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Brasil investiga 18 casos suspeitos de gripe aviária, diz governo

Foto: Photo by Paula Bronstein/Getty Images
O Brasil está investigando 18 casos suspeitos de gripe aviária, de acordo com o balanço mais recente divulgado neste domingo (25/5) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
Saiba mais
• De acordo com a última atualização da plataforma de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves, às 13 horas deste domingo, as investigações estão em andamento com coletas de amostras e ainda sem resultados laboratoriais conclusivos.
• Pela manhã, segundo o Mapa, eram 20 casos em investigação.
• O governo brasileiro informou que dois casos suspeitos de gripe aviária são em plantas comerciais – em uma granja de Ipumirim (SC) e em um abatedouro de aves em Aguiarnópolis (TO).
• Outras 11 suspeitas envolvem aves de subsistência nas cidades de Capela de Santana (RS), Triunfo (RS), Tigrinhos (SC), Concórdia (SC), Belo Horizonte (MG), Barro Alto (GO), Aurelino Leal (BA), Salitre (CE), Quixadá (CE), Eldorado do Carajás (PA) e Abel Figueiredo (PA).
• Por fim, há cinco suspeitas relacionadas a aves silvestres nos municípios de Canoas (RS), Belo Horizonte (MG), Mateus Leme (MG), Ilhéus (BA) e Icapuí (CE).
Gripe aviária no Brasil
Esse tipo de investigação é corriqueiro no sistema de defesa agropecuária do Brasil, esclarece o Mapa. A gripe aviária é uma doença de notificação obrigatória imediata aos órgãos oficiais de defesa sanitária do país.
De acordo com o governo federal, produtores rurais, técnicos, proprietários, prestadores de serviço, pesquisadores e demais profissionais envolvidos com a criação de animais devem notificar os casos suspeitos ao Serviço Veterinário Oficial (SVO).
Desde maio de 2023, quando foi detectado o primeiro caso em ave silvestre, o Brasil já fez mais de 2,5 mil investigações de suspeitas de gripe aviária.
Até agora, o país tem apenas um caso confirmado de gripe aviária H5N1 em seu sistema de avicultura comercial. Ele foi detectado em uma granja na cidade de Montenegro, região metropolitana de Porto Alegre.
Na última quinta-feira (22/5), o governo federal informou o início da contagem de 28 dias para que o Brasil possa se declarar livre da gripe aviária. Caso não haja novos casos nesse período, o país retomará seu status sanitário internacional. Até o momento, mais de 60 países restringiram a compra de carnes de frango e subprodutos de aves do Brasil.
O país já registrou 168 casos da doença em animais silvestres, dos quais 164 em aves silvestres e quatro em leões-marinhos. Houve três focos em produção de subsistência, de criação doméstica, e um em produção comercial.
Fonte: Metrópoles
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Corpo de "Sicário", o espião de Vorcaro, é liberado pelo IML de BH

O corpo de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, 43 anos, conhecido como “Sicário”, chegou ao Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IML), em Belo Horizonte, na tarde deste sábado (7/3). Ao Metrópoles, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que o cadáver foi liberado após exames para a família dar prosseguimento ao velório e ao sepultamento. Ele morreu nessa sexta-feira (6/3) após dois dias internado em um hospital da capital mineira.
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, havia suspeita de morte cerebral. O óbito foi declarado às 18h55 após o encerramento do protocolo de morte encefálica, iniciado por volta das 10h15 do mesmo dia. A defesa disse que não há informação sobre o enterro de Sicário.
A Polícia Federal relatou que Luiz Phillipi tentou suicídio na Superintendência Regional da PF depois de ser preso na terceira fase da operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraude no Banco Master.
Luiz Phillipi é apontado como um dos contratados da “milícia pessoal” do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, também preso na força-tarefa. A investigação aponta que o Sicário exercia papel central na coordenação operacional de um grupo denominado “A Turma”. Eles atuavam na coleta de informações, monitoramento e intimidação de pessoas consideradas adversárias, como autoridades, ex-funcionários e jornalistas.
O homem tem uma extensa ficha criminal, com passagens por furto qualificado, ameaças e crimes de trânsito. Ele também já tinha sido investigado por estelionato e associação criminosa.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Datafolha: Lula tem 46% de rejeição contra 45% de Flávio Bolsonaro

A primeira pesquisa do Instituto Datafolha em 2026, divulgada neste sábado (7/3), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 46% de rejeição, contra 45% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A última pesquisa do instituto, realizada entre 2 e 4 de dezembro de 2025, foi divulgada um dia depois de o Metrópoles noticiar que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) escolheu Flávio como candidato do bolsonarismo nas eleições presidenciais de 2026. À época, foi mostrado que Lula era rejeitado por 44% e Flávio, por 38%.
Hoje, os rivais registram índices semelhantes de eleitores que afirmam não votar neles de forma alguma.
Depois deles, na lista de rejeição, aparecem Fernando Haddad com 27%; Ratinho Jr. com 19%; Tarcísio de Freitas, com 18%; Romeu Zema, com 17%; Eduardo Leite, com 15%; Renan Santos e Ronaldo Caiado, ambos com 14%; e Aldo Rebelo, com 12%.
O levantamento foi realizada entre 3 e 5 de março e entrevistou 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, em 137 cidades brasileiras.
A margem de erro de dois pontos percentuais, tanto para mais quanto para menos. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral com o código BR-03715/2026.
2º turno
Sobre as intenções de voto, Lula aparece na frente em todas as possibilidades de primeiro turno. No entanto, a pesquisa mostra que Flávio teve um aumento na candidatura, e, no segundo turno, há uma disputa equilibrada entre os dois.
O filho “01” do ex-presidente Jair Bolsonaro marca 43%, e Lula, 46%.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Datafolha: Lula lidera os cenários de 1º turno, mas vantagem diminui

