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Após um mês de competição, Jogos Escolares Municipais tem escola Mauricíla Sant’Ana campeã

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A final dos Jogos Escolares do Município de Rio Branco aconteceu na manhã deste sábado (27) e reuniu oito escolas da capital acreana. Desde o início da competição, 26 esquipes competiram em três modalidades.

Organizados pela Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Educação de Rio Branco, em parceria com a Secretaria Municipql de Esportes, os jogos escolares municipais sugiram com o objetivo de incentivar os alunos do Ensino Fundamental, especificamente do 1º ao 5º ano, a se engajarem em práticas esportivas e desenvolverem relações interpessoais de respeito mútuo.

De acordo com o secretário municipal de Esportes, Artur Oliveira, os jogos oportunizam a troca de experiências e o fomento à prática de esportes entre as crianças.

“Foi uma competição que durou um mês, mas foi um mês espetacular. A gente fica feliz de ter esse belo resultado, quero parabenizar a todas as equipes, tanto da Secretaria de Educação quanto de Esportes por se empenhar de corpo e alma para proporcionar a esses garotos, a nossa juventude, em excelente Jogos Escolares”, ressaltou.

A competição contou com as modalidades de futsal, corrida de 50 metros e jogos de damas. As equipes vencedoras foram premiadas com medalhas para o 1º, 2º e 3º lugar, além de troféu para os vencedores.

Aluna da escola Mauricíla Sant’Ana, Maysa Batista e sua equipe conquistaram o primeiro lugar no futsal feminino. Ela se consagrou, também, como artilheira da competição, marcando oito gols.

“Minha rotina é acordar cedo, se arrumar para ir à escola, e às vezes quando tem o campo eu jogo bola. Estou muito feliz, muito alegre”, disse.

O professor Marcelo Fontenele, responsável pelo time da escola Mauricíla Sant’Ana, expressou o sentimento de conquistar o primeiro lugar com sua equipe.

“É muito gratificante, eu sempre tive o sonho de ganhar os Jogos Escolares. E agora eu tive a oportunidade na prefeitura , conquistamos o título com essas meninas, com vitórias consecutivas”, destacou.

A escola Mauricíla Sant’Ana também foi a campeã geral dos Jogos Escolares Municipais 2024, alçando 390 pontos, seguida da escola Benfica, com 250 pontos e escola Raimundo Hermínio de Melo, com 180 pontos.

Confira as escolas vencedoras em cada modalidade:

FUSTAL MASCULINO

1º – Escola Bom Jesus
2º – Escola Marilene Mansour
3º – Escola Mauricíla Sant’Ana

FUTSAL FEMININO

1º – Escola Mauricíla Sant’Ana
2º – Escola Zaqueu Machado
3º – Escola Marilene Mansour

CORRIDA MASCULINA

1º – Escola Benfica
2º – Escola Benfica
3º – Escola Mauricíla Sant’Ana

CORRIDA FEMININA

1º – Escola Mauricíla Sant’Ana
2º – Escola Mauricíla Sant’Ana
3º – Escola Raimundo Hermínio de Melo

DAMA MASCULINO

1º – Escola Benfica
2º – Escola Raimundo Hermínio de Melo
3º – Escola Mauricíla Sant’Ana

DAMA FEMININO

1º – Escola Raimundo Hermínio de Melo
2º – Escola Mauricíla Sant’Ana
3º – Escola Zaqueu Machado

Assecom – Prefeitura de Rio Branco
Sonoras –
Artur Oliveira – Secretário municipal de Espprtes
Marcelo Fontenele – professor de Educação Física
Maysa Batista – aluna

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Homem é condenado a mais de 7 anos por roubo de celular dentro de cemitério em Rio Branco

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Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, já tinha outras condenações e praticou o crime usando tornozeleira eletrônica; juiz nega liberdade para recorrer

Lelândio Lopes e um comparsa, ainda não identificado, invadiram o cemitério, no início da tarde do dia 10 de novembro do ano passado. Foto: captada 

Pela terceira vez, Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, foi condenado pela Justiça do Acre — agora por roubar o celular de um funcionário do Cemitério São João Batista, em Rio Branco, em novembro do ano passado. O juiz da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da capital julgou procedente a denúncia do Ministério Público e aplicou pena de 7 anos, 4 meses e 16 dias de reclusão em regime semiaberto.

O crime ocorreu no início da tarde do dia 10 de novembro, quando Lelândio e um comparsa ainda não identificado invadiram o cemitério, renderam um funcionário que trabalhava em uma obra e levaram o aparelho celular. As imagens de câmeras de segurança mostraram a ação e a fuga dos criminosos, perseguidos pela vítima.

Investigadores da Delegacia de Crimes de Roubo e Extorsão (DCORE) identificaram Lelândio por meio das gravações e constataram que ele usava tornozeleira eletrônica no momento do crime. Dados do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) confirmaram sua presença no local, e a vítima o reconheceu na sede da polícia.

