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Brasil registra quase 400 mortes por dengue neste ano, mais que o total visto em 2021, diz ministério

Mosquito ‘Aedes aegypti’, vetor do vírus da dengue
Outras 349 mortes estão sendo investigadas. Até o dia 21, foram registrados 9.318 casos graves da doença desde o início do ano.
O Brasil registrou, desde janeiro até o último sábado (21), 382 mortes por dengue, informou o Ministério da Saúde em boletim divulgado nesta semana.
O número é maior do que o total visto em todo o ano passado, quando 246 óbitos foram registrados. Outras 349 mortes ainda estão sendo investigadas.

Segundo o ministério, na comparação do mesmo período (até a semana epidemiológica 20), o número de mortes visto em 2022 é mais que o dobro (138,7% maior) do registrado no ano passado. Por outro lado, houve redução de 35% em comparação a 2019.
A semana epidemiológica é uma convenção usada internacionalmente que vai de domingo ao sábado de uma determinada semana. Neste sábado (28), o Brasil está concluindo a semana epidemiológica 21.
O país vive um surto de dengue: no início do mês, chegou ao mesmo número de casos visto em todo o ano passado. Até o dia 21, haviam sido registradas 9.318 formas graves da doença desde o início do ano.
Os estados com maior quantidade de mortes até a última semana foram São Paulo (134 óbitos), Santa Catarina (43 óbitos), Goiás (41 óbitos), Rio Grande do Sul (35 óbitos) e Paraná (31 óbitos).
A Bahia registrou 21 óbitos, Minas Gerais, 15, Mato Grosso do Sul, 12, e o Piauí, 10. Acre, Amapá, Paraíba, Pernambuco e Alagoas não registraram mortes pela doença. Os outros estados têm menos de 10 registros cada.
Das 349 mortes que estão sendo investigadas, 138 estão em Goiás, 42 em Minas Gerais, 42 em São Paulo, 31 no Paraná e 25 no Distrito Federal.
Até o último sábado, Goiás também era o estado com maior número de casos graves (2.972), seguido de São Paulo (1.359) e Paraná (1.265).
Em relação à população, o estado com o maior número de casos é, de novo, Goiás, com mais de 2 mil casos a cada 100 mil habitantes. Em seguida vêm o Distrito Federal, com cerca de 1,5 mil casos para cada 100 mil habitantes, e o Tocantins, com 1,3 mil casos a cada 100 mil habitantes.
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Casal é flagrado fazendo sexo na escadaria de fórum no ES. Veja vídeo

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um casal mantendo relações sexuais na escadaria do Fórum de Iúna, no Espírito Santo. A gravação foi feita por uma pessoa em um imóvel vizinho e divulgada nessa terça-feira (10/2).
Por meio de nota, o Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) informou que o caso ocorreu no sábado (7/2), dia em que não havia expediente na unidade.
Segundo o órgão, após análise das imagens, foi constatado que nenhum dos envolvidos é servidor do Poder Judiciário do município. O tribunal também destacou que o local onde o casal foi flagrado é aberto e de livre acesso ao público. “O material foi encaminhado às autoridades competentes para as providências cabíveis”, diz trecho da nota.
Investigação foi instaurada
A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) afirmou que a Delegacia de Polícia de Iúna instaurou procedimento para apurar a prática de ato libidinoso.
De acordo com a corporação, imagens das câmeras de segurança do fórum e do sistema de videomonitoramento do município foram analisadas, sem indícios de participação de servidores do Judiciário.
As investigações seguem para identificar os envolvidos e esclarecer as circunstâncias do caso.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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EUA facilitam produção de petróleo na Venezuela sem China e Rússia
O Departamento de Tesouro dos Estados Unidos (EUA) emitiu nova licença que facilita a exploração de petróleo e gás na Venezuela, mas exclui empresas e pessoas da China, Rússia, Coreia do Norte, Cuba e Irã de participarem dos negócios envolvendo a indústria petroleira do país sul-americano.

A licença representa uma flexibilização do embargo econômico imposto à Venezuela que tem prejudicado a economia do país, dono das maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo.
A medida ocorre pouco mais de um mês após a captura do presidente Nicolas Maduro por Washington durante invasão à Caracas.
A licença autoriza transações para pagamentos, serviços de transporte e logística, de fretamento de embarcações, para obtenção de seguros marítimos e para serviços portuários e de terminais, entre outras.
“O parágrafo (a) também autoriza transações para a manutenção de operações de petróleo ou gás na Venezuela, incluindo a reforma ou o reparo de itens usados para atividades de exploração, desenvolvimento ou produção de petróleo ou gás”, diz a licença do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC).
O mesmo documento proíbe qualquer transação com pessoa ou empresa ligada à Rússia, Irã, Coreia do Norte, Cuba e China, “ou qualquer entidade que seja detida ou controlada, direta ou indiretamente, por ou em joint venture com tais pessoas”.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou nesta quarta-feira (11) que as novas restrições impostas à Rússia e outros países constituem uma discriminação flagrante, e que Moscou planeja pedir esclarecimentos aos EUA.
“Trata-se de uma discriminação flagrante, apesar de a Rússia, a China e o Irã terem investido no setor de petróleo e energia da Venezuela”, afirmou Lavrov, segundo noticiou a agência de notícias Reuters.
A flexibilização do bloqueio econômico ao petróleo venezuelano ocorre após o novo governo interino de Delcy Rodriguez encaminhar uma série de mudanças no país, incluindo uma nova lei do petróleo para facilitar os investimentos estrangeiros, além da apresentação de uma lei de anistia para opositores presos.
O Serviço de Informações de Energia dos EUA disse que a produção de petróleo e gás na Venezuela segue incerta, apesar das exportações do petróleo bruto terem começado a se recuperar em janeiro.
“Grande parte desse petróleo foi encaminhada para terminais de armazenamento no Caribe. Espera-se que a ampliação das licenças concedidas pelos EUA restaure a produção aos níveis pré-bloqueio até meados de 2026”, diz a agência estatal ligada à Casa Branca.
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL
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Lula e Motta desmarcam reunião para discutir fim do 6 x 1

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), adiaram a reunião prevista para essa quinta-feira (11/2) sobre as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que extinguem a escala 6×1.
A informação foi confirmada ao Metrópoles por Motta e integrantes do Palácio do Planalto. O adiamento se deu por incompatibilidade de agenda, já que o deputado retorna à Paraíba na tarde desta quinta-feira. O encontro será remarcado para após o Carnaval.
O projeto é uma bandeira da campanha de Lula à reeleição.
Após deixar a proposta engavetada por meses, Motta decidiu encaminhar a PEC apresentada em 2024 pela deputada Érika Hilton (PSol-SP) para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o primeiro passo para discussão das propostas na Casa.
O texto, segundo o paraibano, caminhará conjuntamente a uma proposta mais antiga, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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