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Arte Integral: evento promove acessibilidade com diversidade no Parque da Cidade

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Arte Integral: evento promove acessibilidade com diversidade no Parque da Cidade
Redação GPS

Arte Integral: evento promove acessibilidade com diversidade no Parque da Cidade

Nos dias 17 e 18 de agosto, Brasília será receberá o evento Arte Integral – Cultura 360 , que celebra a diversidade e inclusão através de uma programação de manifestações artísticas. O evento, que ocorre no complexo Parque Estações, dentro do Parque da Cidade , terá entrada gratuita e contará com a participação de mais de 30 artistas com deficiência, o que é um marco na promoção da acessibilidade cultural na capital federal.

Com uma agenda diversificada, o festival incluirá shows musicais, desfiles de moda, exposições de arte e apresentações de dança. Um dos destaques é o talk show com o atleta paralímpico Estevão Lopes, que compartilhará as experiências de superação e resiliência. Serão mais de 30 artistas com deficiência, além dos shows e desfile de moda inclusivos com modelos cadeirantes.

Estevão, que se prepara para competir nas Olimpíadas Biônicas na Suíça em outubro, também é sócio-fundador da Capital do Remo e piloto do projeto Empowering Mobility and Autonomy (EMA) .

“Estamos trazendo novos conceitos, um novo olhar à acessibilidade e às pessoas com deficiência, um olhar humanizado. A nossa iniciativa é apenas o começo de um grande esforço para fazer de Brasília a cidade mais acessível do país. E nós somos parte desse desafio”, afirmou Rafael Moura, organizador do evento.

O festival também oferecerá experiências interativas que buscam conscientizar e integrar o público ao universo das pessoas com deficiência. Oficinas como Desvendando o Braille: Introdução ao Mundo da Leitura Tátil permitirão aos visitantes aprender o alfabeto em braile, enquanto a atividade Experimentando Diferenças oferecerá a oportunidade de jogar um game de handbike , vivenciando de forma lúdica o cotidiano de atletas paralímpicos.

Outro ponto alto da programação é o desfile de moda inclusivo Fashion PcD , que celebrará a diversidade apresentando roupas e acessórios projetados para atender às necessidades de pessoas com deficiência. Modelos cadeirantes e com mobilidade reduzida desfilarão peças que combinam funcionalidade, conforto e estilo, demonstrando como moda e acessibilidade podem caminhar juntas.

O evento também contará com apresentações musicais de artistas como Aristos Lopes, Visão do Samba, Dany, Baião de 2 da APAE e SurdoDum , além de espetáculos de dança com o grupo Street Cadeirante e o artista Lucio Piantino .

Para os amantes da fotografia, a exposição Caravana Melhores Vencedores , do renomado fotógrafo Sérgio Dutti, trará imagens que celebram o esporte paralímpico, complementadas por uma performance ao vivo da grafiteira brasiliense Amanda Gomes.

O Arte Integral – Cultura 360 é uma realização do Instituto Sustenta em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, e conta com o apoio das secretarias de Esporte e Lazer e Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda.

Serviço:
Arte Integral – Cultura 360
Data: 17 e 18 de agosto de 2024 (sábado e domingo)
Local: Parque da Cidade Sarah Kubitschek
Horário: Das 10h às 20h
Classificação: Livre
Ingressos: Gratuitos, disponíveis antecipadamente no site

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Fonte: Nacional

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Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Mega-Sena

Após o sorteio do concurso 2971 da Mega-Sena, na noite desta terça-feira (10/2), a Caixa Econômica Federal informou que o sorteio acumulou e que a estimativa do prêmio principal subiu para R$ 55 milhões.

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. Apesar disso, 33 jogos completaram cinco acertos, levando cada um o prêmio de R$ 65.041,25, e 2.294 apostas chegaram a quatro acertos, com um prêmio de R$ 1.542,26, cada.

Além da Mega, os concursos 6950 da Quina e 2354 da Timemania também acumularam. Os valores sorteados subiram para R$ 16,5 milhões e R$ 6,2 milhões, respectivamente.

Os próximos sorteios ocorrerão nesta quinta-feira (12/2).

  • Mega-Sena:

01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56;

  • Lotofácil:

03 – 05 – 01 – 10 – 22 – 24 – 08 – 13 – 14 – 17 – 20 – 23 – 07 – 25 – 21;

Quina:

01 – 24 – 47 – 06 – 60;

  • Timemania:

07 – 36 – 16 – 73 – 06 – 29 – 51;

Time do coração: 70 – São José/RS .

  • Dia de Sorte:

29 – 13 – 21 – 22 – 28 – 12 – 08;

Mês da sorte: 10 – Outubro.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

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Reprodução/El Treze
Imagem colorida, Ré por injúria racial, advogada argentina diz que "não teve intenção" - Metrópoles

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.

Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.


Entenda o caso

  • O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
  • Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
  • Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
  • Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
  • A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.

Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina

Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.

“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.

A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.

Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.

O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos

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O médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200
Médico conversando na sala de atendimento e entregando uma receita ao paciente. - receita médica - atestado médico

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).

Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.

De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.

O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.

Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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