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Alan Rick visita Hospital de Amor do Acre e reafirma compromisso de alocar recursos para a Unidade
O deputado federal Alan Rick (DEM) visitou na tarde desta segunda-feira, (01), a Unidade do Hospital do Amor no Acre para o qual já destinou R$ 750 mil em emendas individuais, dos quais R$ 350 mil já foram liberados e R$ 400 mil estão em fase de empenho. Para o próximo ano a estimativa é de alocar mais R$ 400 mil para ajudar no pleno funcionamento da Unidade.
Ao lado do diretor local, João Paulo de Silva e Silva e do chefe do Departamento de Prevenção de todo o país, Dr. Raphael Luiz Haikel Júnior, Alan Rick conheceu as modernas instalações da Unidade que irá atender uma média de oito mil pacientes por mês.
O Hospital de Amor deve entrar em funcionamento já a partir de maio com previsão de diagnóstico e prevenção do câncer de mama e de colo de útero, além de contar com duas carretas para atendimentos na região dos Vales do Acre e Purus, Envira-Tarauacá e todo o Vale do Juruá. A estimativa é de que o diagnóstico demore em média 45 dias para ser fechado, com tendência a chegar a no máximo 30 dias nos próximos meses.
Mas a ideia não é atender somente com diagnósticos preventivos de câncer de mama e colo de útero, avançando também para atendimento para pacientes com suspeita de câncer de intestino e de boca, além de exames de alta performance para acompanhamento desses pacientes da unidade de Rio Branco.
“Como parlamentar, reafirmei ao Dr. Raphael e ao diretor João Paulo o meu compromisso de ajudar anualmente a unidade com emendas para que este trabalho possa ser ampliado e assim beneficiar pacientes de todos os municípios do nosso Estado com atendimento e tratamento de qualidade”, disse Alan Rick que conheceu cada um dos protocolos a serem realizados no local, além das duas salas para cirurgias de baixa e média complexidade, um diferencial do local, além dos mamógrafos que estão sendo instalados.
Outra novidade é a implantação de uma mini-unidade em Cruzeiro do Sul para atender pacientes da região do Vale do Juruá e Envira-Tarauacá que tenham passado pela triagem na carreta onde serão feitos os exames e assim diminuir a incidência de encaminhamentos para a Capital.
“Dr. Raphael nos explicou que esses mamógrafos são os mais modernos no mercado. Nem mesmo a Unidade de Barretos conta com equipamentos deste porte. Também nos explicou sobre a importância do apoio que temos dado através de nossas emendas para o bom funcionamento da Unidade. Isso mostra que estamos no caminho certo, ajudando a melhorar a saúde do nosso povo”, disse o parlamentar.
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Suspeito de homicídio se entrega à Polícia Civil após três dias escondido em área de mata em Feijó
Na manhã desta quinta-feira, 12, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Feijó, recebeu a apresentação voluntária do suspeito de envolvimento no homicídio de Thiago Leitão de Freitas.
De acordo com informações da Polícia Civil, o investigado entrou em contato com a equipe policial e decidiu se entregar após permanecer por três dias refugiado em meio à mata. Ele teria buscado se esconder por temer represálias de pessoas que, segundo relatos, seriam ligadas a facções criminosas.
A ação contou com trabalho conjunto da Polícia Civil e da Polícia Militar, que atuaram de forma integrada para garantir a segurança durante a apresentação do suspeito e evitar possíveis confrontos. A atuação coordenada das forças de segurança foi considerada fundamental diante do clima de tensão registrado na região.
O investigado foi colocado sob custódia protetiva. Conforme apurado, a residência dele foi incendiada e animais teriam sido mortos em sua propriedade, situação que reforçou a necessidade de medidas para preservar sua integridade física e a de seus familiares.
Segundo a Polícia Civil, as ameaças e a atuação de pessoas supostamente ligadas à vítima também dificultaram os trabalhos investigativos, exigindo reforço nas ações de segurança.
O caso segue sob investigação da Delegacia-Geral de Feijó, que apura as circunstâncias do homicídio e os desdobramentos relacionados às ameaças e atos de violência registrados após o crime.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Homens armados abandonam motocicleta em frente ao Teatro do Náuas, em Cruzeiro do Sul
Dupla fugiu em outro veículo; moto deixada no local foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil

