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1º Festival de praia em Brasiléia: A maré da diversão sob alerta no mês das Arraias

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O aguardado 1º Festival de Praia está prestes a agitar Brasileia nos dias 25, 26 e 27 de agosto. No entanto, essa data também coincide com um período sensível no ciclo das arraias. O mês de agosto é conhecido como o mês das arraias, quando esses animais marinhos estão em processo de procriação e se tornam mais agitados e propensos a ataques. Esse período é particularmente perigoso para pescadores e banhistas, uma vez que as arraias utilizam seu ferrão na cauda, carregando uma toxina dolorosa, para se proteger.

O alerta sobre essa questão torna-se ainda mais relevante à luz de recentes incidentes. Na manhã da última quarta-feira, dia 23, um bombeiro foi atacado por uma arraia, embora o ferrão tenha atingido seu pé esquerdo apenas de raspão. O ferimento, no entanto, exigiu cuidados médicos, incluindo limpeza adequada e medicamentos para prevenir inflamações e dores.

A situação se repete com outro voluntário que está participando das buscas por uma mulher de 23 anos, que desapareceu e cujo corpo pode ter sido jogado no rio Acre. Esse colaborador também foi vítima de um ataque de arraia, que atingiu seu pé direito. O voluntário precisou ser levado ao hospital Raimundo Chaar, onde recebeu os primeiros socorros.

Nesse contexto, o 1º Festival de Praia em Brasileia ganha um novo aspecto de alerta. Os organizadores e os participantes devem estar cientes dos riscos associados ao período das arraias e tomar precauções adicionais. A segurança dos banhistas e participantes é primordial, e a conscientização sobre essa questão pode evitar incidentes dolorosos e inconvenientes durante o evento.

O festival, que promete ser um momento de diversão e celebração, pode coexistir harmoniosamente com o ambiente natural, desde que os participantes estejam bem informados e atentos ao comportamento das arraias durante o período em questão. Com medidas adequadas e conscientização, é possível desfrutar do evento no rio enquanto se mantém a segurança de todos os envolvidos.

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Polícia Civil do Acre registra 25 solicitações de medidas protetivas durante fim de semana de Carnaval

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A Polícia Civil do Acre (PCAC) divulgou nesta segunda-feira, 16, dados referentes às medidas protetivas de urgência solicitadas durante o fim de semana de Carnaval, entre os dias 13 e 15 de fevereiro, em todo o estado.

De acordo com o levantamento consolidado pelo setor de inteligência da instituição, foram registradas 31 ocorrências de violência doméstica no período, resultando na solicitação de 25 medidas protetivas de urgência. Os números consideram a data do fato e demonstram a atuação célere das delegacias da capital e do interior no atendimento às vítimas.

Polícia Civil de faz presente em todas as noites de Carnaval. Foto: Ascom/PCAC

As medidas protetivas, previstas na legislação brasileira, têm como objetivo garantir a integridade física e psicológica das vítimas, estabelecendo restrições imediatas aos agressores, como afastamento do lar, proibição de contato e aproximação, entre outras determinações judiciais.

Segundo a instituição, o encaminhamento rápido dos pedidos ao Poder Judiciário foi fundamental para assegurar proteção às vítimas ainda durante o período festivo, marcado por grande circulação de pessoas e aumento no número de ocorrências relacionadas à violência doméstica.

A Polícia Civil reforçou que o trabalho integrado das equipes plantonistas, aliado ao monitoramento estratégico, permitiu resposta imediata aos casos registrados, garantindo acolhimento às vítimas e adoção das providências legais necessárias para a concessão das medidas protetivas em todo o Acre.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Unimed nega atendimento de urgência a Bocalom e prefeitura diz que vai processar autor de fake news

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A Unimed Rio Branco divulgou na noite de domingo (15) uma nota de esclarecimento negando que tenha realizado atendimento de urgência e emergência ao prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom. A secretaria Especial de Comunicação do município anunciou que vai processar o autor da desinformação.

No comunicado, publicado nas redes sociais da cooperativa, a instituição afirma que são “absolutamente falsas” as notícias que citam um suposto atendimento ao gestor municipal.

“A Unimed Rio Branco vem a público esclarecer que são absolutamente falsas as notícias que mencionam um suposto atendimento de urgência e emergência ao prefeito da capital, Tião Bocalom”, diz a nota.

Ainda no texto, a cooperativa declara que repudia veementemente a disseminação de informações consideradas inverídicas e também critica qualquer tentativa de atribuir declarações a integrantes da diretoria executiva sobre atendimentos médicos.

“A cooperativa repudia veementemente a disseminação de informações inverídicas, bem como qualquer tentativa de atribuir a membros da Diretoria Executiva declarações sobre atendimentos a pacientes”, afirma.

A Unimed também reforçou que atua em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e com o Código de Ética Médica, destacando o compromisso com o sigilo e a confidencialidade das informações de qualquer paciente.

“Reiteramos que a Unimed Rio Branco atua em estrita observância à LGPD e ao Código de Ética Médica, preservando integralmente o sigilo e a confidencialidade das informações relacionadas a qualquer paciente”, conclui.

Ao ac24horas, o secretário Especial de Comunicação da Prefeitura de Rio Branco, Ailton Oliveira, disse que o que deu origem aos boatos teria sido uma matéria publicada em um portal. “A matéria é mentirosa e irresponsável. Estamos tomando providências judiciais contra essa pessoa que vem constantemente publicando notícias mentirosas sobre o prefeito Tião Bocalom”, afirmou.

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Moradores denunciam falta de coleta de lixo em Epitaciolândia

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Moradores de Epitaciolândia, município localizado na região de fronteira do Acre, a cerca de 240 quilômetros de Rio Branco, usaram as redes sociais nesta segunda-feira (16) para denunciar a ausência da coleta de lixo em diversos pontos da cidade.

As publicações, acompanhadas de fotos e vídeos, mostram lixeiras transbordando principalmente na principal avenida comercial do município. Segundo relatos, o serviço não estaria sendo realizado há vários dias.

“Estamos há dias sem a coleta. A cidade já enfrenta muitos problemas e agora temos que conviver com o lixo acumulado nas ruas”, afirmou um morador em uma das postagens.

Além da questão do lixo, moradores também mencionam dificuldades relacionadas à infraestrutura em alguns bairros. Até o momento, não houve posicionamento oficial da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, responsável pela coleta.

A reportagem tentou contato com gestores e com a pasta responsável, mas não obteve retorno. A secretária municipal de Finanças informou apenas que buscaria informações para verificar o que estaria ocorrendo.

Em ocasiões recentes, falhas mecânicas nos caminhões coletores chegaram a provocar atrasos no serviço, situação que foi normalizada posteriormente. Ainda não há confirmação se o problema atual tem relação com novos defeitos na frota.

 

 

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