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Acre

Três prefeituras decretam emergência administrativa no Acre; TCE e Amac prometem ajudar

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A decretação de situação de emergência em prefeituras do Acre não foram recomendadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) mas o órgão deve avaliar se havia ou não necessidade da medida. “Mas o TCE está muito preocupado com essa situação. 90% das prefeituras tem algum problema”, disse Valmir Ribeiro, presidente do Tribunal. Pelo menos é isso  que está acontecendo em Alagoas, por exemplo. Naquele Estado,  três prefeituras decretaram situação de emergência administrativa alegando herança caótica.

No Acre, o prefeito Everaldo Gomes, de Brasiléia, publicou ontem no Diário Oficial do Estado  semelhante medida alegando que, principalmente, “não foi recebido pela administração anterior para a transição conforme determina e orienta o Tribunal de Contas do Estado e que a nova administração não teve acesso a informações básicas com vistas aos serviços essenciais”.

De seu lado, a Associação dos Municípios do Acre (Amac) age tecnicamente no caso: “os prefeitos receberão todo apoio que precisam para sua gestão”, disse Telma Chaves, secretária-executiva da Amac. Ela se encontra em Brasília, onde já conversou com os prefeitos que optaram pela decretação de emergência. “Todas as prefeituras receberam treinamento para seguir a gestão”, completou Telma.

Além de Brasiléia, Jordão e Sena Madureira assinaram os mesmos decretos, mas em datas diferentes. Mano Rufino, prefeito de Sena Madureira, alegou “instabilidade” gerencial provocada pelo afastamento do prefeito anterior, Nilson Areal, para justificar a situação de “excepcionalidade provocada pela ameaça de corte de fornecimento de energia por falta de pagamento levada a efeito pela Eletroacre, corte este que inviabilizaria a continuidade do funcionamento das atividades essenciais do município. Além disso, Mano Rufino alega que alguns prédios públicos onde funcionam as secretarias e departamentos da Prefeitura  “encontram-se em péssimas condições de trabalho deixando os servidores em condições insalubres”.

O estado de emergência administrativa e financeira vale por três meses a contar de ontem, período em que estará  proibida a realização de qualquer despesa sem autorização direta do prefeito.  De modo geral, estão suspensos contratos e pagamentos, empenhos de gestões anteriores até que sejam analisados os processos. O pagamento dos servidores está garantido –é o que asseguram os prefeitos.

O prefeito de Brasiléia, por sua vez, leva em conta também o fato de que que “o município atravessa um surto endêmico de dengue, agravado pelo descontrole de ações epidemiológica no pais vizinho Bolívia, especificamente na cidade Cobija, o que coloca sob ameaça e sérios riscos a saúde da população”.  Os decretos de emergência administrativa estão surgindo com maior número nos Estados do Norte e Nordeste. No Amazonas, por exemplo, treze municípios  decretaram situação de emergência neste primeiro mês de mandato Executivo, sob justificativa de supostos problemas na educação, saúde, infraestrutura, limpeza pública e finanças das respectivas prefeituras. Supostas ocultações e não repasse de informações de gestores anteriores também motivaram a condição emergencial.

Com o estabelecimento da situação de emergência, o gestor está autorizado a contratar serviços sem licitação, para garantir a manutenção dos serviços essenciais. Os decretos foram publicados no Diário Oficial dos Municípios do Amazonas pelos prefeitos das cidades de Coari, Novo Airão, Tefé, Nova Olinda do Norte, Maués, Rio Preto da Eva, Beruri, Parintins, Benjamin Constant, Ipixuna, Envira, Itacoatiara e Uarini.

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Acre

Desperdício de peixes em Cruzeiro do Sul revolta moradores e gera polemica

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Vídeo mostra grande quantidade de pescado sendo descartada no lixo; vendedores alegam cumprimento de normas sanitárias, enquanto população critica preços abusivos

Um vídeo que viralizou nas redes sociais expõe o descarte de centenas de peixes diretamente em um caminhão de lixo no Mercado do Peixe de Cruzeiro do Sul, no Acre. As imagens, registradas por um morador indignado, mostram o produto sendo jogado fora enquanto o cinegrafista critica os altos preços cobrados pelos comerciantes: “Preferem estragar do que fazer promoção, não abaixam nem um real”, dispara.

O presidente da Associação de Vendedores de Peixe, Francisco Valdecir, explicou que o descarte ocorreu após um comerciante comprar quantidade superior à capacidade de armazenamento. Com o excedente já deteriorado, a Vigilância Sanitária foi acionada e determinou o descarte. “Foi medida preventiva para proteger a saúde pública”, justificou.

O caso reacendeu o debate sobre desperdício de alimentos e acessibilidade em mercados públicos, evidenciando a contradição entre produtos perecíveis caros para a população e toneladas de comida sendo destruídas.

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Acre

Homem é brutalmente agredido por facção em Rio Branco

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Vítima de 46 anos foi espancada com socos, chutes e ripadas após ser submetida a “disciplina” criminosa

Edimar Alves Roiz, de 46 anos, foi alvo de violência extrema na noite desta sexta-feira (4), no bairro Palheiral, em Rio Branco. Membros de uma organização criminosa o atacaram com socos, chutes e golpes de ripa após imporem uma suposta “disciplina”.

De acordo com a polícia, Edimar foi abordado enquanto caminhava pela Rua Tião Natureza e levado para um local isolado, onde sofreu agressões no rosto, costas, braços, abdômen e costelas. Os criminosos fugiram após o espancamento.

O SAMU socorreu a vítima e a encaminhou em estado estável para a UPA Franco Silva. A Polícia Militar fez buscas, mas não prendeu suspeitos. O caso agora é investigado pela Polícia Civil.

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Acre

Acre teve mais de 8 mil casos de dengue entre janeiro e março

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O Acre registrou, somente entre janeiro e março deste ano, 8.138 casos prováveis de dengue. Desse total, 3.830 casos foram confirmados pelas autoridades de saúde, com três mortes causadas pela doença.

Os dados são do Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde. Segundo o órgão, a incidência dos casos confirmados é de 434,9 para cada 100 mil habitantes.

A letalidade da doença no estado, considerando apenas os casos confirmados, é de 0,08%. Já entre os casos considerados graves, esse índice sobe para 10,34%.

Em um comparativo mensal, observa-se uma redução nos casos prováveis ao longo do trimestre: março registrou 544 casos, fevereiro 1.437, e janeiro lidera com 1.708 casos.

O levantamento também apresentou dados sobre outras arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. No mesmo período, foram registrados 170 casos prováveis de zika e 166 de chikungunya no estado.

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