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Operação Lei Seca destaca o empenho do governo do Acre na promoção de um trânsito mais consciente

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As inspeções são realizadas levando em consideração a análise de dados para a escolha de locais e horários estratégicos para maximizar a eficácia da atuação.

De maneira integrada, a segurança do governo do Acre opera prezando pela segurança viária. Foto: José Caminha/Secom

A Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC), por meio do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), é responsável por desempenhar diversas operações educativas e de fiscalização, com o objetivo de reduzir o número de danos no trânsito do estado.

E uma das medidas tomadas para garantir a segurança viária é a execução de operações da Lei Seca, policiamentos voltados para inibir a perigosa combinação de consumo de bebidas alcoólicas com direção.

Apenas neste ano, o BPTran já alcançou mais de 6 mil pessoas em cerca de 80 operações, as quais são realizadas semanalmente em dias e horários alternados. As inspeções são realizadas levando em consideração a análise de dados para a escolha de locais e horários estratégicos para maximizar a eficácia da atuação.

A ação de fiscalização busca instigar a conscientização de todos os envolvidos no trânsito, de pedestres a motoristas. Foto: José Caminha/Secom

A tenente-coronel da Polícia Militar e comandante do BPTran, Eliana Maia, ressalta o caráter conscientizador da atuação da instituição, seguindo a legislação de trânsito: “O trabalho de fiscalização não quer prender pessoas, apreender veículos ou arrecadar dinheiro com multas. Nosso maior objetivo é retirar de circulação os motoristas embriagados para evitar tragédias futuras. Cada vida preservada é uma vitória”.

“Nosso trabalho vai além da fiscalização. Educamos, conscientizamos e trabalhamos para garantir um trânsito mais seguro para todos”, garante a tenente-coronel. Foto: José Caminha/Secom

Outro importante ponto levantado é a importância dos condutores manterem sua documentação regularizada. Com sua experiência, a profissional de segurança aponta que a maioria dos acidentes envolvem pessoas e veículos irregulares: “Além de seguir as leis, é crucial manter a sua documentação regularizada. Um veículo regularizado contribui significativamente para a segurança no trânsito, evitando multas, remoções e até mesmo a perda do veículo”.

Cunho educativo

Para a plena execução das operações da Lei Seca, o BPTran conta com o apoio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) no suporte logístico e na constante promoção de educação no trânsito.

“Nosso objetivo é claro: queremos educar todas as pessoas que compõem o trânsito do Acre”, certifica a presidente do Detran, Taynara Martins. Além das operações de fiscalização, o Detran investe em campanhas educativas abrangentes, utilizando diversos meios de comunicação, como TV, rádio, portais online, redes sociais e outdoors.

“Estamos fortalecendo a segurança viária garantindo policiamento 24 horas nas ruas da capital e do interior, combatendo infrações e crimes relacionados”. Foto: Mariely Souza/Detran

A presidente da autarquia continua: “Buscamos potencializar operações como a da Lei Seca, mantendo sempre um equilíbrio entre o caráter educativo e o punitivo, necessário para preservar vidas em nosso trânsito”.

O governador do Acre, Gladson Cameli, pontua o compromisso estadual com a segurança viária e destacou o atual caráter educativo: “O Detran, antes visto apenas como um órgão de multas e cobranças, agora desempenha um papel fundamental com um trabalho social de qualidade em diversas áreas, incluindo infraestrutura e habilitação”.

A observação do chefe de Estado se reflete em ações executadas com um caráter mais inclusivo, como o programa CNH Social e ações de entrega de capacetes para mototaxistas.

Martins destaca que a atual gestão conquistou maiores investimentos para as atividades de policiamento, atendimento de sinistro de trânsito e fiscalização de trânsito urbano e rodoviário em todo estado do Acre, como o mais recente termo de cooperação celebrado entre o Detran e a PMAC, em fevereiro deste ano, com valor superior a R$ 8,5 milhões.

O termo é uma parceria antiga entre a autarquia e a corporação militar e é renovado anualmente, após revisão e cumprimento de metas. Foto: Kelvisson Monteiro/Detran

Em suma, as ações coordenadas pela Polícia Militar, por meio do BPTran, e apoiadas pelo Detran, não apenas reforçam a fiscalização e a aplicação da Lei Seca, mas também enfatizam a importância da educação para um trânsito mais seguro.

