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Projeto de Fábio Rueda inclui ensino de primeiros socorros no ensino médio

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Projeto de autoria do deputado Fábio Rueda (UB/AC) dispõe sobre o ensino de primeiros socorros básicos no ensino médio. O deputado pretende que no currículo do ensino médio seja ofertado no conteúdo programático da educação física o ensino dos primeiros socorros. Pela iniciativa, segundo o parlamentar, os alunos serão instruídos para: a) reconhecimento de situações de emergência; b) procedimento primário de avaliação da vítima c) técnicas básicas de compressões torácicas em adultos e d) protocolos básicos para situações de engasgamento.

De acordo com o deputado, a proposição surge da necessidade de capacitar jovens estudantes para agir diante de situações de emergência, promovendo, assim, a segurança e bem estar coletivos. Além de preparar estudantes para primeiros socorros, garante o deputado, a iniciativa promove o desafogamento de hospitais e unidades de saúde em razão da atuação preventiva diante de acidentes do cotidiano.

Médico de formação, Rueda assegura que o ensino de primeiros socorros no currículo do segundo grau vai alinhar a educação com as necessidades sociais, “visto que no ensino médio os jovens já estão com a mente formada para contribuir efetivamente no desenvolvimento do ambiente onde estão inseridos”. O deputado pontua que o ensino dos primeiros socorros no 2º grau contribui para a formação integral do estudante grau, fortalecendo o currículo escolar”, preparando os jovens para situações reais e promovendo uma educação mais abrangente”.

Objetivo fundamental: salvar vidas

Para o parlamentar, é evidente que o ensino de primeiros socorros no 2º grau proporciona conhecimentos fundamentais que podem salvar vidas, “colocando a proposta em alinhamento às práticas internacionais”. Rueda destaca que é preocupação da escola a prevenção e atendimento de acidentes e quanto mais pessoas detiverem o conhecimento na prática dos Primeiros Socorros podem auxiliar na prestação do auxílio no momento da ocorrência, preservando vidas.

O deputado salienta ainda que um acidente pode ocorrer a qualquer momento seja no trânsito dentro da cidade, na estrada, no trabalho, ou mesmo em casa. É preciso, alerta Rueda, estar preparado para socorrer a vítima e manter os sinais vitais .”E o conhecimento básico dos primeiros socorros por parte dos estudantes do 2º grau vai  evitar  acidentes e ,sobretudo,, prevenir  possíveis agravamentos até a chegada ou encaminhamento para profissionais devidamente habilitados”.

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Asfalta Rio Branco inicia os serviços de pavimentação na regional da Floresta

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Procuradoria-Geral realiza processo seletivo para estagiários de Direito

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A Procuradoria-Geral do Acre (PGE/AC) torna público o 21º Processo Seletivo para estágio na área de Direito, para a formação de cadastro de reserva. O edital está disponível no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira, 12.

As inscrições poderão ser realizadas no período de 15 de abril a 10 de maio, exclusivamente pelo site www.estagio.pge.ac.gov.br, o link estará disponível a partir de segunda-feira.

A jornada de estágio é de 4 horas diárias e 20 horas semanais. A bolsa de estágio é no valor de R$ 800, mais auxílio-transporte no valor de R$ 200.

O processo seletivo será composto de uma prova de caráter classificatório e eliminatório, a ser realizada no dia 17 de maio, no auditório do Instituto de Educação Lourenço Filho (Ielf), na Av. Getúlio Vargas, 2855, Vila Ivonete, em Rio Branco.

Fonte: Governo AC

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Educação Indígena recebe investimentos do governo do Estado

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (SEE), realiza investimentos na construção de pelo menos 30 escolas indígenas em diversos municípios acreanos, como Sena Madureira, Feijó, Assis Brasil, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo. O montante investido chega a R$ 7,8 milhões.

