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Acre

Agricultor morre afogado ao tentar secar açude na zona rural de Brasiléia

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Adalmo teve sua perna puxada e presa pelo cano do açude - Foto: Arquivo família

Adalmo teve sua perna puxada e presa pelo cano do açude – Foto: Arquivo família

Alexandre Lima

Uma tragédia ocorrida na tarde desta sexta-feira, dia 10, deixará os familiares do senhor Adalmo Souza Braga (52), marcados para sempre. Segundo informações, a vítima estaria trabalhando na companhia dos filhos na tentativa de secar o açude da propriedade, localizada no Ramal Arraial, no km 84 da BR 317.

Como de praxe, é comum os açudes terem uma espécie de válvula de escape, onde é colocado uma cano e aproximadamente 200 milímetros, quando acionado ajuda na vazante. Daí, é feito a retirada dos peixes para e em seguida, o melhoramento necessário.

Pra quem tem mais condições, é construído uma comporta com concreto e ferro, que ajuda e facilita muito na vazante do açude. Foi quando o senhor Adalmo teria se descuidado e se aproximou do cano que recebia uma grande quantidade e puxava a água.

Por estar perto demais do cano, a perna do colono foi puxada e a pressão fez com que lacrasse e não desse chance de poder puxar. Diante do desespero, dois dos filhos que estavam juntos, ainda tentaram socorrer, mas, foi em vão e por pouco não morriam junto.

Foi quando pediram ajuda a outras pessoas e conseguiram fechar o cano na outra ponta. Somente assim, foi possível tirar a perna de dentro do cano e puxar o corpo do colono já sem vida.

Diante da tragédia, os familiares acionaram as autoridades que levaram o corpo ao IML na Capital para exames de praxe, para em seguida liberar aos familiares. O velório e acontecerá na propriedade e o enterro nas primeiras horas deste domingo, dia 12. Seu Adalmo deixa quatro filhos, viúva e dois netos.

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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