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Vacina contra a Covid entra para o calendário infantil do Ministério da Saúde

Foto: Odair Leal/Secom
Pasta divulgou estratégia de vacinação para 2024; demais públicos do grupo prioritário também serão contemplados
A partir de 1º de janeiro, a vacinação contra a Covid de crianças de seis meses a menores de cinco anos estará no Calendário Nacional de Vacinação. Os demais públicos do grupo prioritário também serão contemplados.
Nas crianças, a recomendação do Ministério da Saúde é aplicar a primeira dose da vacina aos seis meses de idade, a segunda aos sete meses e a terceira aos nove meses.
A seguir, tire suas dúvidas sobre a vacinação contra a Covid em 2024.
Qual vacina será utilizada nas crianças?
De acordo com o Ministério da Saúde, será a Pfizer pediátrica de tampa vinho. De 5 a 11 anos, será a Pfizer de tampa laranja, que é indicada para essa faixa etária. A partir de 12 anos, será a vacina Pfizer bivalente (tampa cinza).
Segundo Renato Kfouri, vice-presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), há vacina Pfizer baby no estoque no Ministério da Saúde, mas a posição da câmara técnica das sociedades brasileiras de Pediatria e de Imunizações é que seja utilizada nas crianças a vacina monovalente da Pfizer atualizada para a variante XBB. 1.5. O novo imunizante está aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
“Damos preferência e recomendamos que, se o Ministério da Saúde puder adquirir essas vacinas pediátricas já da formulação monovalente XBB, será melhor do que a vacina original que ainda há em estoque. Isso, obviamente, significa abrir mão, desprezar vacinas que não foram utilizadas, foram compradas e, infelizmente, com a baixa cobertura vacinal, não foram utilizadas”, afirma Kfouri.
A vacina pode ser aplicada junto às demais do calendário infantil?
Sim. Pode ser aplicada junto às demais vacinas do calendário, simultâneas ou com qualquer intervalo. Não há contraindicação. Se estiver com alguma doença febril aguda, adie a vacinação. “Se houve reação alérgica à primeira dose, deve tomar cuidado com a segunda e as próximas doses”, alerta o especialista.
Crianças de seis meses a menores de cinco anos não vacinadas ou com doses em atraso poderão se vacinar?
Sim. Elas deverão completar o esquema de três doses, seguindo o intervalo recomendado de quatro semanas entre a primeira e a segunda doses e oito semanas entre a segunda e a terceira doses.
Crianças já imunizadas deverão tomar novamente a vacina?
Não. Aquelas que já receberam três doses contra a Covid não precisam se vacinar neste momento.
DEMAIS PÚBLICOS
Quem faz parte do grupo prioritário, segundo o Ministério da Saúde?
Além de pessoas maiores de seis meses e menores de cinco anos, fazem parte do grupo prioritário idosos, imunocomprometidos, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, indígenas, ribeirinhos, quilombolas, pessoas vivendo em instituições de longa permanência e seus trabalhadores, pessoas com deficiência permanente, privados de liberdade maiores de 18 anos, adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas, funcionários do sistema penitenciário e pessoas em situação de rua.
Qual vacina será utilizada no grupo prioritário?
A Pfizer bivalente (tampa cinza). O Ministério da Saúde afirmou, em nota, que se houver aprovações regulatórias de novas vacinas, as recomendações e os esquemas poderão ser atualizados.
Antes mesmo da aprovação pela Anvisa —no dia 19 dezembro— do registro da vacina monovalente atualizada para a variante XBB. 1.5, a pasta já havia iniciado o processo de aquisição para 2024, com a previsão de fornecimento das versões mais atualizadas dos imunizantes contra a Covid.
O órgão esclarece que as vacinas atualmente em uso pelo PNI (Programa Nacional de Imunizações) continuam a oferecer proteção contra as formas graves da doença. Os grupos aptos a recebê-las não devem adiar a vacinação.
Qual a recomendação para o grupo prioritário?
Para pessoas com 60 anos ou mais, imunocomprometidas, gestantes e puérperas, o intervalo entre as doses será de seis meses.
Os demais públicos do grupo prioritário tomarão a vacina uma vez por ano.
Quem não se encaixa no grupo prioritário poderá tomar a vacina contra a Covid?
Vai depender da disponibilidade de doses. Aqueles que não pertencem ao público-alvo, mas não foram vacinados contra a Covid ou não completaram o esquema primário — duas doses com intervalo mínimo de quatro semanas— poderão procurar o posto de saúde para imunização.
As vacinas são seguras?
Sim, elas possuem autorização de uso pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), após terem demonstrado eficácia e segurança favoráveis em estudos clínicos de fase 3 amplos.
Os imunizantes passam por um rígido processo de avaliação de qualidade antes de serem distribuídos. A avaliação é realizada pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz, instituição responsável pela análise dos imunobiológicos adquiridos pelo SUS.
Estou com Covid ou tive infecção recentemente. Devo esperar para tomar?
Sim. O mesmo vale para outras infecções respiratórias, mesmo que não seja a Covid. Nesse caso, existem três cenários:
Covid leve ou assintomática: tomar a vacina a partir de quatro semanas do início dos sintomas ou do diagnóstico.
Covid grave: tomar a vacina a partir de três meses do início dos sintomas ou do diagnóstico.
Outras infecções: tomar a vacina a partir da melhora do quadro de saúde.
Para aqueles que tiveram exposição recente ao vírus, como ter encontrado alguém com confirmação da infecção, também se recomenda esperar para ter certeza de que não foi infectado e, então, tomar o imunizante. Caso tenham se infectado, considerar as recomendações indicadas para quem teve confirmação da doença.
Há outras contraindicações?
De praxe, não é recomendado tomar a vacina bivalente caso você tenha alergia grave a algum dos componentes do fármaco.
Quais os efeitos colaterais da bivalente?
Em geral, os efeitos mais comuns são dor no local da injeção, fadiga, dor de cabeça, dores no corpo (mialgia), febre e calafrios.
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Em ato com a presença de Gladson e Mailza, Estado amplia ações do Programa Integra Acre em Jordão e facilita acesso a passagens aéreas
O governo do Acre ampliou, nesta sexta-feira, 6, as ações do Programa Integra Acre em Jordão, com a assinatura do Termo de Adesão Integra Acre entre o Estado e a Município. A assinatura do termo foi realizada pelo governador Gladson Camelí, pela vice-governadora Mailza Assis e pelo prefeito do município, Naudo Ribeiro, na Escola Bernardo Abdon da Silva, em Jordão.
A iniciativa, executada por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), busca reduzir as dificuldades de deslocamento enfrentadas pela população local, facilitando o acesso a passagens aéreas subsidiadas.

