Conecte-se conosco

Geral

Alan, Socorro e Valmir estão cotados para a vaga de vice de Gladson

Publicado

em

A escolha pela vaga de vice na chapa do governador Gladson Cameli (Progressistas), certamente não terá interferências partidárias e com isso, três nomes ganham força nos bastidores: o deputado federal Alan Rick, pré-candidato ao senado, a secretária de educação, Socorro Neri e o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Valmir Ribeiro.

De acordo com informações repassadas ao sitio ac24horas por interlocutores próximos de Cameli, com o nome de Alysson Bestene praticamente descartado do páreo, em virtude de Bestene desejar disputar uma das oito cadeiras na Câmara Federal, Gladson tem em mente nomes técnicos e que sejam de sua inteira confiança para lhe ajudar a trocar a máquina pública em eventuais ausências do Estado.

O mais cotado para a vaga é o da secretaria de educação, Socorro Neri, porém, há uma rejeição por líderes partidários, tendo em vista que Neri ainda não está filiada a nenhum partido do grupo governista, entretanto, sua experiência em gestão, pulso firme e uma boa relação pessoal são fatores primordiais avaliados por Cameli.

O nome do conselheiro do Tribunal de Contas, Valmir Ribeiro, foi colocado em pauta há pouco tempo, mas, tem grande possibilidade de ser escolhido caso Socorro Neri queira também disputar uma vaga de deputada federal nas eleições deste ano. Além disso, Ribeiro tem em seu currículo uma vasta experiência técnica, além de ser bem relacionado com os demais poderes do Estado.

Por fim, não menos importante, está em pauta o nome do deputado federal Alan Rick, do Democratas, que aguarda a definição de quem será o candidato ao senado da República escolhido pelo Palácio Rio Branco. Caso Alan não seja ‘ungido’ e os demais nomes citados não aceitem o desafio, Gladson poderá escolher Rick para ser seu vice na chapa de reeleição ao governo do Estado. Entre os motivos que levariam Cameli a escolher o parlamentar, está sua fidelidade partidária e política aos projetos do governo nos últimos anos, além de ser um dos deputados federais mais próximos do chefe do executivo acreano.

Ao ac24horas, o governador Gladson Cameli não deu pistas de quem de fato será seu vice no pleito eleitoral deste ano, contudo, garantiu, mais uma ve que o vice será de sua escolha. “Eu não abro mão de escolher meu vice”, declarou.

Comentários

Continue lendo
Publicidade

Geral

Acusado de homicídio é condenado a 52 anos de prisão pelo Tribunal do Júri em Rio Branco

Publicado

em

Conselho de Sentença absolve segundo réu por falta de provas; crime ocorreu em 2020 no Conjunto Jacarandá

Foto: Reprodução

Rogério Furtado dos Santos, conhecido como “Solução”, de 33 anos, foi condenado nesta terça-feira (10) a 52 anos de reclusão em regime fechado pelo crime de homicídio qualificado. A decisão foi proferida pelo Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri, em julgamento realizado no Fórum Criminal de Rio Branco e presidido pelo juiz Fábio Farias.

No mesmo julgamento, o Conselho absolveu Vagner de Aguiar Moraes, conhecido como “Latrô”, por falta de provas.

Rogério foi acusado pela execução de Jair de Figueiredo Castelo Filho, de 23 anos, crime ocorrido em 2020. Ele já havia sido condenado, em outubro do ano passado, a 42 anos de prisão por outro homicídio.

O crime

O assassinato julgado ocorreu na madrugada de 28 de janeiro de 2020. Conforme a denúncia, dois homens em uma motocicleta invadiram uma residência no Conjunto Jacarandá, no Segundo Distrito de Rio Branco. Dentro do imóvel, efetuaram diversos disparos contra Jair de Figueiredo Castelo Filho, que morreu no local.

Após o crime, os suspeitos fugiram levando o celular da vítima, na tentativa de dificultar as investigações. Dias depois, investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) identificaram Rogério Furtado e Valber Aguiar como suspeitos. À época, ambos haviam fugido do presídio local poucos dias antes do homicídio.

