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PaulOOctavio lança o 7Sul e comercializa 20% das unidades em um único dia

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PaulOOctavio lança o 7Sul e comercializa 20% das unidades em um único dia
Jorge Eduardo Antunes

PaulOOctavio lança o 7Sul e comercializa 20% das unidades em um único dia

A PaulOOctavio lançou, neste sábado (17), seu mais novo empreendimento em Brasília, o 7 Sul . Com a proposta de trazer um novo jeito de viver, o fica no Setor de Múltiplas Atividades Sul e oferece inúmeros diferenciais, como plantas exclusivas e os serviços pay per use oferecidos pela Rede Plaza Brasília Hotéis, a maior do segmento na Capital do País. Além disso, a empresa construirá uma praça pública externa com paisagismo, ideal para momentos ao ar livre e relaxamento.

As obras já estão em andamento. Os flats terão de 57m² a 131m², em duas torres, e plantas com as mais diversas configurações, além da proximidade do metrô e do comércio. O projeto de arquitetura legal e executivo é de José Renato Gomes e Karla Figueiredo, da Gomes Figueiredo Arquitetura, com paisagismo de Marina Pimentel e design de interiores de Giulia Abbott e Walléria Teixeira. Com isso, o condomínio fechado erguido na área do polígono tombado da Capital oferecerá ambiente diferenciado, inspirado em um clube, com amenidades e vivência única, cercada de verde, luz e espaços de lazer.

Paulo Octávio detalha o 7Sul, mais novo empreendimento lançado por suas empresas
Paulo Octávio detalha o 7Sul, mais novo empreendimento lançado por suas empresas. Foto: Rayra Paiva

No discurso de lançamento, o empresário Paulo Octávio destacou que o empreendimento será um marco no SMAS. “Hoje é o início de uma nova fase aqui no Setor de Múltiplas Atividades Sul. É o nosso primeiro empreendimento a ser construído aqui, uma região que vai crescer e que tem muito futuro” , avaliou.

“É um empreendimento que tem uma concepção fantástica e conta com tudo o que as pessoas precisam para viver bem. Tem academia, piscina, pet care, enfim, todos os equipamentos que as pessoas buscam ter. Toda nossa equipe está envolvida nesse projeto, então estamos dando o pontapé inicial. E a boa notícia que o Fábio aqui está me dizendo, é que já temos, só hoje, mais de 20% das unidades vendidas, o que é muito bom” , afirmou, antes de saudar os compradores.

Além de destacar a possibilidade de retorno do investimento, Paulo Octávio também falou da praça que vai ser construída no local. “Vai ser charme. A pessoa que mora aqui vai ter uma praça do lado, com equipamentos esportivos, além dos que estarão instalados dentro do prédio” , afirmou.

“Então, depois do jantar, nada melhor do que dar uma caminhada nessa praça, que vai interligar futuramenteo outro empreendimento que faremos ao lado. Então, esse é o primeiro. Depois que terminarmos este, vamos fazer o segundo que é semelhante a este” , disse.

A previsão inicial é que o 7Sul seja entregue aos compradores em dezembro de 2026 , mas Paulo Octávio anunciou que tentará antecipar a conclusão das duas torres. “Dezembro de 2026 é a data contratual, mas nossa responsabilidade é construir com qualidade, para que todos possam ficar satisfeitos. Mas espero terminar um pouco antes” , acrescentou.

“A obra está em ritmo total, o projeto é sensacional, o cálculo estrutural, as instalações e a decoração estão perfeitos. Então, acho que temos um empreendimento nota 10, que vai ser o marco da PaulOOctavio aqui nessa região” , finalizou.

Uma confortável central de vendas está à disposição dos interessados, com uma experiência imersiva digital
Uma confortável central de vendas está à disposição dos interessados, com uma experiência imersiva digital. Foto: Rayra Paiva

O 7Sul faz parte de um pacote de lançamentos anunciados pela PaulOOctavio para este ano, que vão gerar quase 3 mil empregos nos canteiros de obras. O total de investimentos neste conjunto de empreendimentos ultrapassa a marca dos R$ 900 milhões. Ao lado da obra está erguido a central de vendas do empreendimento, com corretores de plantão, maquete exclusiva e uma experiência imersiva digital.

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Fonte: Nacional

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Análise: EUA perdem aviões e domínio militar sobre o Irã é questionado

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Dois caças abatidos evidenciam limites do poder americano na região e riscos da guerra assimétrica

A guerra no Irã, que já enfrentava resistência entre os americanos, entrou em uma fase mais delicada após a notícia de que um caça dos EUA foi derrubado em território iraniano.

Ainda há muitas incógnitas, especialmente sobre a situação dos dois tripulantes. A CNN apurou que um deles foi resgatado e recebe atendimento médico, mas o destino do outro permanece desconhecido.

Pouco depois, o Irã atingiu uma segunda aeronave de combate americana na sexta-feira (3). O piloto conseguiu levar o avião para fora do território iraniano antes de ejetar e foi posteriormente resgatado, segundo um oficial dos EUA.

Apesar disso, esses episódios não colocam o Irã em pé de igualdade militar com os Estados Unidos. As baixas americanas seguem limitadas, sem mortes conhecidas nas últimas três semanas. Ainda assim, o caso evidencia os riscos da guerra assimétrica, cujos custos o público americano já questiona.

