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Brasil não deve cumprir meta de destinação adequada do lixo
Estudo projeta taxa de 40% de resíduos sem tratamento em 2014
oglobo
RIO – O Brasil vai chegar a agosto de 2014 — prazo para que todos os municípios brasileiros se adequem e passem a coletar e dar destino adequado a 100% do lixo que produzem — com 40% de resíduos sólidos sem destinação adequada, caso se mantenha o nível atual de investimentos na coleta e tratamento. E apenas em 2020, também mantido o nível atual, todos os municípios chegariam a 100% de coleta. As projeções são parte da 10ª edição do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, divulgado nesta segunda-feira pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), baseado em dados enviados pelos municípios à entidade.
A pesquisa aponta, ainda, que mais de 3 mil municípios jogam seu lixo em destinos inadequados: são quase 24 milhões de toneladas que vão para lixões e para os chamados aterros controlados, terrenos que não oferecem condições sanitárias adequadas. E, de 2011 para 2012, caiu apenas 2% o número de cidades que jogam o lixo que produzem em lixões, a pior forma de destinação para resíduos sólidos.
Em 2012, 2.213 cidades, ou 40% do total, destinavam o lixo a aterros sanitários, enquanto 28% mandavam para lixões e 32% para aterros controlados. Quanto à coleta, em 2003, primeiro ano da pesquisa, mais de 80% do lixo eram coletados; em 2012, a cobertura foi para mais de 90%. Mas só em 2020 ela se universalizaria.
O motivo principal para, segundo a projeção da Abrelpe, o país não conseguir atender as metas da Política Nacional de Resíduos é a situação das cidades de menor porte, diz o diretor-executivo da entidade, Carlos Silva Filho. Das mais de três mil cidades que enviaram lixo a destinos inadequados em 2012, mais da metade delas têm menos de dez mil habitantes, afirma.
— O que melhorou nesse setor foi puxado pela melhora das grandes cidades, que conseguiram investir em ampliação da coleta e implantação de coleta seletiva. Mas as cidades menores sofrem com falta de recursos e até de pessoal. E o tema do lixo não é prioritário na sua agenda — diz o diretor-executivo da associação, destacando que o que é investido hoje pelos municípios para serviços de limpeza urbana, média mensal de R$ 11 por habitante, seria insuficiente.
— Na comparação entre as regiões, o Nordeste tem a pior cobertura de coleta. E, mesmo se, percentualmente, o Centro-Oeste dá destinação inadequada a um percentual superior, como o Nordeste produz um volume maior de lixo, ele também é pior nesse quesito.
No Nordeste, 77% do lixo é coletado; desse total, 65% vão para lixões ou aterros controlados. O Sudeste, com a melhor cobertura, coleta 97% do lixo; desses, 28% vão para lixões ou aterros controlados.
Apesar do quadro problemático, pela primeira vez o percentual de lixo com destinação adequada é maior que aquele com destinação imprópria ou que nem chegou a ser coletado.
— Em 2011, eram cerca de 31 milhões de toneladas de lixo não coletado ou com destino inadequado, contra 30 milhões de toneladas com destino adequado. Em 2012, pela primeira vez virou, com 32 milhões de toneladas com destino adequado. Em 2003, 60% do lixo tinham destino inadequado ou nem era coletado, contra 40% com destino adequado. Em 2012, 60% passaram a ter destino adequado.
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Ipem divulga calendário de verificação de taxímetros em Rio Branco com mudança na periodicidade
Procedimento passa a ser bienal e profissionais terão isenção da taxa por cinco anos; prazos variam conforme final da permissão e vão até outubro

O Ipem reforça que o controle dos instrumentos de medição é essencial em cidades com mais de 50 mil habitantes
Ipem define cronograma para verificação de taxímetros e mototaxímetros na capital
O Instituto de Pesos e Medidas do Acre (Ipem) divulgou nesta terça-feira (31) o calendário anual de renovação e verificação de taxímetros e mototaxímetros para condutores que atuam em Rio Branco. A medida segue determinação da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans), conforme a Portaria nº 003/2026, publicada em 13 de janeiro no Diário Oficial.
De acordo com o cronograma, os prazos de regularização variam conforme o número final da permissão ou autorização dos profissionais. Taxistas com finais 1 e 2 devem realizar a verificação até 31 de março, enquanto os de finais 3 e 4 têm prazo até 30 de abril. O processo segue até outubro, encerrando com os permissionários de final 0, cujo prazo termina em 30 de outubro. Todos os procedimentos são regulamentados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
Verificação bienal e isenção de taxas
Uma mudança importante foi introduzida pela Medida Provisória nº 1.305, de 2025, que alterou a periodicidade da verificação: antes anual, o procedimento passa a ser realizado a cada dois anos. Apesar da alteração, a obrigatoriedade continua para profissionais com certificados vencidos ou próximos do vencimento.
Além disso, a norma prevê isenção da taxa de verificação inicial e das subsequentes por cinco anos, visando reduzir custos para os condutores sem comprometer a fiscalização e a qualidade do serviço prestado.
O Ipem reforça que o controle dos instrumentos de medição é essencial em cidades com mais de 50 mil habitantes, como Rio Branco, para garantir o equilíbrio nas relações de consumo. A sede do órgão está localizada na Rua Major Gesner, nº 177, bairro Distrito Industrial, próximo ao Posto Tucumã, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h30.
Para esclarecimentos, os condutores podem entrar em contato com a Ouvidoria Nacional do Inmetro pelo telefone 0800 285 1818.

