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Bolsonaro reúne apoiadores em passeio de moto pelo Rio de Janeiro

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Ao todo, mil policiais militares de quatro batalhões do Rio atuaram no esquema de segurança. Presidente não usou máscara

Na imagem, Bolsonaro faz passeio de moto no Rio
Erbs Jr / Estadão Conteúdo / 23.05.2021

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reuniu apoiadores neste domingo (23) em passeio de moto realizado na cidade do Rio de Janeiro.

Centenas de motociclistas se encontraram por volta de 8 horas no Parque Olímpico da Barra, na zona oeste da cidade. Bolsonaro, que chegou de helicóptero perto das 10 horas, promoveu aglomeração, não usou máscara e recebeu gritos de “mito”.

O ato deste domingo teve percurso previsto de mais de 30 quilômetros. Após saírem do Parque Olímpico, os motocicletas se deslocaram até o Aterro do Flamengo, na zona sul. Em diversos trechos, como as praias de Copacabana e Ipanema, houve concentração de apoiadores, que gritaram “mito” e acenaram ao presidente. O ponto de chegada foi o monumento em homenagem aos pracinhas que combateram na Segunda Guerra, no bairro da Glória.

Apesar dos números altos de contágio e mortes por covid-19, o uso de máscaras entre os milhares de presentes era pouco comum. A maioria deixou de lado a proteção.

Ao todo, mil policiais militares de quatro batalhões do Rio atuaram no esquema de segurança. Até às 10h25, apesar dos reflexos no trânsito, nenhum incidente havia sido registrado.

Esta foi a segunda vez no mês que Bolsonaro participa de um desfile de motocicleta – o primeiro foi em 9 de maio, em Brasília. Na ocasião, o chefe do Executivo recebeu os apoiadores no Palácio do Alvorada e liderou o comboio.

Posse no Equador
Bolsonaro embarca ainda neste domingo, às 18h, para o Equador, onde participará da posse do presidente de direita eleito Guilherme Lasso. O evento está marcado para a segunda-feira (24).

A ida de Bolsonaro ao Equador é estratégica. Depois da derrota de Maurício Macri na Argentina e da direita perder força no Chile, Lasso é o primeiro líder do mesmo campo ideológico do presidente brasileiro a ganhar uma disputa presidencial na América do Sul.

A posse de Guillhermo Lasso será na Assembleia Nacional do Equador, quando o atual presidente, Lenín Moreno, deixa o cargo. Depois da posse, Bolsonaro irá a um almoço dos chefes de Estado e retorna ao Brasil. A previsão é desembarcar em Brasília no início da madrugada de terça-feira (25).

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Homem não paga programa e foge pela janela do 3° andar de prédio

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Reprodução/GMC Online
Homem foge pela janela do terceiro andar após confusão no Paraná

Um homem fugiu pela janela de um apartamento no terceiro andar de um prédio residencial após uma discussão na noite de domingo (8/2) em Maringá (PR). O momento da “fuga” foi registrado em vídeo e repercutiu no condomínio do prédio e nas redes sociais.

Segundo informações apuradas pela reportagem do GMC Online, parceiro do Metrópoles, o rapaz teria contratado um programa, mas, no momento do pagamento, não tinha dinheiro para quitar o valor combinado. Diante da situação, houve discussão e gritaria no interior do apartamento, o que alertou moradores do condomínio.

Leia a reportagem completa e veja o vídeo em GMC Online.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Carlos após visitar Bolsonaro: "Não sei de onde o velho tira forças"

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LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
Carlos Bolsonaro após saída do ex-presidente do hospital DF Star – Metrópoles 3

Após visitar o pai, Jair Bolsonaro, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) disse que o ex-presidente enfrentou uma noite difícil em razão de “condições crônicas de soluço”, que teriam persistido durante toda a madrugada desta quarta-feira (11/2). Bolsonaro encontra-se preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, também conhecido como Papudinha. “Não sei de onde o velho tira forças”, escreveu na rede social X.

Na publicação, Carlos demonstrou preocupação com o risco de broncoaspiração, mencionando a possibilidade de agravamento do estado de saúde do pai.

Carlos declarou que o pai está nessas condições há mais de seis meses. “Como filho, dói. Como brasileiro, inquieta. A sensação de impotência é grande, mas maior ainda é a convicção de que nenhum país se fortalece quando a covardia substitui o respeito às garantias constitucionais e à dignidade”, escreveu.

Ele também criticou as condições do ex-presidente no presídio. “A rotina imposta a ele e a outros presos políticos é desumana. Independentemente de posições ideológicas, o Brasil precisa reencontrar equilíbrio, serenidade e confiança nas instituições”, defendeu.

Por fim, o filho agradeceu pelas manifestações de apoio. “Eu sinceramente não sei de onde o velho tira forças. Mesmo diante das dificuldades, ele se mantém firme pelo que acredita e pelo Brasil que defende. Obrigado a todos pelas considerações e pelo carinho de sempre para com ele. Mais um dia que segue”, ressaltou.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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“Escala 6×1 pode provocar colapso econômico”, diz frente parlamentar

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Imagem colorida de manifestação pelo fim da escala 6x1

Em um manifesto divulgado nessa terça-feira (10/2), a Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ) do Congresso Nacional alerta que a PEC que propõe o fim da escala 6×1 pode provocar colapso econômico e social no Brasil.

O presidente da FPMAQ, deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP), diz: “Estamos diante de uma discussão extremamente sensível. Um projeto que, em tese, nasce com a intenção de melhorar a vida do trabalhador pode, na prática, gerar efeito oposto: fechamento de empresas, perda de empregos e aumento da informalidade. Não podemos tratar um tema dessa magnitude com populismo ou pressa eleitoral”.

Nesta semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), enviou o projeto da jornada 6×1, que estava parado, para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Casa, para dar início à tramitação do texto.

Motta também afirmou que a proposta está entre as principais prioridades da Câmara para este ano e que a PEC deve ser votada até maio, no plenário da Casa.

A proposta, de autoria de Erika Hilton (PSol-SP), sugere a redução da jornada máxima para 36 horas semanais, distribuídas em quatro dias de trabalho. Atualmente, a Constituição fixa o limite em 44 horas semanais, sem definir a divisão por dias.

Além disso, antes de enviar o texto, o dirigente da Casa apensou uma outra proposta, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), ao texto.

Resistência

A proposta enfrenta resistência de parlamentares da oposição ao governo no Congresso Nacional. O principal argumento é o de que a proposta pode prejudicar empresários.

A tramitação do projeto também é vista como um gesto de Motta ao governo e pode beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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