O réu não poderá recorrer em liberdade, pois cometeu o delito enquanto cumpria pena por outro crime.

Veja vídeo:

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Homem de 51 anos é morto a faca em comunidade ribeirinha de Porto Walter

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Raimundo Nonato foi atingido após discussão; acesso difícil ao local atrasa chegada da polícia

Ainda conforme os primeiros levantamentos, tanto a vítima quanto o suspeito são moradores da sede do município de Porto Walter e não residiam na comunidade onde o homicídio foi registrado. Foto: captada 

Um homicídio foi registrado na Comunidade Anorato, localizada às margens do Rio Cruzeiro do Vale, na zona rural de Porto Walter, no interior do Acre. A vítima foi identificada como Raimundo Nonato, de 51 anos, que morreu após ser atingido por um golpe de faca.

Segundo informações preliminares, o crime ocorreu após um desentendimento entre Raimundo e o agressor. Relatos indicam que a vítima consumia bebida alcoólica no momento, o que pode ter contribuído para a discussão. Tanto Raimundo quanto o suspeito são moradores da sede de Porto Walter e não residiam na comunidade ribeirinha.

A polícia foi acionada, mas o difícil acesso à região, agravado pelo baixo nível do rio, tem atrasado o deslocamento das equipes. A expectativa é que os policiais retornem à sede do município apenas na manhã desta terça-feira (11) para prosseguir com as investigações.

Relatos iniciais apontam que Raimundo Nonato consumia bebida alcoólica no momento do ocorrido, o que pode ter contribuído para o início da discussão, embora as circunstâncias ainda estejam sob apuração. Foto: ilustrativa

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Ministério da Justiça regulamenta indicador nacional e evidencia eficiência da Polícia Civil do Acre em crimes contra a vida

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O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente

Portaria do MJ fortalece reconhecimento da eficiência da Polícia Civil do Acre na elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: Saac Amorim/MJSP

A Polícia Civil do Acre (PCAC) passa a contar com um importante reconhecimento nacional na mensuração de sua eficiência investigativa com a publicação da Portaria MJSP nº 1.145, de 9 de fevereiro de 2026, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A norma uniformiza, em todo o Brasil, os critérios para cálculo dos índices de elucidação de homicídios e feminicídios, estabelecendo parâmetros objetivos e comparáveis entre os estados.

A nova regulamentação define que um crime será considerado elucidado quando o inquérito policial for relatado e encaminhado ao Judiciário ou ao Ministério Público com autoria e materialidade identificadas, ou ainda quando houver conclusão pela inexistência de crime, reconhecimento de excludentes legais ou extinção da punibilidade, exceto nos casos de prescrição. Também foram criados o Índice Nacional de Elucidação de Homicídios (INEH) e o Índice Nacional de Elucidação de Feminicídios (INEF), que passam a medir oficialmente o desempenho das polícias civis em todo o país.

O avanço é resultado de amplo debate no âmbito do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC) e contou com atuação direta do Comitê Nacional dos Diretores de Departamento de Homicídios (CNDH), presidido pelo delegado de Polícia Civil do Acre, Alcino Sousa Júnior, titular da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Ele esteve à frente da construção técnica da proposta e da interlocução com o Ministério da Justiça para a consolidação do novo modelo.

Para Alcino, a portaria representa um divisor de águas na segurança pública brasileira. “Trata-se de um marco para o Brasil. Pela primeira vez, temos um indicador oficial, pactuado e tecnicamente estruturado, capaz de mensurar com maior fidelidade a capacidade investigativa das Polícias Civis na elucidação de homicídios e feminicídios, com critérios claros e dados mais confiáveis”, destacou o delegado.

O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente. “Essa regulamentação pelo Ministério da Justiça é uma conquista histórica. Sempre defendemos que a investigação policial precisa ser medida com critérios técnicos e realistas, e agora temos uma ferramenta que demonstra, de fato, a eficiência da Polícia Civil acreana na resolução dos crimes contra a vida, especialmente homicídios e feminicídios”, afirmou.

Segundo Maciel, o novo modelo corrige distorções antigas, já que antes os indicadores extraoficiais consideravam apenas as denúncias oferecidas pelo Ministério Público, deixando de fora casos com autoria atribuída a adolescentes ou situações amparadas por excludentes legais. “Hoje, a sociedade passa a enxergar com mais clareza o trabalho investigativo que é feito diariamente pelos nossos policiais civis, muitas vezes em condições adversas, mas com resultados concretos”, completou.

Com a padronização nacional e a integração dos dados ao Sinesp, a expectativa é que a nova metodologia fortaleça a gestão por evidências, permita diagnósticos mais precisos sobre o desempenho investigativo e subsidie políticas públicas mais eficientes, consolidando o papel da Polícia Civil do Acre como referência na apuração de crimes contra a vida.

Delegado Alcino Sousa Júnior (gravata vermelha), presidente do CNDH e titular da DHPP do Acre, teve papel central na construção da nova métrica nacional de elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: cedida

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