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Acre

Ano letivo da rede estadual do Acre começa com 60 novas escolas de tempo integral e mais de 130 mil alunos

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Trinta e cinco unidades iniciaram atividades nesta segunda (23); outras 25 começam em 2 de março após formação de professores; solenidade na capital marcou abertura oficial

A solenidade contou com a presença da vice-governadora Mailza Assis, do secretário de Estado de Educação e Cultura, Aberson Carvalho, entre outras autoridades. Foto: captada 

Mais de 130 mil estudantes da rede estadual do Acre iniciaram o ano letivo de 2026 com a ampliação do ensino em tempo integral. Ao todo, 60 escolas passam a funcionar nesse modelo neste ano, sendo que 35 começaram as atividades nesta segunda-feira (23) e outras 25 iniciam o calendário no dia 2 de março, após período de formação dos profissionais.

As informações foram apresentadas durante a Abertura Oficial do Ano Letivo 2026, realizada na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Professor Pedro Martinello, em Rio Branco. A solenidade contou com a presença da vice-governadora Mailza Assis, do secretário de Estado de Educação e Cultura, Aberson Carvalho, entre outras autoridades.

A vice-governadora destacou os investimentos do governo na área: “Quero falar da alegria de ver tantos alunos em busca de um futuro melhor. Só em 2025, foram quase R$ 2 bilhões investidos em educação pelo Governo do Acre, o maior investimento da história do estado” .

O secretário Aberson Carvalho enfatizou a importância da participação de todos: “O ano letivo de 2026 está iniciando de forma promissora, com muita esperança e compromisso. Convidamos todas as comunidades escolares — professores, gestores, servidores, alunos e familiares — para fazer parte dessa nova jornada, sempre buscando o melhor para o futuro do nosso estado”.

As informações foram apresentadas durante a Abertura Oficial do Ano Letivo 2026, realizada na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Professor Pedro Martinello, em Rio Branco. Foto: captada 

Expansão do ensino integral

Segundo o secretário, 25 novas unidades passaram a integrar o modelo este ano e, por isso, tiveram o início das aulas programado para março. “Nós estamos com 25 novas escolas integrais e essas escolas estão passando por formação, porque não se torna integral da noite para o dia. É um processo de transformação, um processo de adaptação, de mudança de cultura”, afirmou.

Aberson destacou o crescimento da política de tempo integral nos últimos anos. “Quando recebemos o governo, recebemos somente com 12 escolas integrais. Hoje, este ano, estamos entregando 60 escolas integrais em todo o Estado”, declarou. Ele ressaltou ainda a expansão para áreas fora do perímetro urbano. “Por incrível que pareça, nós vamos ter escola integral também na zona rural. Isso mostra o desafio que é fazer educação e o avanço que o Estado tem no ensino integral.”

Carga horária e perspectiva de expansão

Para o secretário, o modelo amplia as oportunidades de aprendizagem. “O ensino integral, para mim, para o Aberson, para o secretário, ele é o ensino mais adequado para as nossas autoridades e o governo tem investido muito forte nessa expansão do ensino integral”, disse. Ele acrescentou que a meta é continuar ampliando a oferta nos próximos anos. “Quem sabe em 2027, 2028 nós possamos ter mais escolas integrais dentro do Estado para garantir ainda assim um ensino com melhor qualidade.”

Aberson também detalhou a carga horária do modelo. “Vale lembrar que escola integral, o aluno passa 35 horas semanais na escola e isso garante com certeza uma maior carga horária, maiores habilidades e competências sendo desenvolvidas, dando a eles maiores chances de sucesso.”

Das 60 escolas integrais previstas para 2026, 35 iniciaram as atividades nesta segunda-feira (23), junto às demais unidades da rede estadual. As outras 25 começam no dia 2 de março, após a conclusão do processo de formação das equipes escolares.

Ao todo, 60 escolas passam a funcionar nesse modelo neste ano, sendo que 35 começaram as atividades nesta segunda-feira (23) e outras 25 iniciam o calendário no dia 2 de março, após período de formação dos profissionais. Foto: captada 

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Acre

Vice-prefeito de Brasiléia, Amaral do Gelo, filia-se ao PSDB e lança pré-candidatura a deputado estadual

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Militar aposentado e empresário deixou o PL para integrar projeto de Tião Bocalom; decisão foi anunciada no prazo final de desincompatibilização

Amaral do Gelo é abonado por Tião Bocalom e justifica filiação ao PSDB por falta de espaço na atual administração de Brasiléia. Foto: captada 

Amaral do Gelo afirmou que o alinhamento com o projeto liderado por Bocalom foi determinante para a troca de legenda, deixando o PL para integrar a sigla tucana

O vice-prefeito de Brasiléia, Antônio Torres Amaral – conhecido popularmente como Amaral do Gelo –, militar aposentado e empresário, confirmou na noite de sábado, dia 4, sua filiação ao PSDB e o lançamento da pré-candidatura a deputado estadual. A entrada na sigla foi abonada pelo presidente estadual do partido e pré-candidato ao governo do Acre, Tião Bocalom.

