Acre
Acre é o estado com maior índice de pessoas com “nome sujo”, diz Serasa
João Renato Jácome
O número de inadimplentes cresceu 17,9% no Acre, quando comparado ao mesmo período de 2015. O estado acreano teve a maior alta de todo o país e está, segundo a Serasa Experian, com quase 250 mil pessoas com o nome listado em sistemas de proteção ao crédito, ou seja, como o “nome sujo”.
Um dos motivos que levam à situação crítica dos acreanos é a queda na receita da população, pelo menos é o que aponta a Pnad Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso está conectado à inadimplência: quanto mais se deve, mais se gasta em dívidas e menos se guarda para a rotina diária. O resultado é simples: mais dívidas são feitas.
Em segundo lugar no ranking de crescimento do número de inadimplentes entre março do ano passado e março de 2016 está a Bahia, com elevação de 15,9% no período. O estado possuía em março 4.333.517 pessoas com dívidas atrasadas. Neste caso, o impacto foi gerado pelo aumento do desemprego, fator que também impactou no crescimento da inadimplência nos outros estados da Região Nordeste.
O Ceará tem a terceira posição na lista de estados com maior crescimento da inadimplência no comparativo interanual, com 15,7% do total de pessoas que participaram do levantamento. O Piauí (15,0%), o Maranhão (14,4%) e Sergipe (13,9%) vêm na sequência das maiores altas. Analisando a lista do Serasa, dos cinco primeiros estados no ranking de aumento da inadimplência, quatro são da Região Nordeste.
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Acre
Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026
O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.



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