Na prática, o programa custeia 50% do valor das passagens aéreas, com repasse direto às empresas de transporte aéreo, baseado na média de preços do mercado local e na demanda de voos de cada município. Com isso, a população passa a ter maior facilidade de acesso às passagens, reduzindo as barreiras de deslocamento.
O Integra Acre já beneficiou a primeira família do município. Moradores da zona rural de Jordão, o casal Ana Paula Balbino Machado e Romenijes da Silva Sombra, juntamente com os três filhos, estavam em Rio Branco para tratamento médico e receberam apoio para o deslocamento aéreo de retorno ao município de origem, dentro dos critérios estabelecidos pelo programa.
Segundo o governador Gladson Camelí, a criação do programa foi motivada, principalmente, pela necessidade de garantir que a população tenha acesso a serviços essenciais, especialmente nas áreas de saúde, educação e assistência social.
“O acesso da população a serviços básicos é uma prioridade do nosso governo. Esses municípios apresentam desafios logísticos significativos, como o isolamento geográfico e o alto custo das passagens aéreas, o que impacta diretamente o acesso da população a serviços essenciais”, afirmou.
Redução de barreiras geográficas e financeiras
O programa Integra Acre garante o direito de ir e vir da população em situação de vulnerabilidade social. Segundo a vice-governadora Mailza, que comanda a pasta da SEASDH, a iniciativa representa um avanço importante na política pública estadual.
“O programa representa um marco para a política pública estadual, reafirmando o compromisso do governo com a redução das desigualdades regionais e a promoção da inclusão social”, destacou.

A vice-governadora explica que podem ser beneficiados os moradores dos municípios isolados que estejam com cadastro atualizado no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e possuam renda per capita igual ou inferior a meio salário mínimo vigente.
As despesas para execução do Programa Integra Acre são asseguradas por dotações orçamentárias específicas destinadas ao Fundo Estadual de Assistência Social do Acre (FEAS).
“Foi por causa das dificuldades enfrentadas pelas populações de municípios de difícil acesso — Jordão, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Santa Rosa do Purus — que o governo criou esse programa, que visa minimizar os problemas de isolamento, principalmente no verão amazônico, quando os rios ficam mais secos e se difícil navegação”, completou o governador Gladson Camelí.
Localizado a cerca de 811 quilômetros, em distância aérea de Rio Branco, Jordão é um dos quatro municípios isolados do estado cujo acesso fluvial pode durar até três dias, dependendo do nível do rio e das condições climáticas. A segunda alternativa é o transporte aéreo, feito por aviões de pequeno porte com voos saindo de Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Tarauacá.
“Embora seja mais rápido, é um meio com custo elevado, que se tornou mais acessível a partir do Programa Integra Acre”, finalizou a vice-governadora Mailza.

Para o prefeito de Jordão, Naudo Ribeiro, o programa fortalece o município. “As pessoas precisam sair da cidade para acessar alguns serviços essenciais. Agradeço ao governo do Estado por nos apoiar nos dar essa oportunidade”, destacou.
Presente no evento, o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Nicolau Júnior, disse que a atual gestão do governo do Estado sempre teve um olhar atento às necessidades dos 22 municípios acreanos.

