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Acre registra mais uma morte pela Covid-19 e 224 novos casos

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), divulgou que neste domingo, 10, foram registrados 224 novos casos de coronavírus. Com os dados, o número de infectados é de 130.127 em todo o estado.

De acordo com o boletim da saúde, mais um óbito foi notificado, sendo uma paciente do sexo feminino, V. C. S, de 77 anos, faleceu no Pronto Socorro de Rio Branco no último dia 04 de julho. Agora, o número oficial de mortes por Covid-19 aumentou para 2.007.

Desde o início da pandemia, o Acre registrou 336.065 notificações de contaminação pela doença, sendo que 205.883 casos foram descartados e 55 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen). Pelo menos 123.276 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 6 seguiam internadas até o fechamento deste boletim.

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Em feijó, criança indígena com bronquiolite é resgatada com ação integrada entre Samu e Ciopaer

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O pequeno Oran Kampa, indígena de 7 meses, diagnosticado com bronquiolite, doença caracterizada pela inflamação dos bronquíolos, é mais um paciente atendido pelo governo do Acre, por meio de ação integrada entre as Secretarias de Estado de Saúde (Sesacre) e de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Na missão desta sexta-feira, 27, o Hárpia 3, com as equipes do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), decolou às 14h da base do Juruá em direção à terra indígena, localizada na zona rural do município de Feijó.

Samu e Ciopaer cumprem mais uma missão no Juruá. Foto: James Rodrigues/Secom

Na chegada ao local, a criança já estava aos cuidados da equipe de saúde da Funai e para complementar o tratamento ainda in loco, antes do embarque na aeronave, foi necessário canalizar um acesso venoso periférico para medicação, diante a prescrição do médico do Samu, sendo assim, realizado o embarque e retorno à base de  Cruzeiro do Sul, onde foi levado para receber atendimento especializado no Hospital do Juruá.

Profissionais do Samu prestam primeiros atendimentos, ainda na Aldeia. Foto: cedida

O gerente de enfermagem do Samu, Gilliard Santos, que esteve na missão, falou da operação de resgate e dos sintomas clínicos da criança:

“Recebemos o chamado para o resgate de uma criança apresentando uma síndrome respiratória considerada grave, lá na Aldeia do povo Kulina, em Feijó. De imediato, a equipe da regulação já orientou os profissionais da Funai, que estavam com a criança no local, a tomar algumas medidas para aliviar o sintoma dessa criança, enquanto a aeronave se deslocava até lá. Na chegada, nos deparamos com a criança realmente com sintomas respiratórios que mereciam cuidados e que necessitava ser levada até o Hospital do Juruá para a equipe da pediatria seguir com as avaliações e tratamento especializado”, destacou o gerente de enfermagem.

Ao chegar em Cruzeiro do Sul, criança recebe os cuidados do enfermeiro Gilliard Santos. Foto: James Rodrigues/Secom

coronel Alzerino Fontes, comandante do voo, destacou o sucesso da missão:

“Mais uma missão, desta vez, uma criança indígena no Alto Rio Envira. A gente se deslocou com o pessoal do Samu para dar apoio nessa missão, enfrentando uma hora e vinte minutos de voo nessa densa floresta amazônica. Graças a Deus, chegando lá, os médicos uniram forças, estabilizaram a criança e trouxemos ela e a mãe aqui para o hospital referência do Juruá para maiores cuidados e agora tem um atendimento com poder de recuperação maior”, pontuou o comandante.

Comandante Fontes destaca: “No Hospital de Referência do Juruá, a criança terá um atendimento com poder de recuperaçao maior”. Foto: James Rodrigues/Secom

O governo do Acre segue ofertando serviços que mudam a vida das pessoas em todo Estado. O resgate aeromédico no Juruá tem sido um meio eficiente de oferecer tratamento especializado aos que mais precisam e que moram em regiões de difícil acesso, dando-lhes a oportunidade de terem um tratamento mais especializado e humanizado.

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Secretaria de Agricultura inicia execução de nova modalidade do PAA voltada a extrativistas

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), avança na execução de uma nova modalidade do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), voltada para o público extrativista. A iniciativa vai beneficiar cerca de 280 agricultores em cinco reservas extrativistas do estado.

A execução é coordenada pela Seagri, com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) e o ICMBio, e apoio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH). 

Atualmente, a proposta está na etapa de busca ativa e cadastro dos produtores e das unidades recebedoras, com destaque para as comunidades localizadas em áreas de difícil acesso, onde o transporte é predominantemente fluvial. Nessas regiões, as escolas atuam como principais pontos de recebimento dos alimentos, garantindo a destinação da produção local. 

Proposta está na etapa de busca ativa e cadastro dos produtores e das unidades recebedoras. Foto: cedida

A ação contempla produtores das Reservas Extrativistas Chico Mendes, Cazumbá/Iracema, Alto Rio Tarauacá, Riozinho da Liberdade e Alto Juruá, abrangendo municípios como Xapuri, Brasileia, Epitaciolândia, Capixaba, Assis Brasil, Sena Madureira, Manoel Urbano, Jordão, Tarauacá, Cruzeiro do Sul e Marechal Thaumaturgo. 

A iniciativa segue modelo semelhante ao PAA Indígena e amplia o alcance da política pública para um novo público, fortalecendo a economia das comunidades extrativistas e incentivando a produção sustentável. Ao todo, serão adquiridos 73 itens, incluindo produtos da sociobiodiversidade, como açaí e buriti, além de proteínas de origem animal.  

O chefe da Divisão de Apoio à Produção Familiar da Seagri, Igor Honorato, ressaltou os desafios e a importância da execução do programa nas áreas mais isoladas do estado.

