Acre
Banda de descontentamento: Campeonato estadual de Bandas e Fanfarras sob criticas e premiações questionáveis
O mundo das bandas e fanfarras é um universo repleto de paixão, dedicação e competições emocionantes. No entanto, recentemente, o prestígio de um dos eventos mais tradicionais nesse cenário, o Campeonato de Bandas e Fanfarras do estado do Acre, foi abalado por uma série de controvérsias e questionamentos.
Uma das questões mais alarmantes que surgiram após o último Campeonato de Bandas e Fanfarras foi a alegação de que as notas foram reescritas como rascunhos. Bandas e fanfarras que investiram meses de árduo trabalho e dedicação em suas apresentações receberam avaliações duvidosas. Além disso, as premiações concedidas eram nada menos do que placas de madeira com adesivos de qualidade questionável, diminuindo o valor do reconhecimento.
A Confederação Nacional de Bandas e Fanfarras (CNBF), entidade que supervisiona o campeonato, também levantou sérias preocupações sobre a integridade do evento. A manipulação das notas e as premiações inadequadas representaram uma ameaça à credibilidade do campeonato, deixando as corporações desapontadas e frustradas.
Houve também, criticas sobre uma das bandas que foi qualificada em primeiro lugar em sua categoria por mencionar o descumprimento do Artigo 55, Inciso 1, que proibiria o Comandante Mor de participar das evoluções do Corpo Coreográfico como destaque. No entanto, o Comandante Mor agiu dentro das regras de acordo com o presidente da Associação de Bandas e Fanfarras do Estado, que diz que de acordo com o regimento mencionado, o Comandante Mor pode dar ordens para toda a Corporação, o que inclui o Corpo Musical e a Corporação em geral. As ordens emitidas pelo Comandante Mor são consideradas na avaliação dos comandos e devem ser seguidas pela Corporação, desde que estejam de acordo com as regras estabelecidas no regulamento. O mor não se dirigiu a somente o corpo coreográfico, ele se dirigiu a toda a corporação, o que não infringe o Artigo 55, Inciso 1.
(...)Art. 55 Na avaliação dos comandos, será considerada a resposta do Corpo Musical ou de toda Corporação às ordens emitidas, bem como a precisão no comando. §1º. É vedado ao Comandante Mor participar de evoluções do Corpo Coreográfico como destaque, sob pena de desclassificação automática. Art. 62 É possibilitado ao Comandante Mor o aproveitamento do espaço com devido deslocamento para melhor posicionar-se quando da execução dos comandos, desde que não perca sua posição de destaque e, no dispositivo de largada e chegada à área do palanque, mantenha-se à frente da Corporação Musical, sendo vedada sua movimentação à frente da Baliza, Corpo Coreográfico ou Pavilhão Nacional.(...)
A forma como foi direcionada o campeonato, levantou alguns questionamentos de populares que fizeram parte da competição. Alguns membros das corporações que se sentiram “afetadas” reclamaram da forma como as apurações foram colocadas e exigiram mais transparência sobre as alegações de manipulação de notas e às regras. É fundamental que a CNBF e os organizadores do Campeonato adotem medidas para restaurar a confiança na integridade e na equidade do evento.
Esta matéria foi atualizada em 07/11/2023 as 12:27 que altera os parágrafos 4 e 5, na qual dizia a respeito do regimento do campeonato do Artº: 55, §1º.
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Conta de energia elétrica permanecerá sem cobrança extra em março
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Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira tarifária verde em março, o que significa que não haverá cobrança adicional nas contas de energia. Segundo a agência, a medida reflete as condições favoráveis de geração de energia no país.
A bandeira tarifária permanece verde desde dezembro de 2024.
“Com o período chuvoso, os níveis dos reservatórios melhoraram, assim como as condições de geração das usinas hidrelétricas. Dessa forma, o acionamento de usinas termelétricas, que possuem energia mais cara, torna-se menos necessário”, explica a Aneel.
Bandeiras tarifárias
Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
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Confusão entre mulheres marca festa de Carnaval em Brasiléia; veja vídeo
A festa de Carnaval no município de Brasiléia, no interior do Acre, foi marcada por uma confusão envolvendo mulheres durante a programação festiva na região do Alto Acre.
Em vídeo divulgado pela página Alfinetei nas redes sociais, é possível ver o momento em que as mulheres iniciam uma briga, com troca de puxões de cabelo e agressões.
A confusão precisou ser contida por seguranças do evento e por outros foliões que intervieram para separar as envolvidas.
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Ajuste no vale gás deve ser enviado ao Congresso após carnaval, e entra no radar do TCU
Foi em agosto de 2024 que o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou que o governo federal iria ampliar o programa de auxílio na compra de botijões de gás para mais de 20 milhões de famílias até o final de 2025
A equipe econômica deve enviar ao Congresso após o carnaval o redesenho do projeto de lei que cria um novo formato para custear o programa Auxílio-Gás dentro das regras do arcabouço fiscal, segundo apurou o Broadcast. O tema já entrou no radar da equipe técnica do Tribunal de Contas da União (TCU), sobretudo depois das discussões envolvendo o programa educacional Pé-de-Meia.
O grande desafio do governo é, além de prever os recursos do Auxílio Gás dentro do Orçamento, cumprir a promessa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de entregar “gás de graça” para 22 milhões de famílias, como repetido por ele este ano durante evento no Amapá este ano.
Se continuar sem previsão no Orçamento de 2025, a expansão do auxílio-gás é um problema que será avaliado diretamente pelo Tribunal de Contas da União (TCU), de acordo com fontes técnicas ouvidas pelo Broadcast. Independentemente do mérito do programa, o valor correspondente precisa estar previsto na peça orçamentária, dizem. A avaliação mais recente da Corte sobre despesas fora do orçamento é o programa Pé-de-Meia, que chegou a ser alvo de medida cautelar com bloqueio de recursos – posteriormente revista.
Foi em agosto de 2024 que o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou que o governo federal iria ampliar o programa de auxílio na compra de botijões de gás para mais de 20 milhões de famílias até o final de 2025. Em fevereiro deste ano foram 5,42 milhões de famílias atendidas. Para possibilitar um aumento no número de beneficiários, o custo total da política assistencial foi previsto em R$ 13,6 bilhões. O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025 foi enviado ao Congresso com R$ 600 milhões para o Auxílio Gás.
O projeto de lei “Gás Para Todos” (nº3.335/24) está em tramitação na Câmara, sob relatoria do deputado federal Hugo Leal (PSD-RJ). O texto prevê desconto mínimo de 50% no valor do botijão de gás e estabelece que empresas de petróleo repassem diretamente à Caixa Econômica Federal valores equivalentes a receitas de comercialização da venda do excedente em óleo do pré-sal. Com isso, há previsão de que os repasses sejam deduzidos das obrigações das empresas com a União, como um encontro de contas. Na prática, essa dedução, se ocorrer, poderia implicar em redução de receita.
O Ministério da Fazenda deve ajustar a proposta com uma nova sistemática. No último dia 13, o ministro da pasta, Fernando Haddad, afirmou que o desenho do Novo Auxílio Gás ainda não estava definido. Questionado sobre o Orçamento previsto para o programa, ele se limitou a dizer que, por enquanto, “é o que está no Orçamento”. No Orçamento de 2024, foram necessários R$ 3,4 bilhões para pagar o benefício a todas as famílias atendidas.
Estadão conteúdo
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