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Argentina: Encontraram um bebê de um ano engatinhando sozinho no meio da noite

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Aconteceu na província de Córdoba – Argentina. Depois de levá-lo sob custódia, os policiais conseguiram localizar sua mãe

Fonte Iforbae
Na manhã desta terça-feira  ocorreu um  episódio inusitado em Villa La Lonja, bairro popular localizado na zona sul de Córdoba Capital. A polícia em um posto de controle encontrou um bebê de um ano engatinhando em uma estrada de terra, completamente sozinho.
A tropa – que patrulhava a área – pegou o bebê nos braços, cobriu-o com um cobertor e o abrigou. Depois, com a colaboração de vizinhos, conseguiram localizar a mãe para entregá-lo. Trata-se de uma menina de 24 anos que mora na região.

Polícia de Córdoba fala com vizinhos para encontrar a família do bebê

O episódio, ocorrido por volta das 03h30, ocorreu no cruzamento das ruas Manuel Astrada e Río Negro. Segundo a Polícia de Córdoba, participaram 911 operadores de câmeras de vigilância e membros do CAP.

Esta manhã as autoridades provinciais divulgaram o vídeo das câmaras de segurança, onde é possível ver o momento em que os agentes detectam a criança, bem como o seu regresso à família. Na gravação você também pode ver como um cachorro, animal de estimação da criança, a acompanha em todos os momentos .

O subcomissário Ariel Britos, que participou do resgate, explicou em conversa com o Infobae  como teria sido a saída do bebê de sua casa: “O que conseguimos conversar com a mãe é que o cachorro aparentemente tem o hábito de abrir a porta, então, a mãe estava com a criança, ele sai da cama, rasteja até a porta e sai para a rua .

“ Momentos depois com colegas que conseguiram vê-lo, foi feita uma busca com vizinhos locais e encontrámos a mãe”, relarou Ariel.

Imagens da incrível descoberta que a Polícia de Córdoba encontrou. Foto: captada

Embora não saibam quanto tempo o bebê ficou engatinhando sozinho em campo aberto, indicam que a criança percorreu cerca de 70 metros de sua casa até o local onde foi encontrada pelos policiais. A criança foi encontrada em uma estrada de terra, a pouco mais de dois metros da estrada.

“É relativamente próximo porque o bebê, apesar de engatinhar, não estava com frio, estava bem de saúde, estava feliz. Portanto, acreditamos que ele saiu de casa em algum momento recentemente. “Nós o envolvemos para que o orvalho noturno não lhe causasse nenhum dano e depois procuramos sua família”, explicou a Polícia.

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Com a criança nos braços, os policiais começaram a fazer buscas nas casas próximas ao local e organizaram uma “busca em cadeia” para encontrar a mãe dele, que estava dormindo e não havia percebido que seu bebê havia fugido.

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Outras fontes familiarizadas com o caso explicaram que o Serviço Nacional da Criança, do Adolescente e da Família interveio para apurar se se tratava de um caso fortuito ou se algum tipo de responsabilidade poderia recair sobre os pais da menina. “Pelo que pudemos constatar, o espanto da mãe e a gratidão de uma pessoa que estava consciente e lúcida, parece que foi um descuido, algo involuntário”, completou Britos.

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Homem é agredido por grupo após acusação de zoofilia em Epitaciolândia; crime de maus-tratos a animais prevê pena de detenção

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Vítima foi obrigada a retirar ovelha de kitnet e sofreu golpes de bambu, socos e chutes; vídeo circula em grupos de WhatsApp

Durante a gravação, ele demonstra incômodo com a presença de celulares e lanternas apontadas em sua direção. “Para de focar em mim. Sem câmera, gente, por favor”. Foto: captada 

Um homem acusado de manter relações sexuais com uma ovelha foi agredido por um grupo de pelo menos oito pessoas na noite da última terça-feira (10), na zona rural de Epitaciolândia, município da região de fronteira do Alto Acre. O caso ganhou repercussão nesta quinta-feira (12) após um vídeo do episódio começar a circular em grupos de WhatsApp.

As imagens, gravadas por uma testemunha, mostram o homem sem camisa dentro de um espaço semelhante a uma pequena kitnet, sendo confrontado por diversas pessoas que o acusam de ter praticado zoofilia com o animal. Durante a gravação, ele demonstra incômodo com a presença de celulares e lanternas apontadas em sua direção.

“Para de focar em mim. Sem câmera, gente, por favor”, pede o homem, enquanto é cercado pelos presentes.

Animal assustado e agressões

No vídeo, o suspeito é obrigado a retirar a ovelha do interior do imóvel e levá-la até uma área de pasto. Ao sair do local, o animal aparece visivelmente assustado e com dificuldade de se movimentar. “Coitada”, comenta a pessoa que faz a filmagem.

