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Aposte na Mega-Sena e concorra a prêmios de milhões

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Essa loteria da Caixa Econômica Federal oferece milhões de reais aos brasileiros
A Mega-Sena é uma das modalidades de loterias da Caixa Econômica Federal. Todos os anos, a Mega distribui milhões de reais para os seus apostadores. Através de apostas, o jogador tem a possibilidade de se tornar um milionário.
Estreando em 1996, esta loteria é a maior do Brasil. Oferta, assim, os maiores prêmios para os seus competidores. O valor mais alto pago foi de R$ 289 milhões em 2019, para apenas um apostador de Recife (PE).
Para participar dessa loteria, é necessário que o apostador vá a uma casa lotérica ou jogue de forma online e aposte.
Na Mega-Sena, é preciso selecionar 6 números entre os 60 disponíveis na cartela. Além dessa decisão, o jogador pode optar também pela Surpresinha (o sistema escolhe números aleatórios) ou a Teimosinha (pode-se jogar com os mesmos números em até 8 concursos consecutivos).
Até o ano de 2009, este jogo era realizado em dois globos diferentes, sendo assim, os dois sorteavam os números. Quando saía um número, sua bolinha era colocada novamente no globo, mantendo a probabilidade dela se repetir.
Atualmente, o sorteio acontece em apenas um globo de acrílico. Cada bola contém uma cor, representando sua dezena, sendo seis no total. Através da internet, YouTube oficial da Loterias Caixa ou Rede TV, são exibidos os resultados da loteria. Para ser um dos sortudos, aposte na Mega-Sena.
Os sorteios são tão requisitados que entre 26 de dezembro de 2021 a janeiro de 2022 foram muito procurados no Google, segundo o Google Trends. A Mega da Virada é o evento que atrai todas essas buscas.
Mega da Virada
Surgindo em 2008, intitulava-se Mega-Sena Especial de Fim de Ano. Este concurso especial permanece sendo realizado no último dia do ano, o Réveillon.
Muitos apostadores aguardam a data em que seu sorteio é liberado, para, assim, apostarem e também realizarem bolões. As apostas em grupo são populares entre as famílias e amigos, que se reúnem para concorrer e dividir o prêmio.
O primeiro sorteio da Mega da Virada (2008) foi com os números: 01-11-26-51-59-60. No concurso nº 1.035 não houve ganhador. Sendo assim, o prêmio foi acumulado para R$ 37 milhões.
Em todas as edições dessa modalidade, são registradas milhares de apostas em diversos estados brasileiros.
O primeiro sorteio intitulado Mega da Virada, realizado em dezembro de 2009, distribuiu R$ 435 milhões. Exibido na Rede Globo, o maior prêmio da América do Sul oferecia (e oferece) uma vida milionária aos seus jogadores.
Dois ganhadores acertaram a sena, no segundo ano desse sorteio, levando para casa o valor de R$ 72 milhões. Um dos vitoriosos residia em Brasília e o outro em São Paulo.
Aqueles que completaram a quina (cinco números) conseguiram R$ 34 mil cada, recebido por 732 ganhadores.
Aproximadamente, 60 mil apostadores acertaram quatro números (quadra), arrecadando R$ 650,33 cada.
Aposte na Mega para concorrer a prêmios que podem aumentar a sua renda, contribuir com uma maior qualidade de vida pessoal e de toda a sua família. O seu futuro pode mudar em uma aposta.
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AMPAC repudia live de juiz aposentado antes de operação contra o crime organizado no Acre
Transmissão exibiu comboio policial momentos antes da deflagração de ação do Gaeco e da Polícia Civil, que resultou em ao menos 15 prisões em vários estados
A Associação dos Membros do Ministério Público do Estado do Acre (AMPAC) divulgou, nesta terça-feira (13), uma nota pública de repúdio à transmissão ao vivo realizada pelo juiz aposentado e advogado Edinaldo Muniz momentos antes da deflagração de uma grande operação do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Acre (MPAC), em conjunto com a Polícia Civil.
A live, publicada nas primeiras horas da manhã, mostrou um comboio de viaturas e agentes que se preparavam para cumprir mandados judiciais. A operação ocorreu de forma simultânea em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Tarauacá, além de outros seis estados, e resultou na prisão de pelo menos 15 pessoas, atingindo a cúpula de uma facção criminosa envolvida com tráfico de drogas e cobrança de “taxa de segurança”.
Durante a transmissão, Edinaldo Muniz abordou agentes ainda na madrugada e questionou a movimentação policial, sem obter respostas. Ao final do vídeo, afirmou não ter recebido informações sobre a ação, mas exibiu imagens completas do comboio.
A atitude gerou forte repercussão nas redes sociais e críticas de internautas, que apontaram risco à investigação sigilosa. Em nota assinada pela presidente da entidade, Juliana Maximiano Hoff, a AMPAC destacou que operações de combate ao crime organizado exigem planejamento rigoroso, atuação integrada e absoluto sigilo, devido ao elevado risco enfrentado pelos agentes públicos.
Segundo a associação, a transmissão ao vivo criou uma possibilidade concreta de frustração das medidas judiciais, ocultação de provas e fuga de investigados, além de expor indevidamente os profissionais envolvidos, aumentando o risco de reações criminosas. A entidade afirmou ainda que o único beneficiado por esse tipo de conduta é o próprio crime organizado.
A AMPAC ressaltou que a gravidade do caso é ampliada pelo fato de a live ter sido realizada por um juiz aposentado, com décadas de atuação na magistratura e pleno conhecimento da necessidade de sigilo em ações dessa natureza. Ao final, a associação repudiou veementemente a transmissão, reafirmou apoio às instituições de segurança pública e defendeu que o êxito dessas operações depende de responsabilidade, prudência e compromisso com o interesse público.
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Operação ‘Casa Maior’ cumpre mais de 100 ordens judiciais no Acre e em outros seis estados

