta das equipes.
“É muito importante ver os clubes unidos nessa causa. Esse apoio fortalece a campanha e mostra que o futebol também pode ser um espaço de respeito e conscientização.”
Já o presidente do Rio Branco Football Club, Gerson, que também atua como defensor público, reforçou o posicionamento da instituição no combate à violência.
“O Rio Branco não apoia nenhum tipo de violência contra as mulheres. Estamos juntos nessa campanha porque é uma causa que precisa do envolvimento de toda a sociedade.”
Com a assinatura do acordo, a campanha deve ganhar maior visibilidade durante as competições organizadas pela Federação, levando mensagens de respeito, prevenção e conscientização aos atletas, dirigentes e torcedores em todo o estado.
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Acre
Moradores de Rio Branco podem solicitar saque calamidade do FGTS a partir desta sexta-feira
Trabalhadores da capital acreana têm até 19 de abril para pedir o benefício pelo aplicativo









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