Após liberar a ovelha no campo, o homem passa a ser agredido pelo grupo com golpes de bambu, além de socos e chutes. As imagens mostram momentos de tensão, com várias pessoas participando das agressões.

O que diz a lei

No ordenamento jurídico brasileiro, a prática de atos sexuais com animais é enquadrada como crime de maus-tratos contra animais, previsto no artigo 32 da Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais).

De acordo com a legislação, a pena para quem pratica ato de abuso ou maus-tratos contra animais é de detenção de três meses a um ano, além de multa. O parágrafo 2º do mesmo artigo estabelece que a pena é aumentada de um sexto a um terço caso o ato resulte em lesão ou morte do animal.

É importante destacar que, em 2020, a Lei nº 14.064 (conhecida como Lei Sansão) aumentou o rigor das penas para maus-tratos contra cães e gatos, prevendo reclusão de 2 a 5 anos, multa e proibição da guarda. No entanto, para os demais animais, como ovelhas, a pena continua sendo a detenção de três meses a um ano prevista no caput do artigo.

Investigação

Até o momento, não há informações oficiais sobre o estado de saúde do homem após as agressões, nem confirmação se houve registro de ocorrência policial relacionado ao caso. Também não foi divulgado se alguma autoridade realizou o resgate ou avaliação das condições do animal.

A Polícia Civil do Acre ainda não se manifestou sobre a abertura de inquérito para apurar tanto a prática de zoofilia quanto as agressões cometidas pelo grupo contra o suspeito.

Veja vídeo:


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Dupla armada assalta distribuidora no bairro João Alves, em Cruzeiro do Sul

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Criminosos chegaram de capacete e com bolsa de entregador e levaram dinheiro do caixa e pertences de clientes.

Um assalto a uma distribuidora foi registrado na noite dessa quarta-feira (11) no bairro João Alves, em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre. Dois homens, sendo um deles armado, levaram dinheiro do comércio e objetos de pessoas que estavam no local.

Segundo informações, os suspeitos chegaram ao estabelecimento usando capacetes e carregando uma bolsa de entregador, o que pode ter sido utilizado para despistar a atenção de quem estava no local.

Durante a ação, um dos criminosos foi diretamente ao caixa do estabelecimento para recolher o dinheiro, enquanto o outro, visivelmente nervoso, abordou clientes e recolheu pertences das pessoas que estavam no comércio.

Até o momento, não há informações sobre a prisão dos suspeitos. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil do Acre.

Toda a ação registrada em vídeo:

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Policiais Civis do Acre fazem palestra sobre violência doméstica em escolas públicas da região do Juruá

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Polícia Civil dialoga com alunos em Cruzeiro do Sul sobre os tipos de violência contra a mulher e os canais de denúncia disponíveis. Foto: cedida

Como parte das ações do mês da Mulher, a Polícia Civil do Acre (PCAC) participa de vários diálogos com estudantes do ensino fundamental e médio das escolas públicas de Cruzeiro do Sul, tendo como objetivo divulgar os meios de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Nesta quinta-feira, 12, o delegado Vinícius de Almeida e seus oficiais investigadores conversaram com estudantes sobre os tipos de violência, formas de denúncia e a importância do respeito às mulheres na escola João Kubitschek.

A atividade reuniu alunos das escolas urbanas e rurais, sendo conduzida pelo delegado Vinícius Almeida, com participação de agentes da Polícia Civil, atendendo aos chamados dos diretores escolares e do Ministério da Educação (MEC), que colocou no currículo escolar a inclusão de palestras contra a violência doméstica no mês de março, mês em que está inserido o Dia da Mulher.

Delegado Vinícius de Almeida e seus agentes conversaram com estudantes sobre os tipos de violência, formas de denúncia e a importância do respeito às mulheres na escola João Kubitschek.

Delegado Vinícius de Almeida conversa com estudantes da escola João Kubitschek sobre prevenção e combate à violência doméstica durante palestra promovida pela PCAC. Foto: cedida

Durante o encontro com os alunos, o delegado discorreu sobre as diferentes formas de violência contra a mulher: física, psicológica, moral, patrimonial e sexual. Ademais, os policiais destacaram a importância de reconhecer os primeiros sinais de agressão e onde procurar ajuda das forças de segurança.

“O conhecimento sobre o tema é um forte aliado para prevenir a violência e fortalecer a rede de proteção. Esse público jovem, ao saber manusear as ferramentas digitais, como a internet, se torna um excelente canal para fazer com que os casos de violência cheguem até à polícia. Nesses encontros, também é possível repassar aos jovens o respeito e a igualdade em todas as relações”, destacou o delegado.

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