Com operações estratégicas e campanhas educativas abrangentes, essas iniciativas visam não só coibir infrações, mas, principalmente, conscientizar condutores e pedestres, preservando vidas e promovendo um ambiente viário mais humano e responsável para todos.

Desde janeiro, a operação Lei Seca já inspecionou mais de 6 mil pessoas. Foto: José Caminha/Secom

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Avião desvia de carros e caminhões ao fazer pouso forçado em rodovia de SC

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Frame/Vídeo

Avião de pequeno porte faz pouso forçado em rodovia de Santa Catarina. O caso ocorreu na tarde deste sábado, 5, na BR-101, na altura do município catarinense de Garuva. Um motorista registrou o momento em que a aeronave desvia de carros e caminhões e consegue pousar na via. Na gravação, as pessoas se desesperam com a possibilidade de uma tragédia e comemoram a manobra bem-sucedida. Segundo a concessionária responsável pelo trecho, a Arteris Litoral Sul, ninguém ficou ferido no incidente.

 

Assista ao vídeo:

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Ronaldo Caiado lança pré-candidatura à Presidência em 2026

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Governador de Goiás lançou pré-candidatura em meio a divisões no União Brasil

Ronaldo Caiado, governador de Goiás, disse que lançaria sua pré-candidatura no dia 4 de abril e cumpriu (Foto: Andre Corrêa/Agência Senado)

Ronaldo Caiado (União Brasil), atual governador de Goiás, lançou nesta sexta-feira (4) sua pré-candidatura à Presidência da República, durante um evento no Centro de Convenções de Salvador (BA). O vice na chapa de Caiado ainda não foi anunciado. Na mesma ocasião, o chefe do executivo goiano foi homenageado na capital com o título de Cidadão Baiano e com a Comenda 2 de julho — as maiores honrarias do estado.

O evento foi acompanhado pelo prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil), pela primeira dama, Gracinha Caiado, além do senador Sérgio Moro, que destacou a segurança pública como um dos maiores feitos de Caiado pelo estado de Goiás. O evento em Salvador contou com a presença e organização dos correligionários do ex-prefeito da capital baiana e vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, e de Bruno Reis, atual prefeito da cidade.

Segundo Caiado, a trajetória da pré-candidatura, que começou pela Bahia, deve continuar pelo Brasil, mostrando para os outros estados o que foi feito em Goiás até hoje.

“É o melhor estado, o estado mais bem governado do país e ao mesmo tempo ele está em primeiro lugar em todas as áreas de atuação do governo. Educação, segurança , parte digital de serviço público. O que é um orgulho para nós, mostrando que a gestão do União Brasil faz a diferença”, declarou Caiado.

Racha no partido

O lançamento da pré-candidatura vem em meio a rachaduras no partido União Brasil. O presidente do partido, Antônio Rueda, não esteve presente no lançamento, assim como os três ministros da sigla que atuam no governo Lula: Celso Sabino do Turismo, Juscelino Filho das Comunicações e Waldez Goés da Integração e do Desenvolvimento Regional.

Durante a entrevista coletiva, Caiado não deixou por menos e disparou contra Rueda.

“O partido está aberto a todos que quiserem disputar a prévia. O partido não tem aqui decisão de dizer quem pode e quem não pode. Quem tiver coragem, independência moral e intelectual se apresente”, disse o pré-candidato.

Segundo Caiado, “não cabe ao presidente hoje tomar parte de um candidato A ou B”. Para ele, o candidato tem que se apresentar e ir para as prévias.

Rueda teria considerado a pré-candidatura de Caiado como ‘prematura’. Outra questão que divide o União Brasil é a possível federação com o Progressistas, à qual Caiado já se mostrou contrário. E essa divisão pode ser um desafio que Caiado vai enfrentar para consolidar sua candidatura.

Inelegibilidade

Apesar da pré-candidatura, o governador Caiado está inelegível pelos próximos 8 anos — por abuso de poder político. Na decisão em 1ª instância, a juíza Maria Umbelina Zorzetti também tornou inelegíveis o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil) e a vice-prefeita da cidade, Claudia da Silva Lira (Avante).

