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Cotidiano

Botafogo abre 3 a 0, Palmeiras vira nos acréscimos e incendeia o Brasileiro

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O Botafogo abriu 3 a 0, mas levou a virada do Palmeiras em um jogaço hoje, no Nilton Santos, em duelo direto pelo título brasileiro na 30ª rodada. Os gols do time carioca foram marcados por Eduardo, Tchê Tchê e Júnior Santos no primeiro tempo. Endrick (2), Flaco López e Murilo viraram na etapa final. 4 a 3.

O Botafogo foi arrasador no primeiro tempo. Com 15 finalizações, os donos da casa dominaram o Palmeiras, fizeram 3 a 0 e poderiam até ter marcado mais gols. Na etapa final, veio o castigo.

O Palmeiras voltou com outra postura do intervalo. Endrick fez dois gols e Flaco López e Murilo viraram nos acréscimos. Antes, Adryelson foi expulso e Tiquinho Soares perdeu pênalti, tornando a derrota ainda mais frustrante para o time da casa.

A vantagem do Botafogo para o Palmeiras cai para três pontos, mas os cariocas têm uma partida a menos. Os cariocas somam 59 pontos, enquanto o Verdão aparece com 56.

O líder voltará a campo para enfrentar o Vasco, segunda-feira, em São Januário. O Palmeiras receberá o Athletico no sábado, no Allianz Parque.

Botafogo massacra
O primeiro tempo do Botafogo foi arrasador. O time dono da casa jogou como campeão, fez 3 a 0 e poderia ter marcado ainda mais gols no Palmeiras.

Mais intenso, bem organizado em campo e com marcação alta, o Botafogo dominou desde o apito inicial e abriu o placar aos 20 minutos, quando Marçal lançou Victor Sá, que tocou para finalização colocada de Eduardo. A bola desviou e matou Weverton. 1 a 0.

O Fogão não recuou com a vantagem e ampliou aos 29 com um golaço. Marçal cobrou escanteio curto e Victor Sá acionou Tchê Tchê, que acertou lindo chute. Weverton tocou na bola, mas não evitou o gol.

Ainda deu tempo para o terceiro, quando o placar marcava 35 minutos jogados. Em contra-ataque, Tiquinho Soares chutou, Weverton espalmou mal e Júnior Santos só empurrou. 3 a 0 no primeiro tempo.

Reação heróica
O Palmeiras de Abel Ferreira voltou sem substituições, mas a postura foi outra e houve uma mexida tática: o técnico desmontou a linha de três zagueiros e colocou Gustavo Gómez de lateral, adiantando Mayke. Logo aos 4 minutos, Endrick recebeu na intermediária, passou por quatro e bateu cruzado, com força, para vencer Lucas Perri. Um golaço.

O Verdão continuou em cima e diminui com Breno Lopes no minuto 14, mas o lance foi bem anulado em um impedimento claro do atacante. Aos 26, Júnior Santos recebeu sozinho em contra-ataque três contra um, foi fominha e chutou para fora

No minuto 31, Adryelson parou Breno Lopes com falta. Em um primeiro momento, a arbitragem apenas parou o jogo. Com o auxílio do VAR, porém, Bráulio da Silva Machado viu que o zagueiro evitou lance claro de gol e o expulsou.

A expulsão deixou o jogo super aberto. Aos 37, Tiquinho sofreu pênalti de Rony e ele mesmo bateu, mas parou em defesa de Weverton. Um minuto depois, Endrick, de novo ele, aproveitou rebote e bateu bonito de fora da área para marcar o segundo.

No minuto 44, Endrick cruzou, Gustavo Gómez ajeitou e Flaco López, que havia acabado de entrar, empatou de cabeça. No último lance, Raphael Veiga bateu falta e Murilo fez no segundo pau. Um 4 a 3 inesquecível no Nilton Santos.

Lances importantes
1 a 0. Aos 20 minutos, Marçal lançou Victor Sá e a bola foi rolada para finalização de Eduardo da entrada da área. O desvio matou Weverton

2 a 0. No minuto 29, Marçal cobrou escanteio curto e Victor Sá acionou Tchê Tchê antes de um golaço. Weverton tocou, porém, não evitou o gol.

3 a 0. Com 35 jogados, Tiquinho Soares recebeu no contra-ataque e chutou, Weverton espalmou para a pequena área e Júnior Santos só conferiu.

3 a 1. Aos 4 minutos do segundo tempo, Endrick fez fila, driblou quatro e bateu bonito para vencer Lucas Perri.

Para o chuveiro. Aos 29, Adryelson parou Breno Lopes e foi expulso após checagem no VAR.

Weverton! Logo após a expulsão de Adryelson, Tiquinho arrancou, foi derrubado por Rony e a arbitragem marcou pênalti. Tiquinho bateu e o goleiro palmeirense pegou.

