Acre
Após derrotas, acreano Francimar Bodão é demitido do UFC com mais quatro
O Ultimate demitiu mais cinco lutadores de seu plantel. Entre os nomes está o do brasileiro Francimar Bodão, que fez nove combates na companhia e foi cortado após sofrer seu segundo revés consecutivo, em janeiro deste ano. Além dele, Kailin Curran, Bobby Nash, Dmitry Poberezhets e Galore Bofando foram os outros dispensados pela organização.
Bodão chegou ao UFC em agosto de 2013, quando venceu Ednaldo Lula. Ele manteve o bom início, alcançando três vitórias em seus primeiros quatro compromissos. Depois disso, foi finalizado por Nikita Krylov, teve um “No Contest” (luta sem resultado) contra Darren Stewart e bateu o próprio inglês na revanche, mas perdeu para Aleksander Rakic e Gian Villante em suas atuações mais recentes.
Bobby Nash, com três derrotas em três lutas, e Kailin Curran, que venceu apenas um de sete combates, eram demissões esperadas. Já a de Galore Bofando surpreendeu, já que o lutador estreou com um belo nocaute sobre Charlie Ward, depois foi nocauteado por Chad Laprise e não teve outra chance de pisar no octógono. Dmitry Poberezhets, por sua vez, sequer estreou no UFC. Ele teve duas lutas marcadas e foi removido de ambas por lesão.
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Nível do Rio Acre volta a cair e confirma tendência de vazante em Rio Branco
Sem registro de chuvas nas últimas 24 horas, rio permanece bem abaixo das cotas de alerta e transbordo na capital

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Acre
Acre fica fora do ranking dos 100 melhores hospitais públicos do SUS no Brasil
Levantamento nacional aponta desigualdade regional na saúde; apenas Pará e Amazonas representam a Região Norte na lista

Um levantamento nacional divulgado nesta semana revelou que o Acre está entre os sete estados brasileiros que não possuem hospitais classificados entre os 100 melhores do País no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Além do Acre, também ficaram fora do ranking Amapá, Rondônia e Roraima, na Região Norte, além de Alagoas, Mato Grosso e Paraíba, evidenciando a desigualdade regional na distribuição de unidades hospitalares de referência.
O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Instituto Ética Saúde (IES), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A avaliação considerou hospitais federais, estaduais e municipais com gestão integral pelo SUS, com dados coletados entre agosto de 2024 e julho de 2025.
De acordo com o ranking, São Paulo lidera a lista nacional, concentrando 30% dos hospitais selecionados. Em seguida aparecem Goiás, com dez unidades, Pará e Santa Catarina, com sete cada, além de Pernambuco e Rio de Janeiro, com seis hospitais cada.
Na Região Norte, apenas os estados do Pará e do Amazonas conseguiram inserir unidades entre as 100 melhores, com sete e três hospitais, respectivamente. Os demais estados da região, incluindo o Acre, ficaram de fora da seleção. Ao todo, os hospitais avaliados estão distribuídos em 19 estados e no Distrito Federal, com forte concentração nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
Segundo o Ibross, os critérios utilizados na avaliação incluíram acreditação hospitalar, indicadores de mortalidade, taxa de ocupação, número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e tempo médio de internação. A lista integra a primeira edição do Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil, que ainda irá selecionar os dez melhores hospitais públicos do País, com divulgação prevista para o mês de maio.
Ao comentar o resultado, o secretário de Estado de Saúde do Acre, Pedro Pascoal, afirmou que o levantamento reflete um problema histórico enfrentado pelo País, especialmente nas regiões mais distantes dos grandes centros urbanos. Segundo ele, a ausência de hospitais acreanos no ranking revela uma desigualdade estrutural acumulada ao longo de décadas. Ainda assim, destacou que o governo estadual tem adotado medidas para mudar esse cenário.
“O Acre tem desafios importantes, mas estamos trabalhando para fortalecer a rede pública de saúde, com investimentos, modernização das unidades, regionalização dos serviços e melhoria contínua da assistência. Nosso objetivo é garantir que a população do interior tenha acesso ao mesmo padrão de cuidado oferecido nos grandes centros”, afirmou o secretário.
Com informações de AC24horas
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Rio Acre segue em queda e permanece bem abaixo da cota de alerta em Rio Branco
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Foto: Sérgio Vale


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