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Acre compartilha experiências de enfrentamento à seca severa em encontro sobre segurança hídrica na Amazônia Legal

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O governo do Acre participou do VII Encontro do Grupo Técnico Agenda Azul da Amazônia Legal Brasileira (GTAA), realizado em Cuiabá (MT) entre os dias 23 e 25 de outubro. O evento, promovido pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso, reuniu representantes dos nove estados que compõem a Amazônia Legal para debater a segurança hídrica.

O encontro teve como objetivo promover a troca de experiências e compartilhar informações para fortalecer os órgãos de gestão e regulação dos recursos hídricos frente aos eventos extremos, como enchentes e secas, cada vez mais intensos e frequentes na região amazônica. Atualmente, o GTAA é coordenado pelo Estado do Acre.

Representantes do Acre participam do 7º Encontro do Grupo Técnico Agenda Azul, trocando experiências para fortalecer a segurança hídrica na Amazônia Legal. Foto: Reprodução

Participaram do evento técnicos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) e do Serviço de Água e Esgoto (Saneacre), envolvidos com a gestão de recursos hídricos, entre eles, Maria Antônia Zabala, chefe da Divisão de Recursos Hídricos da Sema; Erisson Cameli Santiago, gerente do Saneacre nas cidades de Epitaciolândia e Brasileia; Ylza Lima, chefe da Sala de Situação do Centro Integrado de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (Cigma), vinculado à Sema; Luís Carlos Cruz da Silva, diretor de Recursos Hídricos e Fauna; e Victor Kauã Diógenes Borges, analista de Outorga, ambos do Imac.

Chefe da Divisão de Recursos Hídricos da Sema, Maria Antônia Zabala, fala sobre as estratégias do Acre para garantir o abastecimento de água diante dos períodos críticos de seca. Foto: Reprodução

A comitiva acreana apresentou as ações realizadas pelo governo no âmbito do Gabinete de Crise, para enfrentar a crise hídrica decorrente dos eventos climáticos extremos no estado. Maria Antônia Zabala destacou a importância do Acre no encontro, especialmente após os desafios vividos nos últimos meses.

“Esse encontro é essencial para trocarmos aprendizados e estratégias. Hoje, enfrentamos uma nova realidade, com períodos críticos que desafiam nossa capacidade de resposta. Compartilhar nossas experiências no enfrentamento à crise hídrica no Acre permite que todos os estados da Amazônia Legal pensem em soluções preventivas e integradas para garantir segurança hídrica à população”, afirmou.

O gerente regional do Saneacre, Erisson Cameli, ressaltou a relevância da Agenda Azul, que deve estar no centro das discussões, citando o empenho do governo do Estado no enfrentamento à seca severa.

Técnicos da Sema, Imac e Saneacre apresentam as ações do governo do Acre no enfrentamento à crise hídrica, destacando o esforço coletivo do Estado. Foto: Reprodução

“Nós vivemos uma situação de insegurança em Epitaciolândia, onde não tivemos água suficiente para tratar e abastecer a população. Discutimos as ações implementadas junto à Sema e ao Imac para superar essa insegurança hídrica. Uma solução importante foi a captação de água do Rio Bahia para complementar o Igarapé Encrenca, o que nos trouxe segurança em tempo recorde, graças ao esforço coletivo do governo. É uma realidade que muitos estados começam a enfrentar: a Amazônia, antes considerada uma região de abundância hídrica, agora vive períodos críticos”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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Imagem inédita mostra últimos dias de Mestre Irineu Serra antes da morte em junho de 1971

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Fotografia rara de 1971 foi restaurada e revela trajeto do líder espiritual rumo ao Alto Santo dias antes de falecer

Uma fotografia inédita de Raimundo Irineu Serra (1892–1971), conhecido como Mestre Irineu ou Juramidã, lança nova luz sobre os últimos dias do líder espiritual. O registro, cuja autoria é desconhecida, foi preservado por décadas em um monóculo com imagem em cromo.

Considerado o último retrato do líder, a imagem foi captada na tarde de 23 de junho de 1971, quando ele seguia para o Centro de Iluminação Cristã Luz Universal — Alto Santo, onde participaria do hinário de São João. Treze dias depois, ele morreria.

Na ocasião, Mestre Irineu havia saído de casa e passava em frente à residência de sua cunhada, dona Heloísa, responsável por guardar o monóculo que conservou a fotografia ao longo dos anos.

