Lixfani poderá ser condenada em até seis anos de reclusão por falsificar documentos e tentar entrar no Brasil clandestinamente - Foto: Alexandre Lima
Lixfani poderá ser condenada em até seis anos de reclusão por falsificar documentos e tentar entrar no Brasil clandestinamente – Foto: Alexandre Lima

Acusada tentou comprar bilhete na rodoviária e foi descoberta por marido da mulher que perdeu documentos

Alexandre Lima

Se existe alguma forma de classificação para azar, se pode dizer que uma boliviana de 22 anos, identificada como Lixfani Ramos Polanco, está classificada no maior nível e devido o seu azar, se encontra com passagem garantida ao presídio estadual na Capital acreana.

Contra Lixfani, pesa acusação de falsificar documentos e tentar entrar no Brasil de forma ilegal, o que pode lhe render uma pena de até seis anos de reclusão, aja visto que foi presa em flagrante delito.

A boliviana se aproveitou de uma vítima brasileira, Dauzenir Galvão Feijó, que teria perdido seus documentos pessoais dias atrás. Neste período, Lixfani disse que havia recebido os mesmo de uma outra pessoa e planejou entrar no Brasil clandestinamente para tentar uma nova vida se passando por outra pessoa.

Delegado Sérgio Lopes preparou os documentos para a transferência de Lixfani para o presídio na Capital - Foto: Alexandre Lima
Delegado Sérgio Lopes preparou os documentos para a transferência de Lixfani para o presídio na Capital – Foto: Alexandre Lima

Para seu azar, nesta segunda-feira, dia 17, resolveu colocar seu plano em prática e foi ara a rodoviária da cidade de Epitaciolândia, onde tentou comprar um bilhete e apresentou a carteira de identidade. Foi quando o funcionário da empresa percebeu que algo estaria errado, pelo fato dos dados serem de sua esposa.

Rapidamente, as autoridades foram acionadas e enviaram uma equipe da Polícia Militar e detiveram Lixfani. A mesma foi conduzida a delegacia da cidade, onde ficou a disposição do delegado Sérgio Lopes e seus agentes, onde seria ouvida e encaminhada ao presídio na Capital nas próximas horas.

Lixfani não é réu primária perante a justiça brasileira, uma vez que foi detida pelo crime de receptação de furto em Assis Brasil, cidade localizada na fronteira com o Peru a cerca de três anos atrás.

Documentos que haviam sido perdidos foi identificado pelo esposo quando a boliviana tentou comprar passagem na rodoviária - Foto: Alexandre Lima
Documentos que haviam sido perdidos foi identificado pelo esposo quando a boliviana tentou comprar passagem na rodoviária – Foto: Alexandre Lima

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