3 a 2. No minuto 38, Endrick aproveitou rebote e bateu bonito, da entrada da área, para marcar o segundo dele.

3 a 3. Aos 44, Endrick, iluminado, cruzou, Gustavo Gómez ajeitou no segundo pau e Flaco López conferiu de cabeça.

4 a 3. No último lance, Raphael Veiga cobrou falta no segundo pau e Murilo virou.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 3 x 4 PALMEIRAS

Local: Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 1º de novembro de 2023 (quarta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (Fifa-SC)
Assistente 1: Bruno Raphael Pires (Fifa-GO)
Assistente 2: Rafael da Silva Alves (Fifa-RS)
VAR: Rafael Traci (VAR Fifa-SC)
Cartões amarelos: Victor Cuesta,Tiquinho Soares, Tchê Tchê, Marçal, Marlon Freitas e Di Plácido (Botafogo) e Mayke, Gustavo Gómez, Artur, Rony e Murilo (Palmeiras)
Cartão vermelho: Adryelson (Botafogo).

GOLS
Botafogo: Eduardo, Tchê Tchê e Júnior Santos, aos 20, 29 e 35 minutos do 1T;
Palmeiras: Endrick, aos 4 e 38 minutos do 2T; Flaco López e Murilo, aos 44 e 53 minutos do 2T.

Botafogo: Lucas Perri, Di Plácido, Adryelson, Victor Cuesta e Marçal; Marlon Freitas, Tchê Tchê (Gabriel) e Eduardo (Danilo); Júnior Santos (Carlos Alberto), Victor Sá (Philipe Sampaio) e Tiquinho Soares. Técnico: Lúcio Flávio.

Palmeiras: Weverton, Murilo, Luan (Flaco López) e Gustavo Gómez; Mayke, Zé Rafael, Richard Ríos (Rony), Raphael Veiga e Piquerez; Breno Lopes e Endrick. Técnico: Abel Ferreira.

 

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Supercopa Rei será decidida em Brasília em 1º de fevereiro

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou nesta quarta-feira (31), via rede social, que a Supercopa Rei de 2026 ocorrerá no dia 1° de fevereiro, em Brasília.

A entidade confirmou a cidade novamente como palco da primeira grande decisão da temporada de 2026. A disputa ocorre em jogo único na Arena BRB Mané Garrincha, no centro da capital federal.

A partida será entre Flamengo, campeão do Campeonato Brasileiro de 2025, e Corinthians, campeão da Copa do Brasil, neste ano. A partida abre a temporada de bola de 2026. Ainda segundo a CBF, o estádio estará dividido 50% para cada torcida.

Inicialmente, o confronto estava previsto para 24 de janeiro.

Geralmente, a Supercopa Rei é disputada em estádios de campo neutro na tentativa de garantir a imparcialidade.

Últimos campeões

O Rubro-Negro é o atual campeão da competição. No início de 2025, a equipe dirigida por Filipe Luís venceu o Botafogo por 3 a 1.

Os campeões anteriores foram São Paulo, em 2024; Palmeiras, 2023; e Atlético Mineiro (2022). O Flamengo ainda foi campeão em 2020 e 2021.

Supercopa Rei

Não disputada entre 1992 e 2019, a Supercopa do Brasil foi reativada pela CBF em 2020.

Em 2024, a CBF rebatizou a competição para Supercopa Rei em homenagem a Pelé, o Rei do Futebol, falecido em dezembro de 2022.

A ideia é que o troféu represente a coroa do futebol nacional, sendo disputado pelos dois clubes que dominaram o cenário futebolístico no ano anterior.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - ESPORTES

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Mailza Assis prepara-se para assumir o governo do Acre em 2026 e pode se tornar a 2ª mulher a comandar o estado

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Vice-governadora, que assumiria o cargo em abril com a saída de Gladson Cameli para o Senado, é apontada como candidata oficial à sucessão; perfil reservado e trajetória religiosa e política marcam sua ascensão

Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos nove meses à frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários. Foto: captadas 

Poucas horas separam o Acre de 2026, ano em que a vice-governadora Mailza Assis (PP) deve assumir o governo do estado em abril, com a saída de Gladson Cameli para disputar uma vaga no Senado. Com uma trajetória que começou na Assembleia de Deus, passou pela prefeitura de Senador Guiomard (Quinari) e chegou ao Senado antes da vice-governança, Mailza é apontada como candidata oficial do Palácio Rio Branco para as eleições do próximo ano, podendo se tornar a segunda mulher a governar o Acre — após Iolanda Lima, em 1986-87.

De perfil reservado, fala baixa e postura considerada exemplar por aliados, ela teria conquistado a confiança do governador para a sucessão ainda no início do mandato. Conhecida por sua religiosidade e citada por profecias que anteviam sua ascensão, Mailza enfrentará adversários “à altura” em 2026, mas chega fortalecida pela máquina e pela articulação política do grupo no poder. Se confirmada, sua gestão promete “suavizar” o tom do governo, sem abrir mão do rigor administrativo que lhe é atribuído por quem a conhece de perto.