“Esse programa é um desafio e também uma construção do Acre. Outros cinco estados também foram contemplados nessa modalidade voltada às unidades de conservação, e a parceria com o ICMBio tem sido fundamental para alcançar um público de difícil acesso, distante dos centros urbanos. É um programa de grande importância, pois permite que o poder público chegue a comunidades que, muitas vezes, não são alcançadas por outras políticas do governo do Estado”, destacou.

O PAA extrativista vai beneficiar cerca de 280 agricultores em cinco reservas extrativistas do estado. Foto: cedida

A secretária de Estado de Agricultura, Temyllis Silva, destacou a importância da iniciativa para a inclusão produtiva das comunidades extrativistas. “É uma ação voltada justamente para o público extrativista, e que foi pensada no intuito de fortalecer as comunidades que ainda possuem dificuldades em ter acesso às nossas políticas públicas. Nossa intenção é que esses 280 agricultores que fazem parte dessas cinco reservas extrativistas do estado, também sejam contemplados com nosso programa. É mais uma oportunidade que temos de fortalecer essas comunidades, e valorizar o trabalho de quem produz na nossa terra.”

A previsão é que a fase de cadastramento seja concluída nas próximas semanas, com início das entregas já previsto para o mês de maio, garantindo segurança alimentar e geração de renda para as famílias extrativistas acreanas. 

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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IRPF: ostentação nas redes pode chamar atenção da Receita Federal

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A Receita Federal do Brasil está utilizando métodos como IA e tecnologias avançadas para detectar “ostentações”, que podem indicar fraude

A Receita Federal do Brasil está utilizando tecnologia avançada para detectar “ostentações” nas redes sociais que podem apontar incompatibilidade patrimonial com valores declarados no Imposto de Renda. Viagens internacionais, carros de luxo, restaurantes caros, podem indicar fraudes, caso não haja comprovação da renda.

As equipes de gerenciamento de risco, planejamento e inteligência da Receita Federal fornecem informações à equipes de fiscalização da Receita e qualquer alteração que demonstre divergência entre os rendimentos reais e os declarados, podem subsidiar a abertura de procedimentos de fiscalização, informou a Receita ao Metrópoles.

Portanto, a Receita verifica postagens públicas em redes sociais como Instagram, Tiktok, Facebook, entre outras plataformas, para averiguar se há algum tipo de ostentação que não condiz com os bens declarados. Se houver alguma publicação que indique incompatibilidade patrimonial, elas se tornam provas em processos de revisão fiscal, podendo levar o indivíuo à malha fina, ou seja, em casos de erros, omissão de dados e Imposto de Renda com inconsistência, a pessoa corre o risco de ter a declaração retida.

Mas as viagens internacionais e bens materiais caros precisam estar alinhados com a renda declarada? O advogado tributarista Rodrigo de Natale, explica que, caso seja cobrado, o contribuinte deve conseguir comprovar a origem dos valores que custeam os bens de alto custo.

“Em regra, os bens obtidos por uma pessoa devem ser condizentes com o seu patrimônio. O importante aqui é conseguir demonstrar a origem, licitude dos valores que foram utilizados para aquisição de bens de alto valor”, diz.

Ele ainda explica que em casos de doação, empréstimo ou herança, que podem destoar do rendimento adquirido por uma pessoa, é possível saber a origem exata daquele bem.

Ostentar nas redes é crime?

Em um primeiro momento a incompatibilidade patrimonial não é considerada crime. No entanto, o indivíduo tem um prazo para comprovar a origem dos recursos mediante documentação hábil e idônea, ou seja, documentos fiscais e comerciais legítimos, válidos e autênticos.

“Caso não seja apresentada provas para justificar o ganho desses bens, a diferença é considerada rendimento omitido e o Imposto é cobrado com juros e multa qualificada entre 75% e 100%, podendo chegar a 150% se houver reicidência”, conta.

Além disso, se for apurado e comprovada sonegação fiscal dolosa, fraude ou simulação, o caso será comunicado pela Receita Federal e a Ministério Público, podendo configurar crime contra a ordem tributrária ou lavagem de dinheiro, de acordo com o art. 1º da Lei 8.137/90. Nesses casos, a pessoa pode cumprir pena de 2 a 5 anos de prisão.

“Fora as implicações administrativas, a depender do caso, é possível que haja investigação criminal, para apurar se houve atividades criminosas, por exemplo ocultação ou dissimulação de propriedades, bens e valores, notoriamente conhecido como ‘lavagem de dinheiro’”, afirma.

Para evitar dores de cabeça o ideal é que a pessoa tenha sempre em mãos os documentos de todas as transações realizadas que envolvem bens e valores, tendo um histórico válido da origem das aquisições. Rodrigo diz que muitos dos contribuintes acreditam que por não documentarem certas operações, estariam isentos de pagar tributos, ação essa que é desconsiderada pela Receita Federal.

Imposto de Renda 2026

  • A Receita Federal espera receber 44 milhões de declarações em todo país e mais de 960 mil declarações no Distrito Federal.
  • Até agora, cerca de 13% dos contribuintes da capital federal enviaram o Imposto de Renda.
  • O prazo final para enviar a declaração do Imposto de Renda é dia 29 de maio.
  • Precisam declarar todos aqueles que tiveram rendimentos rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00 em 2025
  • Assim como aquelas que obtiveram receita bruta da atividade rural acima de R$ 177.920,00
  • Estão isentas da declaração as pessoas que receberam até dois salários-mínimos mensais durante 2025
  • Todas as regras do Imposto de Renda 2026 estão presentes na Instrução Normativa RFB nº 2.312/2026

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