Acre
Após Bocalom, Henrique Afonso busca diálogo com PSB e Rede
A “união “ entre os dois pegou todo mundo de surpresa
Da redação, com Fábio Pontes
Em busca de viabilizar um palanque para 2014, o deputado federal Henrique Afonso (PV) iniciou na semana passada uma rodada de conversas com partidos e líderes dos mais diversos segmentos da política acreana. O fator surpresa foi o diálogo com o candidato derrotado à prefeitura de Rio Branco, Tião Bocalom (DEM), adversário de Henrique até semanas atrás.
A “união “ entre os dois pegou de surpresa tanto setores da oposição quanto da base de sustentação do governo. A “parceria” é vista como uma questão de sobrevivência por os dois serem hoje os candidatos ao Palácio Rio Branco menos competitivos. Ambos estão com bases enfraquecidas e sem muito apoio na capital e interior.
De acordo com informações, um dos principais articuladores entre Bocalom e o deputado é o senador Sérgio Petecao (PSD). O parlamentar tenta de todas as formas vitaminar a candidatura de Bocalom após seu grupo ficar isolado com o “blocão” de partidos em torno de Márcio Bittar (PSDB).
Como principal aliado Bocalom tem o PSD e o PSC de Antônia Lúcia. As duas legendas, porém, são insuficientes para tornar a candidatura competitiva. Nos bastidores há a informação de composição de chapa para a disputa do governo e do Senado.
Depois da conversa com parte da oposição, Henrique Afonso buscará reunião com dirigentes do PSB e PCdoB. O deputado tem interesse maior pelo PSB por vê-lo como o mais fácil por conta da candidatura presidenciável de Eduardo Campos ou Marina Silva.
O parlamentar se articula para oferecer aos pesebistas palanque único em 2014 já que a Frente Popular estará voltada para Dilma Rousseff. A Rede Sustentabilidade também está entre os alvos de Henrique Afonso para apoiá-lo na disputa ao governo do Estado.
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Acre
Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro
Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

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Acre
Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre
Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.

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