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Alan Rick diz que vídeo em aeroporto é antigo e pede desculpas: “Fiquei nervoso e fui grosseiro”
O senador afirmou que o vídeo é “um recorte de um lamentável episódio ocorrido no início do ano passado”
Após um vídeo vazar na internet, onde o senador Alan Rick (União Brasil) aparece gritando com um atendente de uma companhia aérea por não conseguir embarcar em voo para Rio Branco, o parlamentar se pronunciou sobre o caso. Em nota, Alan explica que o vídeo é antigo e justifica que o estresse foi causado por irresponsabilidade da companhia.
“Esclareço que é um recorte de um lamentável episódio ocorrido no início do ano passado. Estava esperando o horário do meu voo em Brasília e a cia. aérea alterou por várias vezes o portão de embarque. Tive que correr o aeroporto todo pra tentar embarcar. Quando cheguei o rapaz informou que não podia mais embarcar e naquele momento, não deu a devida atenção a situação. Eu tinha agendas importantes e inadiáveis”, disse o senador.
Alan confessa que errou, porém declarou que “na política, há os adversários que jogam limpo e os que jogam sujo”. “Humano que sou, admito que fiquei nervoso e fui grosseiro. Errei, me desculpei e reitero meu pedido de desculpas pelo erro”, disse.

Senador Alan Rick (União Brasil) – Foto: Alexandre Lima
“Infelizmente, na política, há os adversários que jogam limpo e os que jogam sujo. Esse jogo de tentar manchar a imagem dos outros não é o meu”, completou.
O senador aproveitou para lembrar que todos os acreanos já passaram por situações constrangedoras por conta do serviço prestado pelas companhias.
“Lembro que temos literalmente “brigado” com as companhias aéreas por causa do péssimo serviço oferecido aos acreanos. Já fiz várias reuniões com Gol, Latam e também com a Azul Linhas Aéreas para melhor atender os acreanos”, finalizou o senador.
Veja a nota na íntegra:
Nota à imprensa
Sobre o vídeo que circula nesta quinta-feira, 20, esclareço que é um recorte de um lamentável episódio ocorrido no início do ano passado. Estava esperando o horário do meu voo em Brasília e a cia. aérea alterou por várias vezes o portão de embarque. Tive que correr o aeroporto todo pra tentar embarcar. Quando cheguei o rapaz informou que não podia mais embarcar e naquele momento, não deu a devida atenção a situação. Eu tinha agendas importantes e inadiáveis.
Humano que sou, admito que fiquei nervoso e fui grosseiro. Errei, me desculpei e reitero meu pedido de desculpas pelo erro.
Lembro que temos literalmente “brigado” com as companhias aéreas por causa do péssimo serviço oferecido aos acreanos. Já fiz várias reuniões com Gol, Latam e também com a Azul Linhas Aéreas para melhor atender os acreanos.
Já perdemos voos por culpa das companhias aereas, sofremos atrasos que atrapalham a vida e o trabalho das pessoas.
Infelizmente, na política, há os adversários que jogam limpo e os que jogam sujo. Esse jogo de tentar manchar a imagem dos outros não é o meu. Mas como diz minha mãe, dona Gorete: “o mal por si só se destrói”.
Senador Alan Rick
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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