A primeira pesquisa de 2026 do Datafolha, divulgada neste sábado (7/3), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando todos os cenários simulados para o 1º turno da eleição presidencial de 2026. Apesar da liderança, o levantamento aponta redução da vantagem do petista em relação às pesquisas anteriores, especialmente diante do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O instituto ouviu 2.004 eleitores em 137 municípios, entre terça-feira (3/3) e quinta-feira (5/3). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-03715/2026.
Ao todo, o Datafolha simulou cinco cenários de 1º turno e sete possíveis disputas de 2º turno.
Lula lidera cenários de primeiro turno
Nas simulações de primeiro turno, Lula aparece sempre na primeira colocação, com índices entre 38% e 39% das intenções de voto. Já Flávio Bolsonaro varia entre 32% e 34%, consolidando-se como principal adversário do presidente nas projeções.
No cenário considerado hoje mais provável pelo instituto, os números são os seguintes:
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 38%
- Flávio Bolsonaro (PL): 32%
- Ratinho Júnior (PSD): 7%
- Romeu Zema (Novo): 4%
- Renan Santos (Missão): 3%
- Aldo Rebelo (DC): 2%
- Branco/nulo/nenhum: 11%
- Não sabem: 3%
Outras simulações apresentam pequenas variações, mas mantêm o mesmo padrão de liderança do presidente.
Cenário com Tarcísio e Ratinho Jr.
Em uma das simulações, que inclui o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula aparece com 39% das intenções de voto. Vale ressaltar que Tarcísio já anunciou que pretende disputar a reeleição no estado.
Nesse cenário, os resultados são:
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39%
- Tarcísio de Freitas (Republicanos): 21%
- Ratinho Júnior (PSD): 11%
- Romeu Zema (Novo): 5%
- Renan Santos (Missão): 3%
- Aldo Rebelo (DC): 2%
- Branco/nulo/nenhum: 15%
- Não sabem: 4%
Disputa com Caiado e Eduardo Leite
O levantamento também testou cenários com governadores do PSD.
Quando o candidato apresentado é o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, Lula registra 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 33%. Os demais resultados são:
- Romeu Zema: 5%
- Ronaldo Caiado: 4%
- Renan Santos: 3%
- Aldo Rebelo: 2%
- Branco/nulo/nenhum: 12%
- Não sabem: 3%
Já em um cenário com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, o presidente aparece com 39%, contra 34% de Flávio Bolsonaro.
Os demais números são:
- Romeu Zema: 4%
- Eduardo Leite: 3%
- Renan Santos: 3%
- Aldo Rebelo: 2%
- Branco/nulo/nenhum: 12%
- Não sabem: 3%
Entre os possíveis candidatos do PSD, Ratinho Júnior apresenta o melhor desempenho nas simulações, superando Caiado e Leite quando incluído nos cenários.
Veja cenários:
Cenário sem Lula
O instituto também simulou uma disputa considerada improvável, sem Lula como candidato do PT. Nesse caso, o nome testado foi o do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Nesse cenário, Flávio Bolsonaro aparece na frente, com 33% das intenções de voto, enquanto Haddad registra 21%.
Os demais resultados são:
- Ratinho Júnior: 11%
- Romeu Zema: 5%
- Renan Santos: 4%
- Aldo Rebelo: 2%
- Branco/nulo/nenhum: 20%
- Não sabem: 4%

Vantagem menor em relação a pesquisas anteriores
Embora lidere todas as simulações de primeiro turno, o levantamento indica redução da vantagem do presidente em relação aos adversários.
Nas projeções de segundo turno, por exemplo, Lula aparece com 46% das intenções de voto contra 43% de Flávio Bolsonaro, configurando empate técnico dentro da margem de erro. No levantamento anterior, divulgado em dezembro, o petista tinha 51% contra 36% do senador. Já em julho de 2025, o presidente registrava 48%, enquanto o senador tinha 37%.
Mesmo com a redução da vantagem, Lula ainda venceria todos os adversários testados nas projeções de segundo turno.
Os cenários indicam os seguintes resultados:
- Lula 46% x 43% Flávio Bolsonaro
- Lula 45% x 41% Ratinho Jr.
- Lula 46% x 34% Eduardo Leite
- Lula 46% x 36% Ronaldo Caiado
Em uma simulação sem Lula, Flávio Bolsonaro venceria Fernando Haddad por 43% a 41%.
Já em um eventual segundo turno entre Haddad e Ratinho Jr., o levantamento aponta empate, com 40% das intenções de voto para cada candidato.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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