Em Sena Madureira, cinco escolas já estão com as obras concluídas. Feijó recebeu o maior número de instituições contempladas, 11. Desse total, quatro já estão com as obras em fase de conclusão e outras sete em andamento.

Ao todo, 30 escolas indígenas serão construídas para fortalecer educação indígena. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Já no município de Tarauacá, quatro escolas estão fase de contratação, bem como em Assis Brasil e Rodrigues Alves. Em Marechal Thaumaturgo, duas escolas estão com obras em andamento.

As escolas indígenas irão garantir mais qualidade no ensino para as comunidades. Cada uma possui uma sala de aula, uma sala administrativa, construídas em madeira, além de um refeitório e de um banheiro, de alvenaria.

Entre as escolas com obras concluídas está a Francisco Barbosa, localizada na Aldeia São Francisco, do Povo Huni-Kui.  Rubens Barbosa é o cacique da comunidade e informa que é a primeira vez que recebem uma escola desse porte.

Cacique Rubens Barbosa: “Já melhorou 85%”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“Agora já melhorou 85%, porque vai dar para suprir as necessidades dos nossos alunos; a escola que tinha foi construída pela própria comunidade. A gente agradece primeiro a Deus e depois ao governo do Estado”, diz. A nova escola, segundo ele, será suficiente para atender os 39 alunos da aldeia.

Quem lembra como era a antiga escola da aldeia é Roberto Barbosa, que tem três filhos em idade escolar: “Era uma escola no barro, não tinha material, era coberta com folha de alumínio e quando chovia não dava para as crianças estudarem”.

Aldeia São Francisco é uma das beneficiadas com escola indígena. Foto: Mardilson Gomes/SEE

O professor responsável pela escola é Alberto Barbosa. “A gente fica feliz por estar recebendo uma escola nova, com mais conforto para os alunos”, destaca.

Honrou a palavra

O ex-professor e ex-coordenador da antiga escola, Isaka Rui Huni-kui, relata que a comunidade teve um encontro com o secretário Aberson Carvalho e que ele honrou sua palavra, ao levar uma nova estrutura escolar para a comunidade.

Isaka Rui Huni-Kui: “Secretário Aberson Carvalho honrou sua palavra”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A comunidade tem 22 famílias e 113 moradores. Isaka Rui Huni-Kui tem três filhos em idade escolar, um deles no ensino médio. “Estamos satisfeitos com a escola, isso fortalece a comunidade e os alunos estão felizes”, aprova.

Também está contente com a nova escola o morador Ediberto Barbosa. “Quero agradecer a Deus e às pessoas, porque a gente não tinha nenhuma escola e, quando a gente estudava, era sentado no chão. Agora a gente vê a diferença”, avalia.

Elisonea Barbosa Kaxinawá: escola mais segura. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Outra moradora que agradece ao governo do Estado pelos investimentos é Elisonea Kaxinawá. “Essa escola é importante, porque tirou a dificuldade dos nossos filhos e, como mãe, fico feliz porque agora vão ter mais segurança”, recorda.

Nova estrutura

Outra comunidade em Feijó beneficiada com a construção de uma escola indígena é a Aldeia Nova Esperança. O cacique local, Essinildo da Silva, relata que a antiga escola caiu e não tinha mais como atender a demanda dos alunos. “A gente estava precisando de outra estrutura”, diz.

Escola da Aldeia Nova Esperança caiu, mas governo construiu outra nova. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A nova escola, construída pelo governo do Estado, é a Huni-Kui Buse e a Aldeia Nova Esperança forma com outras duas aldeias, a Txanayá e a Yskuyá, a Terra Indígena Henebarianamakiá, também da etnia Huni-Kui.

“Essa escola fortalece as crianças, está todo mundo animado. Agora os alunos vão aprender, porque antes eles estudavam debaixo de uma mangueira, mas agora vai melhorar muito, e a gente se sente contemplado porque as aulas irão começar ainda nesse mês”, destaca Essinildo.

Fonte: Governo AC

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