“O governador Gladson Camelí e a vice-governadora Mailza Assis podem contam comigo. Meu mandato está à disposição deste governo para seguir avançando nas ações que beneficiem as populações do nosso estado”, destacou o parlamentar.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Governo cumpre agenda em Rondônia para fortalecer cooperação e modernização da gestão ambiental
Uma comitiva do governo do Acre cumpriu agenda institucional em Porto Velho (RO) com o objetivo de fortalecer a cooperação entre os estados e avançar na modernização da gestão ambiental.

A iniciativa inclui a adaptação de tecnologias desenvolvidas pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia (Sedam) para utilização no Acre, como um Portal da Transparência Ambiental e um Geoportal de dados territoriais que prevê a implantação de um Portal da Transparência Ambiental no domínio do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac).
À frente da missão estava o presidente do Imac, André Hassem, com suporte do técnico da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), representado pelo tenente Marlon Castelo Branco e representantes do Corpo de Bombeiros do Acre: o subcomandante-geral coronel Éden da Silva Santos, o major Francisco Carlos Santos de Freitas Filho e o tenente José Nonato Bastos de Queiroz.
Na agenda, que ocorreu esta semana, as equipes do AC e RO trocaram experiências e alinhamento de estratégias voltadas ao uso de tecnologia e transparência nas políticas ambientais.

De acordo com o presidente do Imac, André Hassem, a agenda representa um passo importante para ampliar a eficiência da gestão ambiental no Acre por meio da integração tecnológica e institucional.
“O intercâmbio de experiências e o acesso a tecnologias, que já vêm sendo utilizadas em Rondônia, fortalecem o trabalho que estamos desenvolvendo no Acre. Essa cooperação vai contribuir para modernização dos nossos sistemas, ampliar a transparência e garantir mais eficiência nas ações de monitoramento e gestão ambiental”, destacou.
Os representantes do Acre e de Rondônia discutiram os termos de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que prevê a implantação de ferramentas digitais para fortalecer o monitoramento ambiental, ampliar a transparência das ações públicas e aprimorar o planejamento territorial.
O secretário da Sedam, Marco Antonio Lagos, enfatizou que a cooperação entre os estados demonstra a importância da união para o fortalecimento das políticas ambientais e o desenvolvimento sustentável integrado.
“Quando os estados compartilham tecnologia, conhecimento técnico e experiências todos avançam. Este acordo amplia nossa capacidade de gestão, fortalece a transparência e cria uma base sólida de informações para decisões mais estratégicas, beneficiando não apenas Rondônia e Acre, mas toda a região amazônica”, reforçou.

A cooperação também prevê o compartilhamento de soluções de software e a capacitação de equipes técnicas acreanas, garantindo autonomia na operação das plataformas e contribuindo para o fortalecimento das políticas de gestão ambiental no estado.
O encontro reuniu gestores e técnicos das áreas ambientais dos dois estados, consolidando uma agenda de integração regional voltada ao desenvolvimento sustentável na Amazônia. A expectativa é que o acordo fortaleça o controle ambiental, a transparência das informações e a capacidade de planejamento territorial, ampliando os resultados das políticas públicas voltadas à preservação dos recursos naturais.
O subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros. coronel Éden da Silva Santos, enfatizou que a agenda técnica realizada entre o Acre e Rondônia, por meio da Sedam e equipe de Tecnologia da Informação, é um passo importante no fortalecimento da cooperação interestadual voltada à modernização da gestão ambiental.
“A visita técnica teve como objetivo conhecer de perto a plataforma Geoportal e a plataforma Protege, duas ferramentas integradas e estratégicas que se destacam como avanço significativo para a gestão pública, especialmente no monitoramento ambiental, na organização de informações territoriais e no apoio à tomada de decisões. Essa iniciativa demonstra como a tecnologia pode ser aplicada de forma prática e eficiente para fortalecer as ações institucionais, ampliar a capacidade de análise e tornar a gestão mais integrada, moderna e resolutiva”, finalizou.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Governo do Acre divulga resultado preliminar do credenciamento de agricultores familiares para o Programa de Aquisição de Alimentos
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), divulgou nesta sexta-feira, 6, no Diário Oficial do Estado (DOE), o relatório preliminar do credenciamento de agricultores familiares interessados em fornecer gêneros alimentícios ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), iniciativa que fortalece a produção local, valoriza a agricultura familiar e contribui para a segurança alimentar no estado.

O levantamento preliminar foi realizado com base nas informações apresentadas pelos agricultores e na documentação fornecida durante o credenciamento do programa. Ao todo, foram contabilizados 1.022 agricultores inscritos no processo, após análise preliminar dos cadastros apresentadas.
O resultado divulgado corresponde apenas à etapa preliminar do credenciamento, que seguirá as próximas etapas definidas pelo edital do programa.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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