Durante o processo de digitalização, o responsável pela restauração identificou uma inconsistência na orientação original da imagem. Inicialmente mantida conforme o suporte físico, a foto sugeria que o líder subia o terreno. No entanto, relatos e a comparação com outros registros indicaram que o percurso era, na verdade, de descida.

A partir dessa análise, a imagem foi corrigida por meio de inversão horizontal, buscando maior fidelidade à cena original.

No registro, Mestre Irineu aparece apoiado em um bastão, carregando uma toalha branca no braço direito e um charuto entre os dedos. O terno de linho, segundo relatos, era cuidadosamente mantido por sua esposa, Peregrina Gomes Serra, que ainda preserva objetos pessoais do líder, como o bastão e as botas.

A divulgação apresenta tanto a versão original quanto a restaurada, tratada com o auxílio de recursos contemporâneos de inteligência artificial.

O material também reacende o debate sobre a autenticidade de imagens atribuídas ao líder religioso que circulam na internet. Segundo o responsável pela restauração, muitas dessas fotografias são adulteradas ou não correspondem a registros reais de Mestre Irineu.

Jornalista Altino Machado com acesso à última foto do Mestre Irineu Serra, datada em 1971 e faz um relato do retrato derradeiro do fundador da doutrina do Daime. Foto: captada

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Mesmo com 0,4% do eleitorado, votos do Acre influenciam divisão bilionária entre partidos

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Desempenho nas eleições para deputado federal impacta acesso ao Fundo Partidário e ao Fundo Eleitoral em todo o país

Apesar de representar cerca de 0,4% do eleitorado brasileiro, o Acre exerce influência direta na distribuição de recursos públicos entre partidos políticos em todo o país. O desempenho nas eleições para a Câmara dos Deputados é um dos principais critérios para definir o acesso ao Fundo Partidário e ao Fundo Eleitoral, pilares do financiamento político no Brasil.

Em 2025, o Fundo Partidário somou R$ 1,1 bilhão. Desse total, 95% são distribuídos proporcionalmente aos votos obtidos pelos partidos para deputado federal, enquanto os 5% restantes são divididos igualmente entre as siglas registradas. Nesse cenário, mesmo estados com menor população, como o Acre, contribuem para o resultado nacional das legendas e, consequentemente, para o volume de recursos que recebem.

Desde a reforma eleitoral de 2017, o acesso aos recursos públicos está condicionado à chamada cláusula de desempenho. Para ter direito aos fundos, os partidos precisam alcançar ao menos 3% dos votos válidos em âmbito nacional ou eleger um mínimo de 15 deputados federais.

A regra tem reduzido o número de partidos com acesso ao financiamento público e ampliado a concentração de recursos em siglas maiores. No Acre, o efeito é percebido na maior presença de partidos com estrutura nacional consolidada, enquanto legendas menores enfrentam dificuldades para se manter competitivas.

Com a proibição do financiamento empresarial desde 2015, os recursos públicos passaram a ser a principal fonte de sustento das siglas. O cenário também tem estimulado fusões e federações partidárias como estratégia para garantir acesso ao financiamento e ao tempo de propaganda eleitoral.

Nesse contexto, cada voto registrado no Acre ganha peso adicional ao contribuir diretamente para o cálculo que define a divisão de recursos políticos em todo o Brasil.

Os votos do Acre contribuem para o desempenho nacional das legendas e influenciam o volume de recursos que elas recebem nos anos seguintes. Foto: captada 

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Morre em Sena Madureira o taxista “Pantico” após suspeita de infarto neste domingo

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Figura conhecida na cidade, Martins teve a morte lamentada por moradores e colegas nas redes sociais

Pantico era bastante conhecido no meio da profissão no estado e na comunidade, especialmente pelo trabalho como taxista. Foto: captada 

Faleceu neste domingo (29), em Sena Madureira, o taxista Martins, conhecido popularmente como “Pantico”. Ele estava internado no hospital do município, onde recebia atendimento médico.

De acordo com informações preliminares, Martins teria sofrido um infarto. Apesar dos esforços da equipe de saúde, ele não resistiu.

A morte gerou comoção entre amigos, colegas de profissão e moradores da cidade. Nas redes sociais, diversas mensagens destacaram a trajetória e a popularidade de Pantico, que era bastante conhecido na comunidade pelo trabalho como taxista.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento.

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