Dois homens armados abandonaram uma motocicleta em frente ao Teatro dos Náuas, em Cruzeiro do Sul, na noite de quarta-feira (11), e fugiram em outro veículo.
Uma testemunha acionou a Polícia Militar e relatou que os suspeitos deixaram no local uma motocicleta modelo Biz ainda ligada. Em seguida, subiram em outra moto e seguiram em direção ao portal da cidade, tomando rumo ignorado.
Ao chegar ao endereço informado, a PM encontrou o veículo abandonado no meio da via pública. De acordo com relatos de testemunhas, os dois indivíduos trafegavam em motocicletas distintas — um deles conduzia uma moto de maior porte, enquanto o outro pilotava a Biz, que foi deixada para trás. Após o abandono, ambos seguiram na motocicleta maior.
Durante consulta no sistema, não foi constatado registro de roubo ou furto vinculado à placa da moto abandonada. O veículo foi recolhido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.
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MPF recorre contra decisão que rejeitou ação sobre direitos de migrantes na fronteira do Acre
Órgão aponta falhas no acolhimento e cobra medidas estruturais permanentes da União, Estado e municípios

O Ministério Público Federal (MPF) recorreu de decisão judicial que rejeitou uma ação civil pública voltada à garantia de direitos de migrantes que ingressam no Brasil pela fronteira do Acre. Para o órgão, a sentença não considerou a gravidade da situação enfrentada por pessoas em condição de vulnerabilidade e a necessidade de medidas estruturais permanentes por parte do poder público.
Segundo a assessoria, a ação foi proposta contra a União, o Estado do Acre e os municípios de Rio Branco, Assis Brasil, Brasileia e Epitaciolândia, após o MPF identificar falhas no acolhimento, na oferta de vagas em abrigos e na organização dos fluxos de atendimento. De acordo com o órgão, a região de fronteira historicamente enfrenta sobrecarga nos serviços públicos em períodos de aumento do fluxo migratório, o que exige planejamento prévio e atuação coordenada entre os entes federativos.
“Busca-se, assim, a inserção do migrante na sociedade que o acolhe, com o estabelecimento de direitos e promoção de políticas públicas necessárias a esta parcela da população”, afirma trecho do recurso assinado pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias.
Urgência e risco de danos
No recurso, o MPF sustenta que a urgência das medidas decorre da condição dos migrantes, muitos em extrema pobreza, sem documentação regular e com necessidade imediata de alimentação, abrigo e atendimento de saúde. Para o órgão, cabe ao poder público estruturar políticas capazes de responder a crises migratórias de forma eficaz.
“De outro lado, a presença do perigo de dano decorre de que a cada dia que se passa, direitos são violados e o sofrimento se acumula. O que tem se verificado nesses últimos meses é a presença de grupos compostos por mulheres, crianças e idosos; pessoas vulneráveis, migrantes, pobres e sem assistência de políticas públicas, que não se estabelecem em local fixo e apenas buscam alternativas de sobrevivência”, destaca o procurador.
O MPF também alerta que mudanças nas políticas migratórias de países vizinhos podem provocar aumento repentino no número de pessoas que entram pela fronteira acreana, o que demanda ações preventivas — e não apenas respostas emergenciais.
Medidas solicitadas
Entre os pedidos apresentados no recurso estão:
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Ampliação da capacidade de acolhimento nos municípios de fronteira e na capital;
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Garantia de alimentação adequada e culturalmente compatível;
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Disponibilização de equipes técnicas permanentes para atendimento em campo;
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Elaboração de plano de contingência interinstitucional para emergências migratórias;
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Acesso efetivo a serviços de saúde, assistência social e educação;
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Regularização documental e organização dos fluxos de atendimento e interiorização.
Para o MPF, a ausência de estrutura adequada pode resultar em violações de direitos fundamentais e no agravamento da situação humanitária na região.
O recurso foi encaminhado ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que ficará responsável por analisar o caso.




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