Taxistas com finais 1 e 2 devem realizar a verificação até 31 de março, enquanto os de finais 3 e 4 têm prazo até 30 de abril
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Alan Rick afirma que vice na chapa ao governo será escolhido na reta final e confirma conversas com grupo de Sena Madureira
Senador citou o deputado Gene Diniz como um dos nomes em análise, mas destacou que a definição deve ocorrer próximo às convenções; composição envolve articulações com o MDB e outras regiões do estado

Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores
Alan Rick diz que vice será definido como “última escolha” e confirma diálogo com grupo de Sena Madureira
O senador Alan Rick (Republicanos) detalhou, em entrevista à imprensa de Rio Branco, como tem sido o diálogo com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao governo do Acre. Entre os nomes citados, o senador confirmou a possibilidade do deputado Gene Diniz, irmão do prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz.
Ao ser questionado se a vaga de vice teria sido oferecida ao grupo de Sena Madureira, Alan confirmou as conversas:
“O nome do Gene foi colocado na mesa. E como eu te falei, o vice a gente não escolhe agora, né? O vice é uma das últimas escolhas que a gente faz”.
A informação gera um contraponto porque o prefeito de Sena também articula a indicação de um dos nomes da sua base para disputar as eleições pelo MDB, partido que está na base da atual vice-governadora Mailza. A informação foi confirmada pelo presidente do diretório municipal, Vagner Sales.
“O Gerlen é um cara maduro na política, sabe que existem composições que não podem ser feitas de forma intempestiva. A gente tem que olhar para todo o cenário político”, disse o senador.
Opções amplas e decisão estratégica
Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores: “Tem o nome da querida Ana Paula [Correa], tem outros nomes… esses dias já citaram o nome do empresário Rico Leite”. Ele também não descartou uma composição com o Juruá: “Mas o vice também pode vir do Juruá, viu? Por que não? […] Vamos deixar as coisas acontecerem”.
Alan Rick foi enfático ao dizer que não pretende apressar a decisão, tratando-a como um movimento estratégico de última hora: “O vice é a última escolha. É lá já pertinho ou no meio das convenções que a gente, diante de todo o cenário criado, faz a escolha”.

Alan Rick (Republicanos) em entrevista para a imprensa de Rio Branco, tem diálogado com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao Governo do Estado. Foto: captada
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Luiz Gonzaga condiciona permanência no PSDB à formação de chapa competitiva e sinaliza apoio a Bocalom
Primeiro-secretário da Aleac afirma que aguarda definição dos nomes da chapa proporcional; parlamentar diz que, se ficar, apoiará a pré-candidatura de Tião Bocalom ao governo do Acre

Luiz Gonzaga, afirmou a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição. Foto: captada
Luiz Gonzaga avalia ficar no PSDB para reeleição, mas aguarda definição de chapa
O deputado estadual e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Luiz Gonzaga, afirmou na manhã desta terça-feira (31) que avalia a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição, condicionando a decisão à formação de uma chapa competitiva no partido. Gonzaga frisou que ficar na sigla implicaria no apoio a Tião Bocalom, presidente do partido e pré-candidato ao governo do Acre em 2026.
Em conversa com a imprensa, Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da legenda antes de bater o martelo sobre seu futuro político.
“O presidente do partido ficou de me apresentar uma lista com os nomes dos pré-candidatos. Estou esperando isso para poder decidir. Sou do PSDB, já disputei mais de oito mandatos pelo partido. Se tiver chapa, possivelmente eu vou ficar e apoiar o Bocalom”, declarou.
Gonzaga foi presidente da Aleac e atualmente é o primeiro-secretário da Casa. O parlamentar sempre integrou a base de apoio ao governador Gladson Cameli.
Apesar das sinalizações, Gonzaga reforçou que ainda não há decisão definitiva e que o cenário político segue em construção.

Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da sigla antes de bater o martelo sobre seu futuro político. Foto: captada


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