Acre
Assis Brasil sedia 1º Workshop Internacional sobre doenças tropicais na região andino-amazônica
Acontece durante os dias 11 a 14 de Junho o I Workshop que tem como tema: “Análise das implicações eco-geo-políticas da migração transfronteiriça sobre a dinâmica de transmissão das doenças tropicais transmitidas por vetores na região andino-amazônica”.
O evento iniciou aos 11 dias do mês de Junho, na sede do Núcleo da UFAC em Assis Brasil e conta com a presença de diversas autoridades, entre elas o Gestor Municipal Humberto Gonçalves Filho, o Dr. Manoel Cesário da Universidade de Franca, o Dr. Jorge Luis Asencios Rivera, Diretor da Regional de Saúde de Madre de Dios-Perú, o Dr. Ciro Maguiña, Doutor pela Universidade Peruana Cayetano Heredia de Lima, o Dr. Marco Tulio A. Garcia-Zapata da Universidade de Goiás, a Senhora Christine Murto, PhD pela Universidade da Suíça, entre outros.
No início do evento o gestor municipal agradeceu a presença de todos e enfatizou: “Este evento é um marco na história dos índices epidemiológicos de Assis Brasil. Sabemos que os vetores não têm fronteiras e para isso precisamos debater junto com as autoridades estrangeiras para chegarmos a um consenso e saber como devemos analisar as amostras laboratoriais, o resultado dos diagnósticos e como o tratamento deve ser instituído para que todos possam gozar da adequada promoção, prevenção e na recuperação da saúde se for o caso”.
De acordo com o Dr. Manoel Cesário a pesquisa sobre a transmissão das doenças tropicais na região de Madre de Dios já acontece desde o ano de 2008, e esta é a primeira vez que há o comprometimento do Poder Executivo de Assis Brasil e uma participação expressiva dos profissionais de saúde deste município.
A Diretora do Departamento de Vigilância em Saúde de Assis Brasil, Valéria Moraes relatou nesta entrevista que desde o início do ano já foram notificados 10 casos de Leishmaniose Tegumentar Americana, 03 casos de Malária e 133 casos de Dengue no município, todas as pessoas afetadas por essas doenças receberam o devido tratamento e o acompanhamento dos casos, e disse ainda que com o Workshop será possível entender como é realizado o processo de saúde dos vizinhos peruanos para que juntos possamos lançar ações para evitar a proliferação dos vetores.
O evento continuará até a sexta feira dia 14 e será encerrado com agradecimentos e a entrega de diploma pelas universidades conveniadas.
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Criança de 6 anos e irmão adolescente são conduzidos à delegacia por chocolate de 3 reais não pago em Rio Branco
Adolescente se ofereceu para pagar o produto, mas segurança não aceitou e acionou a Polícia Militar; mãe contesta abordagem e diz que vai adotar medidas judiciais contra o supermercado

Os irmãos permaneceram na delegacia até a chegada da mãe. Foto: ilustrativa
Menores são levados à delegacia após esquecerem de pagar chocolate; mãe contesta abordagem
Uma criança de 6 anos e o irmão dela, de 13 anos, foram conduzidos à Delegacia de Flagrantes (Defla) na noite de ontem, terça-feira, dia 31, após um episódio registrado em um supermercado localizado na Rua Rio de Janeiro, no bairro Floresta, em Rio Branco.
De acordo com informações apuradas, os dois irmãos estavam no estabelecimento para fazer compras. O adolescente selecionou alguns produtos e efetuou o pagamento no valor de cerca de R$ 12. Durante a permanência no local, a criança pegou uma barra de chocolate, avaliada em pouco mais de R$ 3, e consumiu o item antes de passar pelo caixa, e o irmão esqueceu de pagar.
Abordagem e condução à delegacia
Após deixarem o interior do supermercado, os menores foram abordados por seguranças no estacionamento. Ao ser informado sobre o ocorrido, o adolescente se ofereceu para pagar pelo produto utilizando um cartão da mãe, que tinha saldo disponível. A proposta, no entanto, não foi aceita, e a Polícia Militar foi acionada.
Uma guarnição esteve no local e conduziu os dois à delegacia. Na unidade, eles foram colocados em uma sala de permanência junto com adultos presos por vários crimes. O procedimento foi revisto após a constatação da idade da criança.
O registro da ocorrência foi ajustado, e os irmãos permaneceram na delegacia até a chegada da mãe, sendo liberados em seguida mediante assinatura de termo.
A responsável pelas crianças contestou a condução do caso e informou que pretende adotar medidas judiciais contra o estabelecimento. Segundo ela, o filho mais velho tentou resolver a situação no momento da abordagem, mas não houve aceitação por parte dos funcionários.
Questões sobre procedimento com menores
O caso também levanta questionamentos sobre os procedimentos adotados em situações envolvendo menores. Conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), crianças não podem ser responsabilizadas criminalmente, e ocorrências desse tipo devem ser encaminhadas ao Conselho Tutelar.
Um funcionário do supermercado, que não quis se identificar, afirmou que a orientação interna é acionar a polícia em casos semelhantes. Ainda assim, ele declarou discordar da forma como a situação foi conduzida.

O procedimento foi revisto após a constatação da idade da criança. Foto: ilustrativa
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“Nada substitui a presença de um policial, por isso a importância da Guarda Municipal”, diz Samir Bestene após agressão no Restaurante Popular
Por Dell Pinheiro
O vereador Samir Bestene (PP) voltou a cobrar medidas mais efetivas na área da segurança pública após mais um caso de agressão registrado no Restaurante Popular da Capital. O desabafo foi feito na durante a sessão na Câmara de Rio Branco,
Segundo o parlamentar, o episódio que envolveu uma mulher agredida por uma pessoa em situação de rua, evidencia o agravamento da violência urbana e reforça a necessidade de fortalecimento da segurança no município.
“Isso agrava muito mais a questão da violência da nossa Capital e também levanta um questionamento sobre a atuação da guarda municipal”, afirmou.
Bestene destacou que o tema já vem sendo debatido de forma recorrente no Legislativo municipal e defendeu a criação da chamada polícia municipal, com base em mudanças recentes na legislação federal.
“A segunda mulher agredida ali no restaurante popular demonstra a importância da criação agora da polícia municipal. É mais uma força para contribuir com a Polícia Militar e dar uma sensação maior de segurança à população”, pontuou.
O vereador também ressaltou que, embora o videomonitoramento seja uma ferramenta importante no combate à criminalidade, ele não substitui a presença de agentes nas ruas.
“O videomonitoramento é importantíssimo para identificar ocorrências, mas nada substitui a presença física de um policial, que pode inibir agressões físicas ou verbais”, disse.
Para o parlamentar, o reforço no efetivo e a atuação mais próxima da população são fundamentais para garantir segurança tanto aos servidores públicos quanto aos cidadãos que utilizam os espaços públicos da cidade.
“Precisamos dar essa sensação de segurança para quem trabalha e para quem vive o dia a dia nos espaços públicos de Rio Branco”, frisou o progressista.
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