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Alunos da rede pública são premiados durante etapa estadual do “Prêmio MPT na Escola – Edição 2024”

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Iniciativa é uma realização do MPT, Sebrae e SEE/AC

Nesta terça-feira (19), o Sebrae participou da cerimônia do “Prêmio MPT na Escola” e “Prêmio Segurança e Saúde nas Escolas”, realizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT/AC) em parceria com a Secretaria de Educação do Estado (SEE). A iniciativa, voltada para estudantes de escolas estaduais e municipais, busca incentivar crianças e adolescentes a abordarem temas como o combate ao trabalho infantil e incentivo à segurança no ambiente escolar, contribuindo para a erradicação da prática e conscientização da sociedade sobre o assunto.

Com as categorias Conto, Poesia, Música e Desenho, o prêmio é dividido em três grupos, destinado aos diferentes níveis de escolaridade dos participantes, sendo eles: Combate ao Trabalho Infantil (4º e 5º ano do Ensino Fundamental I); Profissionalização do adolescente/aprendizagem profissional (6º e 7º ano do EF II); e, Segurança e Saúde nas Escolas e no Trabalho (8° e 9° ano do EF II).

O Projeto do MPT/AC integra o Programa Educação que Transforma do SEBRAE, que visa tornar a educação empreendedora acessível a todos, desenvolvendo as habilidades e competências empreendedoras junto a estudantes, educadores e gestores, favorecendo a construção de projetos dentro do ambiente escolar e fortalecendo a rede pública estadual de ensino.

A edição de 2024 conta com a participação da Escola Municipal Bela Flor, de Epitaciolândia; Escola Estadual Instituto Odilon Pratagi, de Brasiléia; Escola Estadual Raimundo Magalhães, de Sena Madureira; e Escola Municipal Ismael Gomes, de Rio Branco.

Para o gerente de Desenvolvimento do Ambiente de Negócios do Sebrae, Marcelo Macedo, a parceria da instituição junto ao MPT/AC e as Secretarias de Educação, é essencial para a transformação da sociedade. “O Sebrae, através da Educação Empreendedora, oferece conhecimento para as crianças sobre os seus direitos e isso muda não só a vida delas, mas também a realidade dos municípios, e nós nos sentimentos muito gratos de atuar junto a essas instituições”, disse. O gerente destaca que o prêmio é uma forma de reconhecer o trabalho das crianças, além de fortalecer a compreensão da temática.

O diretor da Escola Municipal Ismael Gomes, Elismar Pereira, reitera a importância do Sebrae e o mérito das crianças. “Sair da escola e vir para um ambiente aconchegante como o Sebrae, para receber uma premiação que reconhece o esforço das nossas crianças, é muito gratificante para nós [corpo docente], mas também para eles”, afirma.

De acordo com o procurador do trabalho do MPT/AC, Roberto Vignoli, o projeto é uma forma de atuação estratégica e que entende a educação como o fator mais importante no processo de erradicação do trabalho infantil. “Esse trabalho, que foge da atuação tradicional e investigativa, busca não só combater o trabalho infantil, mas erradicá-lo. E isso vai acontecendo através da capacitação dos professores, do repasse desse conhecimento aos estudantes e envolvendo as crianças”, destacou.

Conheça os vencedores

Grupo 1 – Combate ao Trabalho Infantil

1° lugar: Conto – Maria Eduarda Araújo Silva (E.M. Ismael Gomes)

1° lugar: Poesia – Naely Sofia Lopes Albuquerque (E.E. Raimundo Magalhães)

1° lugar: Música – Yohana Johann de Oliveira (E.M. Bela Flor)

1° lugar: Desenho – Brenda Eloá Costa Lima (E.M. Ismael Gomes)

Grupo 2 – Profissionalização do(a) adolescente/aprendizagem profissional

1° lugar: Conto – Marcelle Cristina O. Diniz e Sarah Souza Pineze (E.E. Instituto Odilon Pratagi)

1° lugar: Poesia – Taciane Souza Lopes (E.E. Raimundo Magalhães)

Prêmio Segurança e Saúde nas Escolas

1° lugar: Música – Aryanne Alves de Lima, Aryne Badotti Pessoa, Jhoana Letícia R. Rojas Lima, João Pedro Lira da Souza e Roan Pablo dos Santos Silva (E.E. Instituto Odilon Pratagi)

1° lugar: Desenho – Ellyza Maria Soriano Barroso e Isabel Matias Gomes (E.E. Instituto Odilon Pratagi)

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Acusado de homicídio é condenado a 52 anos de prisão pelo Tribunal do Júri em Rio Branco

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Conselho de Sentença absolve segundo réu por falta de provas; crime ocorreu em 2020 no Conjunto Jacarandá

Foto: Reprodução

Rogério Furtado dos Santos, conhecido como “Solução”, de 33 anos, foi condenado nesta terça-feira (10) a 52 anos de reclusão em regime fechado pelo crime de homicídio qualificado. A decisão foi proferida pelo Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri, em julgamento realizado no Fórum Criminal de Rio Branco e presidido pelo juiz Fábio Farias.

