Conecte-se conosco

Acre

Sintesac dá ultimato para pagamento de plantões

Publicado

em

Para Sintesac, plantão extra do trabalhador é salário, a Sesacre já informou que não vai se pronunciar sobre o assunto.

POR ITAAN ARRUDA

Em nota, o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sintesac) dá um ultimato ao Governo do Estado. O pagamento dos plantões extras (tecnicamente chamado de Adicional de Plantão Emergencial) deve ser feito até o dia 5 de janeiro.

Uma assembleia foi marcada para o dia 29 (amanhã), às 9 horas na sede do Sintesac. Como ponto de pauta, a definição de qual medida adotar, caso o governo não providencie o pagamento.

A Sesacre já informou que não vai se pronunciar sobre o assunto.

Nota de Repúdio

O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac) vem a público manifestar o seu repúdio ao atraso no pagamento dos adicionais de plantões emergenciais dos servidores da saúde, referente ao mês de novembro.

Nós, trabalhadores, entregamos nossa força de trabalho em troca de uma remuneração, o que garante nossa sobrevivência. Se o governo não paga, não temos por que trabalharmos, pois nossa sobrevivência estará comprometida.

De todas as categorias de servidores, o desrespeito e descompromisso se deram apenas com os da Saúde, e justamente sobre aqueles que trabalham nas urgências e emergências.

Alertamos a todos servidores que o Adicional de Plantão Emergencial (extras) faz parte do salário.

No entanto, o Governo vem implantando uma ideia perniciosa de que plantão extra não é salário, com vista a encobrir a realidade: há muito tempo vem atrasando os salários dos servidores da saúde, pagando de forma parcelada a sua remuneração, pois tem deixado o pagamento dos valores relativos aos Extras para pagar um bom tempo depois do mês de referência, que foi trabalhado.

Não admitiremos mais este engodo e muito menos iremos nos sujeitar a esse trabalho escravo. No entanto, advertimos que mais uma vez, o governo corta a “carne” do trabalhador em Saúde desse estado.

Todavia, estamos atentos a essas estratégias oriundas das mentes que realmente dirigem os passos deste governo, para barrar este enlaço.

Já fizemos as devidas representações administrativas, junto a SESACRE, SGA e SEFAZ, requerendo, em caráter de urgência, as devidas justificativas e o pagamento no máximo até o dia 05/01/18, ao tempo em que convocamos todos os trabalhadores representados pelo SINTESAC, para uma assembleia geral, na sexta feira (29/12/2017), às 09h00min, na sede do SINTESAC,
para juntos deliberamos sobre os nossos próximos passos.

Exigimos respeito e não aceitaremos trabalhar sem receber, pois o que está em jogo é o nosso sustento e a nossa dignidade.

A Diretoria.

Comentários

Continue lendo
Publicidade

Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

Publicado

em

Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

Comentários

Continue lendo

Acre

Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

Publicado

em

Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

Comentários

Continue lendo

Acre

Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

Publicado

em

O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

Comentários

Continue lendo