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Assistência Social do Estado inicia 2025 com entrega de cestas básicas para associações de pessoas com deficiência

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A governadora em exercício reafirmou que a entrega é apenas o começo de um trabalho integrado entre as secretarias, com ações planejadas para garantir direitos básicos enquanto houver necessidade

Governadora em exercício, Mailza Assis, realizou a entrega simbólica de cestas básicas para associações de pessoas com deficiência de Rio Branco. Foto: Felipe Freire/Secom

Em um gesto de solidariedade e compromisso com as pessoas em situação de vulnerabilidade social, a governadora em exercício e titular da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), Mailza Assis, realizou na tarde desta terça-feira, 7, a entrega simbólica de cestas básicas para associações de pessoas com deficiência de Rio Branco.

A ação integra o programa conduzido pela Divisão de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, alinhado às políticas públicas instituídas pelo governador Gladson Cameli, cujo lema é “cuidar de pessoas”.

Durante o evento, Mailza Assis destacou a importância da iniciativa para fortalecer os direitos básicos da população: “Hoje é uma entrega simbólica, mas muito importante, principalmente por ser destinada a pessoas com deficiência e suas famílias, garantindo segurança alimentar. Estamos promovendo políticas públicas que alcançam quem mais precisa, em um esforço conjunto da SEASDH e demais secretarias. Essa é apenas a primeira de muitas ações que planejam trazer dignidade e suporte ao povo acreano neste ano”.

Compromisso com a dignidade

A entrega marcou o início de 2025 com um gesto que reforça a luta contra as desigualdades. No total, foram distribuídas 146 cestas básicas para sete associações. Heloneida Gama, presidente da Associação das Famílias Autistas do Acre (Afac), reconheceu a relevância do momento.

“Essa entrega é simbólica, mas tem um grande valor. Muitas famílias que representamos estão em situação de vulnerabilidade, e esse gesto do governo nos dá esperança. Em nome de todas elas, somos profundamente gratos”, destacou Heloneida.

Heloneida Gama, presidente da Associação das Famílias Autistas do Acre (Afac), reconheceu a relevância do momento. Foto: Felipe Freire/Secom

Associações beneficiadas

As cestas foram destinadas às seguintes entidades:

  1. Associação das Pessoas com Deficiência Visual do Acre (Adev): 20 cestas básicas.
  2. Federação Acreana de Basquete de Cadeiras de Rodas (FABC): 14 cestas básicas.
  3. Associação dos Surdos do Acre (Assacre): 22 cestas básicas.
  4. Associação das Famílias Autistas do Acre (Afac): 30 cestas básicas.
  5. Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan): 20 cestas básicas.
  6. Centro de Apoio à Pessoa com Deficiência Física do Acre (Capedac): 26 cestas básicas.
  7. Associação dos Fibromiálgicos do Estado do Acre (Afibrac): 14 cestas básicas.

Com a presença de representantes das associações e membros dos Direitos Humanos, o evento reforçou o compromisso do governo do Acre em priorizar ações que tragam dignidade e inclusão social à população mais vulnerável.

No total, foram distribuídas 146 cestas básicas para sete associações. Foto: Felipe Freire/Secom

A governadora em exercício reafirmou que a entrega é apenas o começo de um trabalho integrado entre as secretarias, com ações planejadas para garantir direitos básicos enquanto houver necessidade. “Nosso objetivo é cuidar de todos os acreanos, especialmente daqueles que mais precisam. Este é um governo que luta pela dignidade e pelo bem-estar de sua população”, concluiu Mailza Assis.

O momento, além de garantir assistência imediata, sinaliza o fortalecimento de políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência. A entrega, apesar de simbólica, trouxe esperança e reafirmou a missão do governo de enfrentar as desigualdades, promovendo inclusão e segurança alimentar para todos os acreanos.

Mailza Assis, realizou na tarde desta terça-feira, 7, a entrega simbólica de cestas básicas para associações de pessoas com deficiência de Rio Branco. Foto: assessoria 

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Eduardo acusa Moraes de perseguição após ida de Bolsonaro à Papudinha. Vídeo

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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro reagiu a transferência do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar, em Brasília (DF), conhecida como “Papudinha”, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (15/1).

Em vídeo, Eduardo Bolsonaro criticou duramente a decisão do ministro Alexandre de Moraes e classificou a transferência como perseguição política.

“Alexandre de Moraes acaba de ordenar a transferência de Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal para o presídio comum, a Papudinha. Isso demonstra, mais uma vez, a sua total insensibilidade, a sua psicopatia. A gente sabe que Bolsonaro não cometeu crime algum, que não houve tentativa de golpe no Brasil, e que a prisão dele só serve para tirá-lo da corrida presidencial”, afirmou.

Segundo o ex-deputado, a decisão teria motivação eleitoral. “A todo custo, Alexandre de Moraes quer impedir que Bolsonaro tenha influência sobre as eleições deste ano. Esse é o motivo real, o motivo político pelo qual ele não cede em enviar Bolsonaro para uma prisão domiciliar, o que já seria injusto por si só”, disse.

Eduardo também comparou o caso com decisões anteriores do STF. “Em outros casos muito mais leves, como o do ex-presidente Fernando Collor, houve concessão de prisão domiciliar por decisão do próprio Alexandre de Moraes”, declarou.

Ao final, o ex-deputado fez um apelo político. “Este ano é crucial para reverter tudo o que está acontecendo no Brasil. Todos nós podemos fazer alguma coisa: eleger senadores comprometidos com a causa da liberdade e apoiar um presidente que não compactue com esse sistema. Se Deus quiser, o Brasil vai sair dessa ainda mais forte”, concluiu.

