Acre
Banda larga limitada preocupa consumidores
Diniz, da Anatel, explica ação de agência reguladora
O anúncio da internet banda larga limitada preocupa os consumidores. A informação dessa mudança começou com a operadora Vivo, que vai realizar o serviço com limite de dados em conexões residenciais, como já ocorre nos planos para o telefone. As outras empresas ainda não se pronunciaram sobre o assunto.
Atualmente, o usuário utiliza a internet fixa de forma ilimitada e paga um valor específico, o que deve mudar nos próximos meses. Para alguns usuários, situações como essa vão prejudicar o consumo e a comunicação entre as pessoas, além de provocar possíveis preços mais elevados.
“O que já era ruim se torna pior porque além de ser uma das mais caras do mundo é uma das mais lentas, e se falando de Acre, é uma das piores do Brasil. Então, limitar a internet brasileira é limitar a integração de uma pessoa com a outra, ou do Brasil com o resto do mundo”, disse o funcionário público, Souza Ibernon.
Com o alarde da população, a Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, resolveu aplicar uma medida cautelar para impedir, por pelo menos três meses, que as empresas limitem a utilização da internet.
De acordo com o conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações, Aníbal Diniz, a decisão pretende impor às empresas que elas informem aos consumidores quanto à quantidade disponível de navegação de acordo com o uso.
“Embora exista elementos contratuais para as operadoras limitarem o acesso, a Agência interveio e impôs algumas referências”, afirmou Diniz. “As operadoras vão ter que apresentar à Agência Nacional de Telecomunicações as ferramentas que vão oferecer ao consumidor de controle e acompanhamento e, só depois disso, passarem a limitar o acesso como prevê o contrato”.
Enquanto não há uma definição sobre o assunto, os usuários do serviço temem ficar no prejuízo. “A questão de cobrança, se for da mesma forma, não tem o porquê deles limitarem o serviço. Isso é injustiça com o consumidor. Se formos pagar o mesmo valor que tá e limitar o consumo, é uma forma de lesar o consumidor. Não tem lógica!” ponderou o desempregado Ramon Ramos.
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