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Anatel aprova reajuste de 1,5% nas ligações entre fixo e móvel

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Agência Brasil

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou hoje (14) um reajuste de 1,5% nas tarifas de telefonia para ligações entre telefones fixos e móveis, tanto em chamadas locais como em longa distância. O reajuste vale para as concessionárias de  telefonia fixa.

Para ligações de telefones fixos para o Serviço Móvel Especializado (comunicação por meio de rádio), haverá uma queda de 5,27% nas tarifas, porque foi aplicado um fator de redução, que é empregado periodicamente para essa modalidade. As novas tarifas valem a partir da publicação no Diário Oficial da União, o que deve ocorrer na próxima semana.

Os reajustes levam em conta índices de inflação e o Índice de Serviços de Telecomunicações (IST), sobre os quais são aplicados o fator de redução que desconta os ganhos de produtividade das operadoras.

No início do ano, a Anatel aprovou as novas tarifas de remuneração de redes móveis, que reduziram em média em 13% o preço das ligações de telefones fixos para celulares, sejam ligações locais ou de longa distância, originadas nas redes das concessionárias da telefonia fixa (Oi, Telefônica, CTBC, Embratel e Sercomtel) destinadas às operadoras móveis.

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Reino Unido estuda proibição de redes sociais para crianças

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© ROVENA ROSA/AGÊNCIA BRASIL

O Reino Unido lançou nesta segunda-feira (20) uma consulta sobre redes sociais e crianças, incluindo a possibilidade de proibição do uso para menores de uma certa idade, restrição semelhante à adotada pela Austrália para crianças e adolescentes com menos de 16 anos, e uma orientação mais rígida às escolas sobre telefones celulares.

O governo britânico anunciou que vai examinar evidências em todo o mundo sobre uma ampla gama de propostas, incluindo a análise da eficácia da proibição do uso de redes sociais para crianças e, caso adotada, a melhor forma de fazê-la funcionar.

Notícias relacionadas:

Ministros devem visitar a Austrália, que no mês passado tornou-se o primeiro país a proibir as redes sociais para menores de 16 anos, na esperança de aprender em primeira mão com a abordagem deles, disse comunicado.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL

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Justiça italiana julga extradição de Carla Zambelli nesta terça-feira

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Carla Zambelli

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

A Corte de Apelação de Roma deve decidir, nesta terça-feira (20/1), sobre a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli, após três audiências adiadas. O julgamento está marcado para as 9h, no horário de Brasília (14h em Roma).

Zambelli foi condenada no Brasil como autora intelectual da invasão hacker ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), fugiu do país e está presa na Itália.


Julgamento de Zambelli na Itália

  • Inicialmente, o julgamento que decidirá se Zambelli será extraditada ao Brasil seria realizado em 27 de novembro — não ocorreu em virtude de greve de servidores públicos e de advogados na Itália.
  • A audiência havia sido remarcada para 4 de dezembro, mas foi novamente postergada. A Justiça Italiana entendeu precisar de mais tempo para analisar novos documentos anexados ao processo pela defesa de Zambelli.
  • O julgamento então foi remarcado para 18 de dezembro, mas a Justiça italiana recebeu documentos do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, com informações sobre o local em que Zambelli ficaria presa no país, caso fosse extraditada — e adiou para esta terça o julgamento que decide o destino da brasileira.

Zambelli renunciou ao mandado como deputada federal em dezembro do ano passado, após o STF anular a votação da Câmara dos Deputados que havia rejeitado o pedido de cassação e mantido o mandato dela como parlamentar.

Zambelli está presa atualmente na prisão feminina de Rebibbia, em Roma. O Ministério Público da Itália se manifestou favoravelmente à extradição da ex-deputada, em outubro do ano passado.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Master: saiba com quais ministros Fachin já falou sobre crise no STF

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imagem colorida do ministro do STF, Edson Fachin

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), antecipou a volta a Brasília para tratar dos desgastes provocados pelo caso Banco Master. O magistrado, que ainda está de férias (o recesso do Judiciário acaba no final deste mês de janeiro), já mantinha conversas com outros ministros da Corte sobre a crise, mesmo distante da capital federal.

Ainda assim, optou por interromper o descanso para gerenciar o momento delicado para os magistrados do Supremo, com o caso Master em evidência.

O estopim da crise tem como personagem o relator do inquérito do caso Master, Dias Toffoli. Ele tem sido pressionado por segmentos da política e foi alvo de reclamações de delegados da Polícia Federal (PF), especialmente após a deflagração da segunda fase da Operação Compliance Zero, quando determinou que as provas obtidas na operação ficassem sob a guarda da Procuradoria-Geral da República (PGR), e não da autoridade policial.

Fachin já conversou com oito dos atuais 10 ministros que compõem a Corte, entre eles o próprio Dias Toffoli. Os outros são Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Nunes Marques, Cristiano Zanin, André Mendonça e Cármen Lúcia.

Fachin tratou da repercussão do caso Master e dos desgastes que o Supremo tem tido com a Polícia Federal (PF) e com a Procuradoria-Geral da República (PGR).

O único ministro com quem Fachin ainda não tratou do tema é Flávio Dino, que está no Maranhão por motivos pessoais. O presidente da Corte, inclusive, embarca nesta terça-feira (20/1) para o estado, onde conversará pessoalmente com o colega.

Além do caso Master, Fachin discutiu com esses ministros a criação de um “código de conduta” para integrantes do STF e de outros tribunais superiores do país.

Fachin já externou que conta com o apoio de alguns ex-ministros, especialmente dos ex-presidentes Celso de Mello e Rosa Weber. A proposta é inspirada em modelos adotados por cortes alemãs, mas enfrenta resistência interna, conforme mostrou o Metrópoles na coluna do Igor Gadelha, em dezembro do ano passado.

Toffoli diz que não sai

O retorno de Fachin ocorre em um momento em que uma ala da política de Brasília defende que Toffoli deixe a relatoria do caso Master no STF.

Toffoli tem sido alvo de reclamações de delegados da Polícia Federal, especialmente após a deflagração da segunda fase da Operação Compliance Zero, quando determinou que as provas obtidas na operação ficassem sob a guarda da PGR, e não da autoridade policial.

O ministro, no entanto, tem comentado com pessoas próximas e com outros ministros da Corte que não cogita deixar a relatoria do caso Banco Master.

Toffoli, segundo apurou o Metrópoles, reforçou a essas pessoas que não há motivos para se declarar impedido ou suspeito no inquérito que tramita na Corte, hoje alvo de críticas de alguns setores da política em Brasília.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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