Bolsonaro estava detido na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal e, por determinação de Moraes, passará a cumprir sua pena no batalhão da PM, onde também estão presos o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques. Segundo a decisão judicial, o ex-presidente ficará em uma cela separada dos demais.

O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado.

Motivações para a decisão

Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que o sistema prisional brasileiro enfrenta, há anos, um cenário de elevada população encarcerada e déficit estrutural de vagas, o que resulta em índices persistentes de superlotação e péssimas condições estruturais, especialmente no regime fechado.

O ministro usou dados do sistema de Informações Penitenciárias (Infopen), divulgado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que apontam 941.752 pessoas sob custódia penal no primeiro semestre de 2025.

Frisou que a realidade do sistema carcerário brasileiro revela, ainda, que, historicamente, a execução da pena privativa de liberdade não ocorre de maneira uniforme para todos os indivíduos submetidos ao regime fechado, pois a maioria das pessoas privadas de liberdade enfrenta estabelecimentos marcados por superlotação, precariedade estrutural e restrição severa de direitos básicos.

Moraes, no entanto, ressaltou que Bolsonaro, por ser ex-presidente, estava em cela especial, na Sala de Estado Maior da Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.

Condição diferente de todos os demais réus condenados à penas privativas de liberdade pelo atentado contra o Estado Democrático de Direito e Tentativa de Golpe de Estado ocorrida em 8 de janeiro de 2023, dos quais 145 réus estão presos, sendo 131 presos definitivos.

Ainda assim, diversas reclamações chegaram ao STF acerca da cela onde Bolsonaro estava até esta quinta-feira (15/1). Moraes listou todas as reclamações da defesa e afirmou que mesmo diante da cela especial, a prisão não é “uma colônia de férias”.

“As medias não transformam o cumprimento definitivo da pena de Jair Bolsonaro, condenado pela liderança da organização criminosa na execução dos gravíssimos crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito e suas Instituições, em uma estadia hoteleira ou em uma colônia de férias, como erroneamente várias das manifestações anteriormente descritas parecem exigir, ao comparar a Sala de Estado Maior a um “cativeiro”, ao apresentar reclamações do “tamanho das dependências”, do “banho de sol”, do “ar-condicionado”, do “horário de visitas”, ao se desconfiar da “origem da comida” fornecida pela Polícia Federal, e, ao exigir a troca da “televisão por uma SMART TV”, para, inclusive, “ter acesso ao YOUTUBE”, diz Moraes.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Papudinha: Bolsonaro está sozinho em cela para 4 pessoas

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Michael Melo/Metrópoles @michaelmelo
Jair Bolsonaro deixou o Hospital DF Star, em Brasília, onde realizou um pequeno procedimento dermatológico Metropoles 5

Uma cela com capacidade para até quatro detentos na Papudinha, unidade do Complexo Penitenciário da Papuda, está sendo utilizada de forma exclusiva pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), conforme a definição do modelo de custódia adotado após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

O ex-presidente foi transferido para a penitenciária federal nesta quinta-feira (15/1), após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a saída de Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde ele estava preso desde novembro do ano passado.

Em contraste, outros dois condenados pela trama golpista, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, dividem juntos uma unidade semelhante à reservada ao ex-presidente. Ambos também estão na Papudinha.

Torres foi ministro da Justiça no governo Bolsonaro e recebeu condenação do STF a 24 anos por participação nos atos que atentaram contra o Estado Democrático de Direito. Já Vasques também foi condenado pela mesma trama, a 24 anos e seis meses, e acabou preso no Paraguai após a decisão judicial.

Privilégios a Bolsonaro

Na decisão que determinou a transferência de Bolsonaro para a Papudinha, o ministro Alexandre de Moraes pontou que, embora houvesse uma série de críticas às condições do pai, os filhos de Bolsonaro, como o senador Flávio, Bolsonaro tinha umasituação cercada de privilégios na carceragem da PF.

Moraes citou desde a presença de frigobar e ar-condicionado, dentre um total de 13 privilégios, que o diferenciavam de outros quase 4 mil detentos que cumprem pena em regime fechado atualmente e precisam enfrentar superlotação dos espaços.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Michelle busca apoio de Gilmar Mendes para domiciliar de Bolsonaro

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imagem colorida de Michelle Bolsonaro

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) buscou apoio em Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para tentar interceder por Jair Bolsonaro (PL).

Michelle relatou ao ministro as condições de saúde do marido, preso após condenação de 27 anos e 3 meses de prisão, e tentou uma sensibilização por prisão humanitária domiciliar.

A informação foi dada pela jornalista Andrea Sadi, do G1, e confirmada pelo Metrópoles.

As intenções de Michelle seriam de que o decano da Corte conversasse com os outros ministros.

Em especial, a conversa deveria ocorrer com Alexandre de Moraes, que já negou a prisão domiciliar de Bolsonaro por diversas vezes devido às possibilidades de fuga.

Em 1º/1, Moraes negou o pedido da defesa de Jair Bolsonaro de prisão domiciliar humanitária, após o ex-presidente deixar o Hospital DF Star, onde estava internado desde a véspera do Natal para série de procedimentos médicos.

Na decisão, Moraes citou a ausência de requisitos legais para a concessão da prisão domiciliar e o risco concreto de fuga.

“Há total ausência dos requisitos legais para a concessão de prisão domiciliar, bem como diante dos reiterados descumprimentos das medidas cautelares diversas da prisão e de atos concretos visando a fuga”, detalha a decisão.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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