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Assinada terceira ordem de serviço do “Asfalta Rio Branco” que investirá 25 milhões na regional Estação Experimental

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Foi assinada na manhã desta quinta-feira (4), pelo prefeito de Rio Branco, a 3ª ordem de serviço do programa “Asfalta Rio Branco”, que contemplará a regional da Estação Experimental.

Composta por 26 bairros, a regional abrange as localidades da Estação Experimental, Tangará, Isaura Parente, Manoel Julião, Bairro da Paz, Universitário I, II e III, Rui Lino, Mocinha Magalhães, Vila Maria e Joafra I e II. A estimativa é que sejam investidos R$ 25 milhões nas obras executadas na regional.

“A população vai ficar muito feliz com o trabalho” (Foto: Evandro Derze/Assecom)

“Essa é uma região bem central, com muitos comércios, concentração de prédios públicos e residências. Estaremos investindo aqui cerca de R$ 25 milhões, nas ações de recapeamento de algumas ruas e tapa-buracos, além da recuperação de calçadas, melhorias na drenagem, rede de esgoto, além de outros serviços. Eu tenho certeza que a população vai ficar muito feliz com o trabalho que será realizado aqui”.

O gestor pediu ainda ajuda da população.

“Pedimos também que a população nos ajude a fiscalizar, através do ‘De Olho na Obra’, uma ferramenta disponível no site da prefeitura onde é possível acompanhar, em tempo real, todas as obras realizadas em nossa cidade, ou então diretamente nas suas ruas, orientando e nos ajudando a fazer com que o trabalho fique cada dia melhor”, salientou o prefeito.

A previsão de execução das obras é de dez meses, com serviços em mais de 660 ruas. Todas elas apresentadas em audiência pública, escolhidas pelas comunidades, como destacou o representante da empresa Oliveira Engenharia, Romeu Paiva, responsável pelas obras na regional da Estação Experimental.

“Vamos realizando as obras de acordo com a demanda que vai sendo passada pela prefeitura. Hoje nós vamos começar com seis equipes, duas de drenagens e quatro de terraplanagem, que é a etapa de tapa-buraco e recuperação de asfalto. É também uma exigência da prefeitura que priorizemos a mão de obra das localidades, dos bairros, e assim nós estamos fazendo. O prazo é de dez meses, e conforme a demanda vai surgindo, a gente vai executando”, explicou Paiva.

Morador do bairro da Estação Experimental, o funcionário público Jaime Moura comemorou a chegada do Asfalta Rio Branco na sua comunidade e afirmou que os moradores aguardam com ansiedade o início dos trabalhos.

“É muito importante para o nosso bairro, tendo em vista que o inverno veio aí e acabou com as ruas, agora com esse projeto do nosso prefeito eu acredito que vai dar certo. Vão fazer o tapa-buracos e asfaltar as ruas que ainda não tem asfalto e arrumar as que precisam de conserto e a população está toda animada e esperando que venham botar os homens na rua para trabalhar, organizar essa cidade, se tornar uma cidade linda e maravilhosa que nem ele bem fala nas entrevistas dele”, disse o morador.

Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC

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Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

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Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

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Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

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Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

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Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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