No mesmo julgamento, o Conselho absolveu Vagner de Aguiar Moraes, conhecido como “Latrô”, por falta de provas.

Rogério foi acusado pela execução de Jair de Figueiredo Castelo Filho, de 23 anos, crime ocorrido em 2020. Ele já havia sido condenado, em outubro do ano passado, a 42 anos de prisão por outro homicídio.

O crime

O assassinato julgado ocorreu na madrugada de 28 de janeiro de 2020. Conforme a denúncia, dois homens em uma motocicleta invadiram uma residência no Conjunto Jacarandá, no Segundo Distrito de Rio Branco. Dentro do imóvel, efetuaram diversos disparos contra Jair de Figueiredo Castelo Filho, que morreu no local.

Após o crime, os suspeitos fugiram levando o celular da vítima, na tentativa de dificultar as investigações. Dias depois, investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) identificaram Rogério Furtado e Valber Aguiar como suspeitos. À época, ambos haviam fugido do presídio local poucos dias antes do homicídio.

Os dois foram recapturados, indiciados e denunciados à Justiça. No julgamento realizado nesta terça-feira, o Conselho de Sentença decidiu pela condenação de Rogério Furtado e pela absolvição de Valber Aguiar por insuficiência de provas.

Com a nova condenação, Rogério soma 94 anos de reclusão, considerando também a pena de 42 anos imposta anteriormente pela morte de Wesley Santos Barbosa, de 19 anos, ocorrida em 2016, no Residencial Rosalinda.

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PCAC participa de operação da FICCO que mira esquema de tráfico interestadual e bloqueia até R$ 5 milhões em bens

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Investigação identificou grupo estruturado responsável por movimentar grandes quantidades de drogas pelo país. Foto: Emerson Lima/ PCAC

A Polícia Civil do Acre (PCAC) participou, nesta quarta-feira, 11, de uma operação integrada deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre (FICCO/AC), com o objetivo de desarticular um esquema criminoso de tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro.

A ação cumpre cinco mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco, nas cidades de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no Acre, e em Aracaju, no estado de Sergipe. Além disso, a Justiça autorizou o sequestro de bens e o bloqueio de valores até o limite de R$ 5 milhões, com o objetivo de descapitalizar o grupo investigado.

As investigações apontam que a organização criminosa atuava de forma estruturada e permanente, movimentando grandes quantidades de entorpecentes e utilizando mecanismos sofisticados para ocultar o patrimônio obtido de forma ilícita. Para dissimular a origem dos recursos, os investigados recorriam ao uso de pessoas interpostas e empresas de fachada.

Ao longo da apuração, foram identificados pelo menos cinco eventos principais relacionados ao tráfico de drogas, que resultaram na apreensão de aproximadamente 350 quilos de cocaína em diferentes estados do país, incluindo Pará, Goiás e Acre.

Segundo a investigação, um dos líderes do grupo, oriundo de uma conhecida família acreana, exercia papel central na coordenação das atividades criminosas, sendo responsável por articular negociações e a logística de transporte dos entorpecentes entre os estados.

Os suspeitos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, além de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.

A FICCO/AC é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal do Estado do Acre. A operação reforça o compromisso das forças de segurança pública no enfrentamento ao tráfico de drogas e ao crime organizado, buscando atingir não apenas a atividade criminosa em si, mas também a estrutura financeira dos grupos investigados.

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Homem é condenado a mais de 7 anos por roubo de celular dentro de cemitério em Rio Branco

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Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, já tinha outras condenações e praticou o crime usando tornozeleira eletrônica; juiz nega liberdade para recorrer

Lelândio Lopes e um comparsa, ainda não identificado, invadiram o cemitério, no início da tarde do dia 10 de novembro do ano passado. Foto: captada 

Pela terceira vez, Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, foi condenado pela Justiça do Acre — agora por roubar o celular de um funcionário do Cemitério São João Batista, em Rio Branco, em novembro do ano passado. O juiz da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da capital julgou procedente a denúncia do Ministério Público e aplicou pena de 7 anos, 4 meses e 16 dias de reclusão em regime semiaberto.

O crime ocorreu no início da tarde do dia 10 de novembro, quando Lelândio e um comparsa ainda não identificado invadiram o cemitério, renderam um funcionário que trabalhava em uma obra e levaram o aparelho celular. As imagens de câmeras de segurança mostraram a ação e a fuga dos criminosos, perseguidos pela vítima.

Investigadores da Delegacia de Crimes de Roubo e Extorsão (DCORE) identificaram Lelândio por meio das gravações e constataram que ele usava tornozeleira eletrônica no momento do crime. Dados do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) confirmaram sua presença no local, e a vítima o reconheceu na sede da polícia.

O réu não poderá recorrer em liberdade, pois cometeu o delito enquanto cumpria pena por outro crime.

Veja vídeo:

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