Cotidiano
1ª mulher da história a comandar a PMAC conta expectativas “Sinto-me honrada e desafiada ao mesmo tempo”
Marta Renata é ex-professora formada em Letras e Direito pela Universidade Federal do Acre (Ufac) – instituição onde lecionou por 4 anos. Após anos atuando como professora em sala de aula, ela ingressou na corporação em 2005

Marta entende que a mudança virá com desafios, visto que a corporação possui uma longa tradição histórica. Foto: assessoria
Em 108 anos da atuação da Polícia Militar do Acre (PMAC), pela primeira vez na história, uma mulher ocupará o cargo de comandante-geral da instituição. A coronel Marta Renata, de 44 anos, dona deste feito histórico, assumirá o cargo no próximo dia 10 de dezembro, quando o coronel Luciano Dias Fonseca deixará a posição. A coronel foi indicada ao posto pelo governador Gladson Cameli, que também a colocou como subcomandante-geral da PMAC em julho deste ano.
Marta Renata é ex-professora formada em Letras e Direito pela Universidade Federal do Acre (Ufac) – instituição onde lecionou por 4 anos. Após anos atuando como professora em sala de aula, ela ingressou na corporação em 2005. A nova comandante conta que mesmo que nunca tenha sonhado com a carreira militar, diz que escolheu a melhor profissão de sua vida.
A nova comandante já atuou na PMAC em outras funções, como: a diretoria operacional da população, assessora de comunicação, assessora jurídica, além de coordenadora administrativa e operacional do 3º Batalhão da PM na capital. Ela explica que desde que foi convocada para ser subcomandante, foi iniciado o processo de transição. “Desde que assumi o subcomando, em julho, iniciamos o processo de transição com o Cel Luciano. Sinto-me honrada e desafiada ao mesmo tempo, pois sei da responsabilidade histórica que carrego.”

A nova comandante conta que mesmo que nunca tenha sonhado com a carreira militar, diz que escolheu a melhor profissão de sua vida. Foto: assessoria
Assim, ela afirma que é uma grande responsabilidade ser a primeira mulher a comandar a Polícia Militar do Acre. “Ser a primeira mulher a ocupar o mais alto posto na Polícia Militar do Acre é uma oportunidade de inspirar outras mulheres e de reforçar o compromisso da instituição com a equidade de gênero e com a valorização de todos os seus integrantes. Eu quero aqui reconhecer a ousadia e visão do governador Gladson com minha escolha, pois isso mostra sua capacidade de promover mudanças estruturais, além de abrir espaço para a representatividade feminina em um cargo histórico na nossa instituição”, conta.
Marta entende que a mudança virá com desafios, visto que a corporação possui uma longa tradição histórica. “Toda mudança exige cautela, mas firmeza ao mesmo tempo. No entanto, vejo isso como uma oportunidade de quebrar barreiras, apresentar novas perspectivas e buscar uma gestão mais inclusiva, integrada e alinhada às necessidades da sociedade acreana”, afirma a coronel.
Ela explica quais serão os planos para a nova gestão. “Vamos continuar o trabalho que já vem sendo feito, mas buscarei aproximar um pouco mais a Polícia Militar à população, promovendo segurança e confiança mútua, ao mesmo tempo em que buscarei valorizar e investir no nosso pessoal, garantindo melhores condições de trabalho, bem-estar e reconhecimento. Tudo isso alinhado a uma gestão administrativa eficiente e transparente.”
“À sociedade acreana, deixo meu compromisso, respeito, trabalho e dedicação pela segurança e bem-estar de todos. Quero ouvir as necessidades e trabalhar junto para um estado mais seguro e justo. Penso que, com diálogo e confiança, podemos construir uma comunidade mais segura e empenhada em colaborar na construção de uma cultura de paz e respeito”, conclui a futura comandante-geral da Polícia Militar do Acre.

Vamos continuar o trabalho que já vem sendo feito, mas buscarei aproximar um pouco mais a Polícia Militar à população, promovendo segurança e confiança mútua, ao mesmo tempo em que buscarei valorizar e investir no nosso pessoal
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Prêmio da Mega-Sena acumula e sobe para R$ 20 milhões; confira dezenas