Os incidentes também colocam em xeque as declarações da administração Trump sobre o “controle absoluto” do espaço aéreo iraniano, questionando a imagem de invulnerabilidade que vinha sendo divulgada.

O presidente Donald Trump e o secretário de Defesa Pete Hegseth haviam afirmado que EUA e Israel tinham liberdade total para voar pelo Irã, retratando Teerã como incapaz de reagir.

Em coletiva de 4 de março, Hegseth disse que o domínio do espaço aéreo estava “a poucos dias de se concretizar”:

“Em poucos dias, as duas forças aéreas mais poderosas do mundo terão controle total do espaço aéreo iraniano”, disse, classificando-o como “incontestável”. “O Irã não poderá fazer nada”, completou.

Nas semanas seguintes, Trump reforçou essa ideia: “Temos aviões voando sobre Teerã e outras partes do país; eles não podem fazer nada”, disse em 24 de março. Ele afirmou que os EUA poderiam atacar usinas e que o Irã não teria capacidade de reagir.

O presidente chegou a afirmar que o Irã não possuía “marinha”, “forças armadas”, “força aérea” ou “sistemas antiaéreos” — chegando a declarar: “Seus radares foram 100% destruídos. Somos imparáveis como força militar.”

No entanto, estamos falando de apenas dois aviões abatidos em meio a milhares de aeronaves. A administração admitiu que poderiam ocorrer incidentes, incluindo perdas humanas. Hegseth já havia reconhecido que “alguns drones podem passar ou tragédias acontecerem”.

Mesmo assim, o discurso oficial sobre o domínio militar era absoluto, com termos como “controle total” e “espaço aéreo incontestável”, sugerindo que o Irã sequer teria armamento para reagir.

Este episódio é mais um exemplo de exagero por parte de Trump e de seus aliados sobre supostos sucessos militares.

Após os ataques a instalações nucleares iranianas em junho passado, Trump chegou a afirmar que o programa nuclear havia sido “obliterado” — o que não correspondia às avaliações de inteligência americana. Meses depois, o país voltou a ser retratado como ameaça nuclear iminente.

Logo após o início da guerra, Trump chegou a culpar o Irã por um ataque a uma escola primária, que investigações preliminares indicam ter sido causado por ação americana.

Recentemente, a CNN apurou que a destruição de lançadores de mísseis iranianos, apontada por Trump, foi fortemente exagerada. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica ainda mantém cerca de metade de sua capacidade.

O problema político é que o sucesso militar americano deveria ser o principal trunfo da administração. Mas os americanos demonstram pouca confiança na missão: os objetivos mudam constantemente e os custos econômicos — como o fechamento do Estreito de Ormuz e a alta nos preços de combustíveis — geram insatisfação.

Hegseth chegou a criticar a mídia por “não reconhecer os sucessos militares da campanha”: “Isso é o que a ‘fake news’ não mostra. Tomamos controle do espaço aéreo e das vias navegáveis do Irã sem tropas no solo.”

Um mês depois, o Estreito de Ormuz continua como exceção crucial, e o controle do espaço aéreo iraniano e o suposto fim do programa de mísseis não parecem tão absolutos quanto anunciado.

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Tribos iranianas disparam contra helicópteros dos EUA

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Ataques ocorrem durante busca por membro da tripulação de caça abatido sobre o Irã

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Irã permite passagem de navios com bens essenciais pelo Estreito de Ormuz

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Autorização abrange embarcações com produtos essenciais, em meio a controle reforçado da rota estratégica; Iraque terá trânsito liberado sem restrições

O Irã anunciou que permitirá a passagem de navios com “bens essenciais” pelo Estreito de Ormuz, atualmente bloqueado, informou a agência estatal Tasnim. Ainda não está claro quais produtos serão considerados essenciais nem se embarcações de países considerados hostis continuarão impedidas de transitar pela rota.

Em documento enviado ao chefe da Organização de Portos e Assuntos Marítimos, Houman Fathi, o vice de desenvolvimento comercial do órgão afirmou que a permissão vale para “navios que transportam bens essenciais – principalmente alimentos básicos e insumos para criação de animais – pelo Estreito de Ormuz”.

O funcionário destacou que a medida vale para navios que se dirigem a portos iranianos ou que já operam na região.“As autoridades competentes devem tomar as providências necessárias, seguindo os protocolos estabelecidos, para garantir a travessia dessas embarcações”, acrescentou.

Além disso, uma lista das embarcações autorizadas a atravessar a rota será “enviada para coordenação”, informou Ghazali.

O comando militar conjunto Khatam al-Anbiya do Irã afirmou que o Iraque estará livre de quaisquer restrições de trânsito pelo Estreito de Ormuz, sinalizando tratamento preferencial para Bagdá, segundo a mídia iraniana neste sábado (4).

Ainda neste sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar intensificar ações contra Teerã caso o país não consiga fechar um acordo ou liberar o Estreito de Ormuz.

“Lembram quando dei ao Irã dez dias para FAZER UM ACORDO ou ABRIR O ESTREITO DE ORMUZ? O tempo está se esgotando — 48 horas antes de todo o inferno se abater sobre eles. Glória a Deus!”, publicou Trump na rede social Truth Social.

*Com informações da Reuters e da CNN

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