Trajetória incomum:

Nascida no Amazonas, Mailza chegou ao Acre ainda jovem, trabalhou como auxiliar administrativa na Assembleia de Deus e iniciou na política como secretária municipal em Senador Guiomard. Sua ascensão acelerou com a suplência no Senado (2015), titularidade (2019-2022) e eleição como vice-governadora em 2022.

Estilo de gestão:

Descrita como “doce, de fala baixa”, ela promete “suavizar” o governo, mas aliados alertam: “O espaço para erro é quase zero”. Conhecida por rigor administrativo, Mailza terá nove meses à frente do estado para construir sua imagem antes da campanha eleitoral.

Contexto político:
  • Seria a segunda mulher a governar o Acre – após Iolanda Lima (1986-1987);

  • Tem o apoio aberto de Cameli, que a escolheu como sucessora;

  • Enfrentará adversários de peso em 2026, ainda indefinidos.

Fé e projeção:

Em entrevista recente, Mailza revelou ter recebido uma “profecia” sobre seu destino político. Sua trajetória é comparada à da cantora Damares – de origem humilde e ascensão ligada à fé.

Desafios:
  • Consolidar liderança em um estado tradicionalmente masculino;

  • Administrar a transição sem rupturas com a base de Cameli;

  • Equilibrar discurso religioso com políticas de estado.

A partir de janeiro, Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos meses de 2026 frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários.

A trajetória de Mailza Assis reflete uma nova via de ascensão política no Acre: longe dos partidos tradicionais, alicerçada em redes evangélicas, trabalho discreto e lealdade a um grupo político hegemônico. Seu maior teste será governar sem a sombra de Cameli.

A vice-governadora Mailza Assis (PP) em abril de 2026, deve assumir o Governo do Acre com a renúncia de Gladson Cameli, que concorrerá ao Senado, e será a candidata oficial do Palácio Rio Branco à sucessão para o mandato seguinte. Fot: captada 

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Cenário difícil no Senado e possível vaga no Ministério da Fazenda podem levar Jorge Viana a desistir da candidatura, avaliam articuladores

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Ex-governador estaria cotado para substituir Haddad e evitar derrota eleitoral que mancharia sua trajetória; bancada acreana no Congresso já se movimenta em outras frentes

Ex-governador do Acre, cotado para substituir Haddad, evitaria possível derrota eleitoral e realizaria antiga ambição de comandar uma pasta no governo Lula. Foto: captada 

As possibilidades de Jorge Viana (PT) desistir da disputa pelo Senado em 2026 são maiores do que se imagina, segundo análise de articuladores políticos. Além do cenário eleitoral desfavorável apontado por pesquisas e rodas de conversa, o ex-governador estaria cotado para assumir o Ministério da Fazenda no lugar de Fernando Haddad, movimento que evitaria uma segunda derrota consecutiva nas urnas e ofereceria uma saída honrosa para sua trajetória.

Viana, que já demonstrou interesse em integrar o primeiro escalão desde o primeiro governo Lula, tem sua vaidade destacada por críticos, que lembram suas declarações sobre o “fim do Acre” após sua gestão.

Contexto da especulação:
  • Viana insinuou publicamente estar cotado para a Fazenda, cargo que almeja desde o primeiro governo Lula;

  • Pesquisas internas e rodas políticas no estado apontam um cenário desfavorável para sua eleição ao Senado;

  • Uma nova derrota (após perder para Mara Rocha em 2022) poderia manchar sua trajetóriapolítica.

Análise dos motivos:
  1. Vaidade e legado: Viana é conhecido por seu perfil altivo – chegou a dizer que “o Acre não existe mais, depois dele” – e um ministério seria uma saída honrosa sem risco de vexame;

  2. Cálculo eleitoral: A força do grupo de Gladson Cameli no estado e a ascensão de novas lideranças tornam a disputa pelo Senado incerta e desgastante;

  3. Ambição nacional: Comandar a Fazenda realizaria um sonho antigo e o recolocaria no centro do poder federal.

Posicionamento oficial:

Até o momento, nem Viana nem o Planalto confirmaram a movimentação. Assessores do petista dizem que ele “mantém o foco no projeto para o Acre”, sem descartar “qualquer chamado para servir ao país”.

A decisão deve ser tomada nos primeiros meses de 2026, após o lançamento das pré-candidaturas. Se Haddad deixar a Fazenda, Lula terá de escolher entre atender um aliado histórico ou priorizar a continuidade da política econômica.

A possibilidade revela um Jorge Viana mais pragmático que romântico, disposto a trocar uma batalha arriscada no Acre por uma posição de destaque nacional – mesmo que isso signifique adiar, ou abandonar, seu retorno ao Senado.

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