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas hoje no concurso 2958 da Mega-Sena.
O que aconteceu
Os números sorteados foram 07 – 09 – 14 – 35 – 42 – 49.
186 apostas acertaram cinco dezenas e ganharam R$ 8.982,02 cada.
Houve 6.825 jogos vencedores com quatro números; cada um deles leva R$ 403,49.
O próximo concurso será realizado na terça-feira, com prêmio estimado de R$ 20 milhões.
Como faço para participar do próximo sorteio da Mega-Sena?
Você precisa fazer uma aposta de seis a 20 números nas lotéricas credenciais pela Caixa, ou no site especial de loterias do banco. Participam do próximo concurso todas as apostas registradas até 20h do dia do sorteio.
Quanto custa apostar na Mega-Sena?
Depende de quantos números você pretende colocar no jogo. A aposta mínima custa R$ 6, e você tem direito de escolher seis dezenas de 1 a 60. Se quiser colocar um número a mais para aumentar as chances de acerto, o preço do jogo sobe para R$ 42.
Fonte: UOL
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Falta de orientação causa confusão no primeiro dia do vestibular de Medicina da Ufac
Candidatos relataram dificuldade para localizar blocos de prova e apontaram falhas na sinalização e no apoio no campus

Foto: Witalo Lima/Cedida
Candidatos que participaram do primeiro dia de provas do vestibular de Medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac), neste domingo (11), relataram dificuldades para localizar os blocos onde os exames foram aplicados no campus de Rio Branco. A situação gerou correria e apreensão, principalmente entre candidatos que não conhecem a universidade.
Ao longo da manhã, foi possível observar estudantes circulando pelo campus sem saber exatamente para onde se dirigir. Muitos eram de outros estados ou não residem na capital acreana e estavam entrando pela primeira vez na Ufac, o que aumentou a dificuldade de orientação.
Segundo relatos, no principal ponto de acesso ao campus havia poucos servidores para orientar os candidatos, o que contribuiu para a desorganização. O trânsito intenso e a grande circulação de veículos também dificultaram o deslocamento, sobretudo para quem precisou acessar o local a pé.
A situação teria sido agravada pelo fato de alguns aplicadores e integrantes da equipe responsável pela prova não conhecerem bem o campus, resultando em orientações desencontradas. Houve casos de candidatos que foram direcionados a mais de um bloco antes de encontrarem o local correto de realização do exame.
A falta de sinalização clara e de pessoal suficiente foi outro ponto criticado pelos participantes. Um dos relatos aponta que uma candidata só conseguiu chegar ao bloco correto após ajuda externa. “Minha esposa só conseguiu chegar ao bloco certo porque eu entrei dentro da Ufac de carro e rodei os blocos até encontrar um funcionário para informar onde era o local da prova; se não, ela tinha perdido”, afirmou.
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Entrevista de Márcio Bittar gera crise no PL ao omitir apoio a Tião Bocalom para governador
Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”

Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”. Foto: captada
Uma entrevista do senador Márcio Bittar (PL) ao programa GAZETA ENTREVISTA, na TV Gazeta, gerou mal-estar político no Acre ao omitir qualquer menção ao prefeito Tião Bocalom (PL) como candidato ao governo do estado em 2026. Bittar afirmou que sua prioridade é a reeleição ao Senado e destacou não ter problemas com os pré-candidatos Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos), sem referir-se a Bocalom.
A omissão foi rapidamente rebatida por secretários municipais de Rio Branco, que afirmaram ao Blog do Crica que Bocalom não é apenas candidato, mas “candidatíssimo” ao Palácio Rio Branco, independentemente do cenário. Em resposta, o prefeito reafirmou sua disposição: “Meu respeitado amigo Luís, eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”.
A tensão expõe uma segunda crise pública entre Bittar e Bocalom — a primeira ocorreu quando o senador chamou Alan Rick de “governador de férias”. Analistas locais avaliam que, para evitar desgaste eleitoral, os dois precisarão “se afinar” nos próximos meses.
Reação imediata:
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Secretários municipais saíram em defesa de Bocalom, reforçando que ele é candidato ao governo “independente do cenário”;
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Tião Bocalom respondeu ao Blog do Luís: “Eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”;
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O episódio é a segunda crise pública entre os dois: a primeira ocorreu quando Bittar chamou Alan Rick de “governador de férias”.
Análise do discurso:
A omissão de Bittar foi interpretada em bastidores como um sinal de desalinhamento ou até de preferência velada por outros nomes ao governo. O senador pode estar protegendo sua própria reeleição, evitando atrelá-la a uma candidatura majoritária que considere arriscada ou divisiva.
O PL é a principal base de Bocalom, mas Bittar – figura nacional do partido – tem influência decisiva sobre as estratégias estaduais. A falta de sintonia ameaça a unidade da legenda em um ano eleitoral crucial.
A tendência é que Bittar e Bocalom tenham que se reunir para acertar discursos e definir se o PL lançará candidatura própria ou apoiará Mailza Assis – hipótese que ganha força com a omissão do senador.

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