Amaral do Gelo, que antes estava no PL, afirmou que a decisão foi motivada pelo alinhamento com o projeto político liderado pelo ex-prefeito de Rio Branco. “Me filiei ao PSDB por acreditar que é o melhor projeto para o nosso Acre. Fico muito feliz em fazer parte desse grupo e colocar meu nome como pré-candidato a deputado estadual, contribuindo com a nossa região do Alto Acre”, declarou.

Vice-prefeito deixou o PL e lançou pré-candidatura a deputado estadual; alinhamento com projeto do PSDB foi determinante para mudança. Foto: Marcus José

O vice-prefeito reforçou que não vinha tendo espaço político na atual administração de Brasiléia, mesmo tendo sido peça-chave na vitória do município nas últimas eleições. Agora, seu foco é fortalecer a representatividade regional e apoiar iniciativas voltadas ao crescimento do estado.

O anúncio ocorreu no dia 4 de abril, prazo final estabelecido pelo calendário eleitoral para que ocupantes de cargos públicos que pretendem disputar as eleições de 2026 se afastem de suas funções – regra que garante equilíbrio na disputa e evita o uso da máquina pública. No caso do vice-prefeito, a legislação permite a candidatura a deputado estadual ou federal sem necessidade de renúncia ao cargo. A obrigatoriedade de afastamento só se aplica se o vice assumir a chefia do Executivo municipal de forma definitiva nos seis meses que antecedem a eleição.

Amaral do Gelo afirmou que o alinhamento com o projeto liderado por Bocalom foi determinante para a troca de legenda, deixando o PL para integrar a sigla tucana. Foto: Marcus José

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Mailza Assis deve unir prefeitos do Alto Acre em campanha considerada a mais difícil desde a redemocratização

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Alan Rick delega a Fernanda Hassem missão de reverter apoios; empresário Rico Leite é cotado para vice na chapa do senador

Apesar disso, a expectativa é de que a governadora mantenha hegemonia na regional, considerada estratégica para a eleição de 2026. Foto: captada 

Governadora e pré-candidata à reeleição consolida base na regional; apoio inclui gestores de Assis Brasil, Xapuri e Brasiléia

A governadora e pré-candidata ao governo do Acre, Mailza Assis (PP), deverá contar com todos os prefeitos do Alto Acre em torno de sua candidatura nas eleições de outubro. A disputa é apontada por analistas como uma das mais difíceis desde a redemocratização política do estado.

Entre os nomes que integram a base estão:
  • Jerry Correia (Assis Brasil)

  • Maxsuel Maia (Xapuri)

  • Carlinhos do Pelado (Brasiléia)

  • Já em Epitaciolândia, com a desincompatibilização do prefeito Sérgio Lopes, assumiu o jovem Serginho Mesquita, mas ainda não se sabe como a atual administração — que “mal esquentou a cadeira” — se posicionará politicamente.

Entre os gestores que devem compor o arco de alianças estão: Jerry Correia (Assis Brasil) Maxsuel Maia (Xapuri) Carlinhos do Pelado (Brasiléia). Foto: captada 

Do outro lado, o senador e pré-candidato ao governo Alan Rick (Republicanos) deu à ex-prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, a missão de reverter apoios no primeiro e segundo escalões das administrações, reverter apoio dos prefeitos para alavancar sua própria candidatura ao governo, com o objetivo de integrar a chapa majoritária. Analistas avaliam que a tarefa é “quase impossível” de provocar uma debandada.

O nome da simpatia do grupo de Alan Rick para a vice é o empresário Rico Leite, conforme noticiado pela imprensa da capital.

Governadora e pré-candidata à reeleição consolida base na regional; apoio inclui gestores de Assis Brasil, Brasiléia e Xapuri. Foto: captada 

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MDB confirma Jéssica Sales como vice na chapa de Mailza Assis ao governo do Acre

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Partido marcaria reunião na próxima semana para anunciar composição da federação PP-UB, sacramentando Mailza (PP) como candidata e Jéssica (MDB) como vice

“Prego batido, ponta virada”, resumiu o dirigente, afastando qualquer especulação sobre uma possível candidatura da médica à Câmara Federal. Foto: captada 

Presidente da sigla, Vagner Sales, nega boatos sobre desistência e afirma que anúncio oficial será feito em coletiva com toda a imprensa acreana

Para encerrar os boatos de que a médica Jéssica Sales (MDB) não estaria disposta a aceitar o cargo de vice na chapa da governadora Mailza Assis (PP) à reeleição, o presidente do MDB no Acre, Vagner Sales, garantiu neste sábado (4) ao Blog do Crica (com Luis Carlos Moreira Jorge) que o nome da sigla é sim, Jéssica Sales, e que ela jamais declarou que recusaria a indicação.

“Prego batido, ponta virada”, resumiu o dirigente, afastando qualquer especulação sobre uma possível candidatura da médica à Câmara Federal.

O MDB realizará na semana uma reunião para marcar a data do anúncio oficial da candidatura do partido à chapa majoritária da federação PP-UB. Com isso, fica sacramentada a composição: Mailza Assis (PP) como candidata ao governo e Jéssica Sales (MDB) como vice.

A oficialização encerra as discussões internas e consolida a aliança entre as duas siglas para as eleições de 2026.

Jéssica sim, o nome escolhido pela sigla, e que ela jamais declarou que não aceitava a indicação para a vice. Foto: captada 

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