Brasil
Acre irá pautar audiência sobre política de imigração
A crescente entrada de imigrantes haitianos no Brasil, por meio da fronteira com o Acre, nas cidades de Assis Brasil e Brasiléia, irá pautar a audiência pública sobre política de imigração que será debatida na Comissão de Relações Exteriores do Senado.
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado decidiu abordar o tema em virtude do crescente número de imigrantes vindos da América do Sul e continentes como Ásia e África.
Os senadores Ricardo Ferraço (PMDB-ES), que preside a comissão, e Sérgio Petecão (PSD-Acre) estarão à frente do debate. Para o senador acreano o assunto é considerado emergencial e merece total atenção do Governo Federal.
“O Acre tem recebido um grande contingente de imigrantes haitianos que chegam em condições ruins ao país. É prudente que o governo brasileiro de uma atenção maior a região de fronteira, onde se dá a entrada desses imigrantes para que possamos evitar futuramente situações difíceis ao povo brasileiro’, ressalta.
Embora não tenha sido definida a data da audiência pública já foram confirmadas as participações do Secretário Nacional de Justiça, Paulo Abraão Júnior. Diretor do Departamento de Estrangeiro, João Guilherme Granja, Coordenador da Pastoral do Imigrante em São Paulo, padre Paolo Parisse e representantes de imigrantes e da Polícia Federal.
Com informações da Agência Senado.
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Vacinação nacional contra gripe começa no sábado
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa neste sábado (28) nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste e Sul. A mobilização segue até 30 de maio e prioriza os grupos mais suscetíveis a formas graves da doença: crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes.
O Ministério da Saúde distribuiu 15,7 milhões de doses da vacina contra a gripe, e a orientação da pasta é que estados e municípios intensifiquem as estratégias já no primeiro mês da campanha, com ações de busca ativa para o alcance imediato dos públicos prioritários.
O Dia D nacional será realizado também neste sábado, com vacinação gratuita nas unidades básicas de Saúde (UBS). Algumas unidades da federação já anteciparam o início da campanha, como o Distrito Federal, que começou a vacinar a população nesta quarta-feira (25). Na cidade do Rio de Janeiro, a imunização teve início nessa terça-feira (24).
“Para ampliar o alcance da ação, o Governo do Brasil enviará, até quinta-feira (26), 10 milhões de mensagens institucionais por aplicativos de comunicação. A iniciativa busca reforçar a divulgação de informações oficiais, ampliar a confiança nos canais institucionais e incentivar a vacinação”, explicou o Ministério da Saúde.
Dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo os da influenza. Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no país, com cerca de 840 óbitos. Entre os casos graves, a influenza responde por 28,1% das infecções identificadas.
A vacinação é a principal forma de prevenção contra a influenza e contribui para reduzir casos graves, internações e mortes. Na Região Norte do país, a campanha será realizada no segundo semestre, em função da sazonalidade da doença.
Vacina atualizada
A vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e, neste ano, protege contra as variantes Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria).
A proteção é realizada anualmente para acompanhar as novas cepas do vírus em circulação. Por isso, o Ministério da saúde reforça a importância da imunização periódica para assegurar uma proteção eficaz.
A imunização ainda é ofertada como estratégia especial para outros grupos prioritários, como profissionais de saúde, indígenas, população em privação de liberdade e pessoas com doenças crônicas.
Para crianças de 6 meses a 8 anos, o esquema vacinal varia conforme o histórico: aquelas já vacinadas anteriormente recebem uma dose; as não vacinadas devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas.
A aplicação pode ser realizada de forma simultânea a outras vacinas do calendário nacional, como a da covid-19.