A juíza entendeu que o governador Caiado  teria favorecido tanto Sandro Mabel quanto Cláudia nas eleições para a prefeitura da cidade no ano passado. Todos eles já recorreram da decisão no TRE-GO e, como a decisão não tem execução imediata, continuam no cargo.

Experiência

Esta é a segunda vez que Caiado disputa as eleições presidenciais. A primeira foi logo após a redemocratização, em 1989, quando conquistou 1% dos votos. Na ocasião, eram 22 candidatos e Caiado alcançou o 10º lugar, sendo mais jovem na disputa à época.

Aos 75 anos, Ronaldo Caiado é médico e está no seu segundo mandato como governador de Goiás. Antes disso, já foi senador por um mandato e deputado federal por cinco mandatos. Nascido em Anápolis, a 55 km de Goiânia, Caiado faz parte de uma família de produtores rurais que tem forte atuação política no estado.

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Anvisa proíbe suplementos alimentares com ora-pro-nóbis; entenda

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Agência reguladora afirma que a planta Pereskia aculeata não tem autorização para uso em suplementos; consumo in natura não é afetado pela medida

Em nota, a Anvisa informou que a decisão foi adotada porque a planta, de nome científico Pereskia aculeata, não é autorizada como constituinte para suplementos alimentares. Foto: internet 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta sexta-feira (4) uma resolução que proíbe a comercialização, fabricação, distribuição e propaganda de suplementos alimentares contendo ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata). A decisão, que consta no Diário Oficial da União, também determina o recolhimento dos produtos do mercado.

Em nota, a Anvisa informou que a decisão foi adotada porque a planta, de nome científico Pereskia aculeata, não é autorizada como constituinte para suplementos alimentares.

“Para um ingrediente específico ser autorizado como suplemento alimentar, é necessário que ele passe por uma avaliação de segurança e eficácia”, destacou a agência no comunicado.
Isso significa que empresas interessadas em comercializar o produto devem comprovar, de forma científica, que ele é fonte de algum nutriente ou substância de relevância para o corpo humano.

“Suplementos alimentares não são medicamentos e, por isso, não podem alegar efeitos terapêuticos como tratamento, prevenção ou cura de doenças. Os suplementos são destinados a pessoas saudáveis. Sua finalidade é fornecer nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos em complemento à alimentação.”

Motivo da proibição:

A Anvisa esclareceu que a planta não possui registro como ingrediente autorizado para suplementos alimentares. Em nota, a agência destacou:

“Para um ingrediente específico ser autorizado como suplemento alimentar, é necessário que ele passe por uma avaliação de segurança e eficácia.”

O que muda na prática:
  • Suplementos com ora-pro-nóbis devem ser retirados das prateleiras
  • Empresas que desejarem comercializar o produto precisam submeter estudos científicos comprovando sua segurança e relevância nutricional
  • A proibição não se aplica ao consumo da planta in natura, tradicional em culinárias regionais (especialmente em Goiás e Minas Gerais)
Diferença entre suplemento e alimento:

A Anvisa reforçou que suplementos alimentares não são medicamentos e, portanto, não podem alegar propriedades terapêuticas:

“Suplementos são destinados a pessoas saudáveis, com a função de complementar a alimentação com nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos.”

Contexto:

O ora-pro-nóbis é popularmente conhecido como “carne de pobre” devido ao alto teor proteico de suas folhas. Seu uso em suplementos cresceu nos últimos anos, muitas vezes associado a benefícios não comprovados cientificamente.

Próximos passos:

Fabricantes terão prazo para adequação à norma. Consumidores que possuíam os produtos proibidos devem suspendem o uso e, em caso de dúvidas, consultar um nutricionista. A medida, segundo a Anvisa, não afeta o consumo ou a comercialização da planta fresca, que tem tradição de uso na alimentação, sobretudo nos estados de Goiás e Minas Gerais.

Para saber mais:

A decisão completa pode ser consultada no Diário Oficial da União, determina ainda o recolhimento dos produtos. Denúncias sobre produtos irregulares podem ser feitas à Anvisa por meio da Ouvidoria Geral do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.

A resolução, publicada no Diário Oficial da União, determina ainda o recolhimento dos produtos. Foto: internet 

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