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Atirador ataca campus da Universidade de Nevada, nos EUA, e deixa ao menos 3 mortos, diz polícia

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Outra vítima está em estado crítico. Departamento de Polícia Metropolitana de Las Vegas afirma que suspeito já foi localizado e está morto.

Um atirador realizou um ataque no campus de Las Vegas da Universidade de Nevada, nos Estados Unido, nesta quarta-feira (6). Autoridades locais afirmaram que há três mortos e uma outra vítima em estado crítico.

Em uma publicação nas redes sociais, o Departamento de Polícia Metropolitana de Las Vegas (LVMPD) disse que o suspeito já foi localizado e está morto.

A polícia disse não ter informações sobre o motivo do ataque.

O incidente ocorreu próximo ao Beam Hall, um prédio do campus que abriga a faculdade de administração e outras instalações. As vítimas foram socorridas a hospitais da região.

Relatos de tiros também foram registrados em uma organização estudantil e a Polícia Universitária foi para o local. A operação policial depois do tiroteio afetou as operações do aeroporto de Las Vegas, próximo ao campus da universidade.

Vincent Perez, professor da instituição, disse à MSNBC por telefone que ouviu muitos tiros antes de se proteger no campus.

“Eu diria sete, oito tiros, um após o outro, altos”, disse ele. “Assim que ouvimos isso, corremos de volta para dentro e percebemos que se tratava de um tiroteio real e que havia um atirador ativo no campus.”

O campus da Universidade de Nevada, Las Vegas (UNLV), localizado a menos de três quilômetros a leste da Las Vegas Strip, principal avenida da cidade, tem cerca de 25 mil alunos matriculados e 8 mil pós-graduandos e doutorandos.

Em 2017, um atirador matou 60 pessoas e deixou 500 feridas em um festival de música em Las Vegas. O ataque foi o mais mortal da história dos EUA.

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Brasil

Mercado reduz previsão de inflação em 2024, aponta Focus

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Indicador teve redução de 3,8% para 3,76%, dentro do intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central

A previsão do mercado financeiro para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) – considerado a inflação oficial do país – teve redução de 3,8% para 3,76% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta terça-feira (15), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2025, a projeção da inflação permaneceu em 3,51%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,5% para os dois anos.

A estimativa para 2024 está dentro do intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), a meta é 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas de inflação estão fixadas em 3%, com a mesma tolerância.

Em janeiro, pressionada pela alta dos alimentos, a inflação do país foi 0,42%, abaixo do apurado em dezembro, de 0,56%, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 12 meses, o IPCA soma 4,51%.

Juros básicos

 

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 11,25% ao ano pelo Copom (Comitê de Política Monetária). O comportamento dos preços já fez o BC cortar os juros pela quinta vez consecutiva, em um ciclo que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões. A segunda reunião do ano do Copom está marcada para 19 e 20 de março.

Em comunicado, o Copom indicou que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista “necessária para o processo desinflacionário”. O órgão informou que a interrupção dos cortes dependerá do cenário econômico “de maior prazo”.

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas.

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 8,5% ao ano e se mantenha nesse patamar em 2026 e 2027.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

 

Já a projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 1,75% para 1,77%. Para 2025, a expectativa para o PIB (Produto Interno Bruto) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro projeta expansão do PIB também em 2%, para os dois anos.

No ano passado, a economia brasileira cresceu 2,9%, de acordo com o IBGE. Em 2022, o PIB havia sido 3%. A alta em 2023 foi puxada pelo crescimento recorde de 15,1% do setor agropecuário, o maior avanço desde o início da série histórica da pesquisa, em 1995. Também apresentaram aumentos os setores da indústria (1,6%) e de serviços (2,4%).

No caso do dólar, a previsão de cotação está em R$ 4,93 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5.

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“El Niño” provocará temperaturas acima do normal até maio

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Fenômeno modifica a atmosfera em escala planetária e aquece áreas distantes.

Por AFP

O fenômeno meteorológico ‘El Niño’, que registrou máxima intensidade em dezembro, é um dos cinco mais fortes já registrados, anunciou nesta terça-feira (5) a Organização Meteorológica Mundial (OMM), que prevê temperaturas superiores à média entre março e maio em zonas terrestres.

“Temperaturas acima do normal estão previstas em quase todas as zonas terrestres entre março e maio”, destacou a OMM, organização vinculada às Nações Unidas.

‘El Niño’ “está perdendo força progressivamente, mas continuará tendo um impacto sobre o clima mundial nos próximos meses, alimentando o calor captado pelos gases do efeito estufa emitidos pelas atividades humanas”, explicou a organização.

O ‘El Niño’ é um fenômeno meteorológico natural, que corresponde ao aquecimento de grande parte do Pacífico tropical. Aparece com uma periodicidade de entre dois e sete anos, com duração de nove a 12 meses.

O fenômeno modifica a atmosfera em escala planetária e aquece áreas distantes. O impacto, destaca a OMM, soma-se às alterações climáticas provocadas pelas atividades humanas.

“Há quase 60% de possibilidades que o ‘El Niño’ persista entre março e maio e 80% de possibilidades de condições neutras (sem o ‘El Niño’ ou o fenômeno oposto ‘La Niña’) de abril a junho”, indicou a OMM.

“Cada mês desde junho de 2023 registrou um novo recorde mensal de temperatura e 2023 foi de longe o ano mais quente já registrado”, destacou Celeste Saulo, nova secretária-geral da OMM.

Temperatura “preocupante” em janeiro
“‘El Niño’ contribuiu para as temperaturas recordes, mas os gases do efeito estufa que retêm o calor são, certamente, os principais responsáveis”, disse.

“As temperaturas na superfície dos oceanos no Pacífico equatorial refletem claramente o ‘El Niño’. Mas as temperaturas na superfície do mar em outras partes do globo foram persistentes e excepcionalmente elevadas nos últimos 10 meses”, completa Celeste Saulo, meteorologista argentina que comanda o organismo desde janeiro.

“A temperatura da superfície do mar em janeiro de 2024 foi de longe a mais elevada já registrada para este mês. É preocupante e não pode ser explicado apenas pelo ‘El Niño'”, alerta

O atual episódio de ‘El Niño’, que começou em junho de 2023, atingiu o pico entre novembro e janeiro.

O fenômeno registrou um valor máximo de quase 2,0°C acima da temperatura média da superfície do mar para o Oceano Pacífico tropical oriental e central na comparação com o período de 1991 a 2020.

A OMM indica que existe a possibilidade de que ‘La Niña’, que ao contrário do ‘El Niño’ provoca a redução das temperaturas, se desenvolva “mais tarde este ano”, após um período de condições neutras entre abril e junho.

Mas a OMM considera as probabilidades incertas no momento.

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Brasil

Perdidos na mata: fugitivos de presídio de Mossoró buscam comida e abrigo para sobreviver

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Moradores relatam que criminosos roubaram alimentos das fazendas da região; policiais cercam o local

A busca pelos fugitivos da penitenciária de Mossoró se concentra na zona rural da cidade de Baraúna, no Rio Grande do Norte. Segundo os policiais, a possibilidade de eles estarem perdidos na mata aumenta a cada segundo. Oficiais cercaram as fazendas dos agricultores que relataram roubos de alimentos. Um cachorro está ajudando na busca.

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