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Bombeiros registram 12 mortes por afogamento em menos de seis meses no Acre

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Casos foram registrados em Rio Branco, Bujari, Plácido de Castro, Porto Acre e Senador Guiomard.

Em menos de seis meses, bombeiros registram 12 mortes por afogamento em cidades do Acre — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Por Iryá Rodrigues, G1 AC — Rio Branco

Um levantamento do Corpo de Bombeiros aponta que 12 pessoas morreram por afogamento em cinco cidades do Acre em menos de seis meses. O levantamento considerou os dados de janeiro até a última sexta-feira (21) nos municípios de Rio Branco, Bujari, Plácido de Castro, Porto Acre e Senador Guiomard.

Conforme o major Cláudio Falcão, dos bombeiros, as cinco cidades são atendidas pelas equipes da capital acreana. Ele afirma que a maioria dos casos estão relacionados a pessoas que fazem uso bebida alcoólica.

“A ingestão de bebida alcoólica e a não observância de segurança nos rios são as principais causas de afogamento. Ali na região do Centro de Rio Branco, por exemplo, as pessoas costumam ingerir muita bebida alcoólica nos bares e depois querem atravessar o rio de um distrito para o outro e isso acaba, muitas vezes, resultando em óbitos por afogamento”, disse o major.

Redução nos últimos 20 anos

Os dados mostram ainda que em todo o ano de 2018 foram registradas 26 mortes por afogamentos nas cinco cidades. Apesar do número alto de casos em 2018, o major afirma que houve uma redução em relação aos últimos 20 anos.

“É um número alto, mas tem um detalhe, há 20 anos, nós tínhamos o dobro dessas ocorrências. Então, nós investimos muito, nos últimos anos, na prevenção, educação e campanhas e conseguimos diminuir, pelo menos, 50% das ocorrências. Vale destacar também que para cada morte por afogamento, nós temos, no mínimo, 10 afogamentos que não resultam em óbitos”, afirmou.

O major faz um alerta sobre os cuidados que as pessoas devem tomar para evitar esse tipo de acidente. Segundo ele, as crianças devem ficar constantemente sob a supervisão de um adulto, também é importante evitar tomar banho e nadar em locais que não conhece.

Com relação aos adultos, Falcão orienta que não entrem em rios, lagos e açudes ao ingerirem bebidas alcoólicas.

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Nova frente fria chega ao AC nesta semana e temperatura atingirá 18ºC, diz Friale

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Pesquisador Davi Friale – Foto: Alexandre Lima/Arquivo

O pesquisador Davi Friale divulgou em seu site O Tempo Aqui, nesta segunda-feira (10), uma nova previsão de diminuição das temperaturas na próxima semana.

Além disso, o “mago” destacou que até o próximo domingo (16) haverá calor abafado, chuvas, possibilidade de temporais e tempo seco e ventilado.

Na quarta-feira (12), mais uma frente fria chegará ao Acre, a partir do fim da tarde, mas será na quinta-feira que os ventos serão mais intensos, devido à penetração de mais uma onda de frio polar, declinando levemente a temperatura.

“Desta vez, a massa de ar frio não será intensa no Acre. As temperaturas, ao amanhecer, de quinta-feira e de sexta-feira, deverão oscilar entre 18 e 20ºC, em Rio Branco, Brasileia e demais municípios do leste e do sul do estado”, comentou.

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IBGE: mais de 12% dos acreanos já sofreram violência psicológica, física ou sexual

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A pesquisa apontou que 68 mil pessoas de 18 anos ou mais sofreram agressão psicológica nos 12 meses anteriores à entrevista, ou seja, 11,5% da população

IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta segunda-feira (10) os resultados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019.

O Acre figurou em muitos cenários. Um deles foi o de violência psicológica, física ou sexual. Pelo menos 12,4% da população já foi alvo de uma das agressões.

Os dados apontam ainda que 72 mil pessoas de 18 anos ou mais sofreram os tipos de violência destacados, nos 12 meses anteriores à entrevista.

“O percentual de mulheres que sofreram alguma violência foi de 14,0% e o de homens foi de 10,8%. Considerando a faixa etária, a prevalência de casos de violência é mais acentuada nas populações mais jovens: de 18 a 29 anos (16,5,0%); de 30 a 39 anos (8,9%); de 40 a 59 anos (13,5%) e 60 anos ou mais (6,9%). As pessoas pretas (20,2%) e pardas (10,9%) sofreram mais com a violência do que as pessoas brancas (14,6%), diz o órgão.

Outro resultado preocupante tem a ver com o afastamento das atividades laborais e habituais em decorrência da violência sofrida. 9 mil pessoas foram afetadas – o que representa 12,9% das vítimas de violência, seja psicológica, física ou sexual. As mulheres foram mais atingidas do que os homens, com 18,3% e 5,4%, respectivamente.

Violência psicológica

A pesquisa apontou que 68 mil pessoas de 18 anos ou mais sofreram agressão psicológica nos 12 meses anteriores à entrevista, ou seja, 11,5% da população.

O percentual de mulheres vitimadas foi maior do que o dos homens, 12,9% contra 10,1%, respectivamente. A população mais jovem (18 a 29 anos) sofreu mais violência psicológica do que a população com idade mais elevada (60 anos ou mais), 15,4% contra 6,9%. Mais pessoas pretas (18,0%) e pardas (10,2%) sofreram com este tipo de violência do que pessoas brancas (13,4%).

“Considerando o rendimento domiciliar per capita, o grupo com menor rendimento apresentou um percentual maior de vítimas: 15,2% das pessoas sem rendimento até 1/4 do salário mínimo, em comparação a 10,5% das pessoas com mais de 5 salários mínimos”, destaca a pesquisa.

Violência física

A PNS estimou que 17 mil pessoas de 18 anos ou mais sofreram violência física nos 12 meses anteriores à entrevista, o que representa 2,8% da população. O percentual de vítimas do sexo feminino foi de 3,4%, enquanto o dos homens, 2,2%.

Violência sexual

Para as pessoas que responderam que não sofreram agressão sexual nos últimos 12 meses, foi perguntado se ela sofreu essa violência alguma vez na vida. Considerando essas duas perguntas, estima-se que 25 mil pessoas de 18 anos ou mais de idade foram vítimas de violência sexual, independentemente do período de referência, o que corresponde a 4,3% desta população, 2,6% dos homens e 5,9% das mulheres.

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Internações por covid na UTI e enfermarias estão em queda no Acre, diz subsecretária de Saúde

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Ala Covid-19 no Acre – Foto: Odair Leal/Secom/arquivo

A subsecretária de Saúde do Acre, Paula Mariano, disse em entrevista que o número de internações por covid-19 vem diminuindo consideravelmente nos últimos dias.

A notícia tem a ver com a ocupação de leitos comuns e da Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

“Temos percebido uma diminuição satisfatória nos últimos 15 dias no Pronto-Socorro e no Into, além de uma queda no número de internações também em Cruzeiro do Sul, no Hospital de Campanha”, disse Paula.

Na última quarta-feira (5) o Into registrou 11 leitos disponíveis de UTI, e o PS desocupou outras 7 vagas. Em Cruzeiro do Sul, 6 leitos estavam disponíveis.

No maior hospital de referência do Acre, apenas 49 leitos de enfermaria, dos 160 disponíveis, estavam ocupados na data.

De acordo com o consórcio de veículos de imprensa do Brasil, o Acre está em queda no número de novas mortes pela doença.

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