Os dois foram recapturados, indiciados e denunciados à Justiça. No julgamento realizado nesta terça-feira, o Conselho de Sentença decidiu pela condenação de Rogério Furtado e pela absolvição de Valber Aguiar por insuficiência de provas.

Com a nova condenação, Rogério soma 94 anos de reclusão, considerando também a pena de 42 anos imposta anteriormente pela morte de Wesley Santos Barbosa, de 19 anos, ocorrida em 2016, no Residencial Rosalinda.

Comentários

Continue lendo

Geral

PCAC participa de operação da FICCO que mira esquema de tráfico interestadual e bloqueia até R$ 5 milhões em bens

Publicado

em

Investigação identificou grupo estruturado responsável por movimentar grandes quantidades de drogas pelo país. Foto: Emerson Lima/ PCAC

A Polícia Civil do Acre (PCAC) participou, nesta quarta-feira, 11, de uma operação integrada deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre (FICCO/AC), com o objetivo de desarticular um esquema criminoso de tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro.

A ação cumpre cinco mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco, nas cidades de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no Acre, e em Aracaju, no estado de Sergipe. Além disso, a Justiça autorizou o sequestro de bens e o bloqueio de valores até o limite de R$ 5 milhões, com o objetivo de descapitalizar o grupo investigado.

As investigações apontam que a organização criminosa atuava de forma estruturada e permanente, movimentando grandes quantidades de entorpecentes e utilizando mecanismos sofisticados para ocultar o patrimônio obtido de forma ilícita. Para dissimular a origem dos recursos, os investigados recorriam ao uso de pessoas interpostas e empresas de fachada.

Ao longo da apuração, foram identificados pelo menos cinco eventos principais relacionados ao tráfico de drogas, que resultaram na apreensão de aproximadamente 350 quilos de cocaína em diferentes estados do país, incluindo Pará, Goiás e Acre.

Segundo a investigação, um dos líderes do grupo, oriundo de uma conhecida família acreana, exercia papel central na coordenação das atividades criminosas, sendo responsável por articular negociações e a logística de transporte dos entorpecentes entre os estados.

Os suspeitos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, além de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.

A FICCO/AC é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal do Estado do Acre. A operação reforça o compromisso das forças de segurança pública no enfrentamento ao tráfico de drogas e ao crime organizado, buscando atingir não apenas a atividade criminosa em si, mas também a estrutura financeira dos grupos investigados.

Comentários

Continue lendo

Geral

Homem é condenado a mais de 7 anos por roubo de celular dentro de cemitério em Rio Branco

Publicado

em

Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, já tinha outras condenações e praticou o crime usando tornozeleira eletrônica; juiz nega liberdade para recorrer

Lelândio Lopes e um comparsa, ainda não identificado, invadiram o cemitério, no início da tarde do dia 10 de novembro do ano passado. Foto: captada 

Pela terceira vez, Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, foi condenado pela Justiça do Acre — agora por roubar o celular de um funcionário do Cemitério São João Batista, em Rio Branco, em novembro do ano passado. O juiz da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da capital julgou procedente a denúncia do Ministério Público e aplicou pena de 7 anos, 4 meses e 16 dias de reclusão em regime semiaberto.

O crime ocorreu no início da tarde do dia 10 de novembro, quando Lelândio e um comparsa ainda não identificado invadiram o cemitério, renderam um funcionário que trabalhava em uma obra e levaram o aparelho celular. As imagens de câmeras de segurança mostraram a ação e a fuga dos criminosos, perseguidos pela vítima.

Investigadores da Delegacia de Crimes de Roubo e Extorsão (DCORE) identificaram Lelândio por meio das gravações e constataram que ele usava tornozeleira eletrônica no momento do crime. Dados do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) confirmaram sua presença no local, e a vítima o reconheceu na sede da polícia.

O réu não poderá recorrer em liberdade, pois cometeu o delito enquanto cumpria pena por outro crime.

Veja vídeo:

Comentários

Continue lendo