Polícia Civil do Acre e o Ministério Público concederam entrevista coletiva para apresentar detalhes e novos desdobramentos da Operação Casa Maior, que combate o crime organizado com atuação no Acre e em outros estados. Foto: Dhárcules Pinheiro/ Secom
Uma ação conjunta entre a Polícia Civil do Acre (PCAC) e o Ministério Público resultou no cumprimento de mais de 100 ordens judiciais nesta quarta-feira, 13, no Acre e em outros estados do país. A ofensiva, batizada de Operação Casa Maior, teve como foco o enfrentamento a uma organização criminosa com forte atuação interestadual, envolvida em tráfico de drogas, extorsão e crimes violentos.
No Acre, a operação foi coordenada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e executada pela Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), em conjunto com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), e contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.
Ao todo, foram expedidos 62 mandados de prisão preventiva e 39 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias utilizadas pelo grupo criminoso. Até o momento, 15 pessoas foram presas, mais de R$ 27 mil em dinheiro foram apreendidos, além de uma arma de fogo, munições e veículos.

Até o momento, 15 pessoas foram presas e houve apreensão de dinheiro, arma de fogo, veículos e bloqueio de contas ligadas ao crime organizado. Foto: Emerson Lima/ PCAC
As medidas judiciais foram cumpridas nos municípios de Rio Branco, Tarauacá e Cruzeiro do Sul, além dos estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Paraíba e Mato Grosso. Segundo as autoridades, devido à ampla ramificação da organização criminosa, a operação precisou ser estendida para outros seis estados da federação, onde alvos estratégicos foram localizados e presos.
Em coletiva de imprensa, o Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, frisou que a operação representa apenas mais uma etapa de um trabalho investigativo contínuo de anos de investigação.
“As investigações não param por aqui. Estamos falando de um grupo criminoso altamente estruturado, que atuava na cobrança de pedágio de comerciantes, deliberava comandos para execuções e exercia papel decisivo dentro da organização criminosa. Não descartamos novas prisões e apreensões, pois esse trabalho não se encerra com a operação de hoje. As investigações continuam”, destacou o delegado-geral.

Arma de fogo e munições foram apreendidos durante a ação policial: Foto: Dhárcules Pinheiro
O coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Bernardo Albano, ressaltou a complexidade da investigação e o alcance interestadual do esquema criminoso. “Foi identificada uma ligação direta entre criminosos do Acre com presos do sistema prisional do Rio de Janeiro e também com foragidos daquele estado. A investigação revelou ainda a participação de advogados já condenados por integrar organização criminosa, além do envolvimento de esposas de lideranças, que passaram a expedir ordens após a prisão de seus maridos”, afirmou o promotor.
As apurações também identificaram e resultaram no bloqueio de um grande fluxo financeiro utilizado para financiar as atividades criminosas e manter o padrão de vida das lideranças da facção. Além disso, os investigadores conseguiram mapear o processo decisório interno, as disputas de poder e a hierarquia dentro da organização.
Além do tráfico de drogas, a Operação Casa Maior desarticulou esquemas de extorsão contra comerciantes do centro de Rio Branco, que eram obrigados a pagar supostas “taxas de segurança” impostas por criminosos. A ação representa um duro golpe contra o crime organizado e reforça a atuação integrada das forças de segurança e do Ministério Público no combate às facções criminosas no Acre e no país.
Fonte: PCAC
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PM e ICMBio prendem caçadores com 11 animais silvestres abatidos dentro de terra indígena no Acre
Operação na Terra Indígena Kampa do Amônia apreendeu armas artesanais, munições e carne de porcos-do-mato, macacos, jacaré e mutum; indígenas haviam denunciado invasão

Na embarcação, os policiais localizaram cinco armas de fogo artesanais nos calibres 16 e 28, diversas munições intactas e instrumentos usados para caça. Foto: captada
Uma ação conjunta do 6º Batalhão da Polícia Militar do Acre e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) resultou na prisão de dois homens por caça predatória dentro da Terra Indígena Kampa do Amônia, no município de Marechal Thaumaturgo. A operação foi acionada após denúncias de indígenas sobre a invasão de moradores da área urbana.
Durante a abordagem no igarapé Arara, foram encontrados jabutis vivos e carne de 11 animais silvestres abatidos — incluindo quatro porcos-do-mato, cinco macacos guariba, um jacaré e um mutum —, além de seis quilos de sal e insumos para conservação. Na embarcação dos suspeitos, os policiais apreenderam cinco armas de fogo artesanais, munições e equipamentos de caça.
Os envolvidos confessaram que estavam caçando há cinco dias dentro da área protegida. Foram presos em flagrante sem resistência e levados à delegacia de Marechal Thaumaturgo junto com todo o material apreendido.

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